A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Em Mito e literatura, o leitor encontrará essencialmente cinco aulas de hermenêutica. Na verdade, são autênticas master classes, dedicadas a cinco obras da literatura latino-americana do século XX que seg
Ano da edição: 2023 Organizadores: Cristiani Fontanela, Tuana Paula Lavall e Andréa de Almeida Leite Marocco. ISBN: 978-85-7897-332-2 Páginas: 233 Vinte e cinco anos se passaram desde que tudo começou. Quando a Fapesc nasceu, os anos 2000 não passavam de um futuro incerto que gerava medo pela simbologia que envolvia a virada do milênio. O ecossistema de tecnologia do Estado dava os primeiros passos, os editais de fomento de órgãos específicos para este fim não existiam e inovação era uma palavra comum apenas aos ramos acadêmicos. Foi um longo e sinuoso caminho para chegar aonde estamos. Fazemos um resgate de toda contribuição que o ecossistema recebeu de outros setores, como o Sistema Acafe, Sebrae, Fundação Certi, Facisc, Fiesc e organizações empresariais. E de como o ecossistema também fez o caminho inverso, gerando impacto direto na vida e no cotidiano das universidades, institutos e órgãos públicos e da indústria catarinense. A obra ainda mostra como o ecossistema conseguiu fazer conexões nacionais e internacionais, como fomos evoluindo com o passar dos anos, como isso levou ao Pacto pela Inovação, aos ativos de Propriedade Intelectual e à consolidação de Santa Catarina como referência em CTI.
Ano da edição: 2019 Organizador: Alexsandro Stumpf ISBN: 978-85-7897-318-6 Páginas: 151 Em sua 7ª edição, o evento já se consolidou como um dos principais encontros da Unochapecó para a troca de experiências entre todas as áreas do conhecimento científico. Os melhores trabalhos socializados na modalidade de comunicação oral, em cada um dos cinco eixos temáticos (pesquisa ensino médio, pesquisa graduação, pesquisa pós-graduação, ensino e extensão) receberam o prêmio “Produção Acadêmica” e tiveram a oportunidade de produzir um artigo completo para publicação neste livro. São trabalhos que representam os caminhos da formação universitária em suas várias fases: inicialmente aproximando aqueles que buscam o ingresso em uma instituição de ensino superior; perpassando pelo ensino da graduação, pelo despertar para a realização de ações comunitárias e pela inserção de novos pesquisadores na iniciação científica; até a formação continuada e as perspectivas da evolução de competências e habilidades profissionais e acadêmicas diante da pós-graduação.
Ano da edição: 2019 Coordenadora: Márcia Moreno; Bolsista: Alini Lopes ISBN: 978-85-7897-311-7 Páginas: 135 A obra aborda as exposições que aconteceram na Galeria Agostinho Duarte. Fundada em 11 de maio de 2011, a Galeria de Artes Agostinho Duarte é um ambiente artístico-cultural e está vinculada ao curso de Artes Visuais da Universidade Comunitária da Região de Chapecó - Unochapecó. Localizada no Bloco C, tem a finalidade de promover manifestações artísticas e culturais e de proporcionar a difusão das Artes Visuais em Chapecó, assim contribuindo para o desenvolvimento da região.
Ano da edição: 2015 Organizadores: Maria Lucia Marocco Maraschin e Cézar da Silva Camargo ISBN: 978-85-7897-152-6 Páginas: 209 Através de artigos que tipificam a universidade comunitária, explicitando seus vínculos e compromissos sociais: uma universidade originária da comunidade e fiel aos seus propósitos, isto é, atenta as suas demandas, está obra relata experiências e propõe reflexões, oriundas dos atividades extensionistas da Universidade Comunitária da Região e Chapecó (Unochapecó) e que materializam assim tanto possibilidades de interlocução da Universidades com a comunidade loco-regional, como possibilidades de articulação entre a extensão, o ensino e a pesquisa.
Ano da edição: 2018 Organizadores: Ivan Luís Schwengber; Rosilei Gugel Ficagna; Leonel Piovenzana; Ivo Dickmann; Jandrei Maciel ISBN: 978-85-7897-293-6 Páginas: 482 Este livro é um trabalho coletivo, fruto de pesquisas realizadas no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). Os textos estão organizados a partir das linhas de pesquisa do PPGE: 1: Formação de professores, produção do conhecimento e processos pedagógicos; 2: Desigualdades Sociais, Diversidades Socioculturais e Práticas Educativas. A primeira diferenciação é somente introdutória, e o caráter eclético dos textos permitem que ambos sejam lidos de forma independente, perspectiva que permite ao leitor se aproximar das diferentes questões implícitas nas linhas. A segunda diferenciação é uma aproximação que se configura na demonstração do movimento que vai se refletindo nas relações docente e discente, como pesquisadores das temáticas inerentes à educação, que permitem consolidar epistemologias em suas áreas de atuações. O pano de fundo desta apresentação está em demonstrar como a pesquisa de mestrado constitui, tanto à universidade quanto aos pesquisadores – docente e discentes –, corpo científico e identidade à instituição, impulsionando o ensino e a extensão, qualificando a práxis e a transformação social a partir da formação de profissionais em educação.
Ano da edição: 2018 Organizadores: Danielly Oliveira Inomata, Orestes Trevisol Neto ISBN: 978-85-7897-289-9 Páginas: 209 Ao considerar inovação como uma ação ou um ato de modificar, renovar ou criar de uma novidade, é factível entender que estão incorporados nesta obra 12 relatos de pesquisas brasileiras, conclusas ou não, que apontam caminhos ou estratégias diferentes aos habituais percursos que são construídos para examinar as questões inerentes à Biblioteconomia e à Ciência da Informação. Sob esta concepção, esta obra, de iniciativa dos professores do curso de Biblioteconomia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) e da Universidade Federal do Amazonas, se debruça para examinar a inovação na Biblioteconomia sob diferenciados contextos, a saber: o tecnológico e seu emprego no aperfeiçoamento da oferta de produtos e serviços; o da promoção de informações dispostas em diferenciados ambientes para consumo de públicos diversificados; o da informação enquanto elemento construtivo dos processos de inovação e prospecção tecnológica; o do empreendedorismo; e o da imagem, seja ela institucional, seja ela urbana, denotando a transversalidade das temáticas tratadas.
Ano da edição: 2020 Organizadores: Flávio Braga de Freitas; Márcia Luíza Pit Dal Magro; Elizangela Felipi ISBN: 978-85-7897-323-0 Páginas: 303 O GDH se caracteriza como uma tecnologia social, tendo em vista seu caráter participativo e inovador para capacitar os profissionais de diferentes áreas de formação e atuação para o trabalho com grupos, bem como ofertar esses grupos no interior dos serviços públicos. Também porque o GDH é construído a partir da necessidade local de ajudar as pessoas a lidarem com situações que geram sofrimento psíquico, problema que emerge como importante demanda de usuários de diferentes políticas públicas, e como desafio para os profissionais que atuam nas mesmas. Os grupos realizados nos serviços por meio do GDH se assentam nos referenciais teóricos dos grupos operativos, nos fundamentos psicanalíticos e na teoria da complexidade, dando origem a uma abordagem denominada de Grupos Interativos. Esta pressupõe características horizontalizadas, em que os participantes do grupo discutem seus problemas, falam sobre seus conflitos humanos e em conjunto buscam solução dos mesmos. A partir dos fundamentos que sustentam essa proposta de intervenção e a forma como ela é organizada e conduzida, torna-se possível um espaço qualificado de sustentação para compartilhar e elaborar dramas humanos os quais veiculam potencialidades adoecedoras. Nesses espaços em que o falar e o escutar, escutar-se, ser escutado, escutar o outro, reverbera um efeito terapêutico, amplia-se a capacidade de cada participante do grupo para se desenvolver como pessoa, o que o torna capaz de lidar com os problemas inerentes ao processo de viver a vida sem ou com menos adoecimentos. Com isso, pretende-se trabalhar em prol da diminuição da patologização, da cristalização da doença e, assim, evitar consultas clínicas, exames complementares desnecessários e a prescrição medicamentosa excessiva. Esta tecnologia social pode contribuir assim, com a diminuição dos gastos desnecessários com doenças e ajudar a aliviar os encargos sociais relacionados a elas. Como desdobramento, contribuir com a gestão pública no investimento em práticas preventivas e de promoção da saúde.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Sady Mazzioni, Maurício Leite, Tatiane Salete Mattei, Ana Cláudia Lara Crizel ISBN: 978-85-7897-383-4 Páginas: 384 Está publicação materializa não apenas o sucesso da premiação, mas também deixa legado o empenho e a dedicação das empresas que integram essa importante causa. Ao longo das páginas deste e-Book, há relatos de empresas de diferentes portes, entidades e startups que encontraram na sustentabilidade não apenas uma diretriz ética, mas uma estratégia de inovação, competitividade e impacto positivo. São ações que demonstram como é possível conciliar o desenvolvimento econômico, responsabilidade social e preservação ambiental - pilares que sustentam um modelo necessário de negócios e legitimado pela sociedade.
Em comemoração ao Dia Mundial do Desenhista, a Editora Argos oferece desconto de 40% nos livros relacionados à área. A promoção é válida na Loja Virtual <www.unochapeco.edu.br/argos> e na Livraria Universitária, até o dia 17 de abril de 2017 ou enquanto durarem os estoques. * Frete não incluso. Promoção não acumulativa.
Na manhã do dia 26 de outubro, a autora do livro “Entre ilustres e anônimos: a concepção de história em Machado de Assis”, Raquel Campos, fez o lançamento de sua obra em Chapecó. A autora já havia feito outro lançamento da obra em Goiânia, onde reside atualmente. O lançamento do livro ocorreu na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), onde participou do II Colóquio de História e Linguagens. Raquel Campos, professora da Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás e pesquisadora da obra de Machado de Assis, acerca do assunto, já publicou artigos e, agora, lança sua obra, que explora as transições de Machado de Assis. Confira a entrevista que a autora concedeu à Editora clicando aqui
Em 30 de setembro comemoramos o Dia da Bíblia, o livro mais antigo e mais vendido de todos os tempos. Para homenagear este dia, trouxemos algumas curiosidades sobre este livro: 1 – A Bíblia Sagrada é o maior best-seller de todos os tempos, e a estimativa é a de que mais de 5 bilhões de cópias já tenham sido vendidas;2 – A Bíblia Sagrada está disponível em 2.454 linguagens diferentes;3 – A tradução inglesa do Livro Sagrado, a Bíblia do Rei James, inspirou mais músicas do que qualquer outro livro;4 – Para muitos especialistas, Jesus nunca se viu como o criador de uma nova religião, mas sim como a pessoa que reformaria o judaísmo;5 – O país que mais produz o livro é a China;6 – As Testemunhas de Jeová não comemoram seus aniversários porque as duas festas de aniversário existentes na Bíblia terminaram com a morte de alguém;7 – A Bíblia é o livro mais roubado do mundo;8 – Os três livros mais populares no Kindle são A Bíblia, A Biografia de Steve Jobs e Jogos Vorazes;9 – Leonardo Da Vinci estudou erosões de rios e se convenceu de que a Terra é muito mais velha do que a Bíblia diz;10 – Judas traiu Jesus em troca do equivalente ao salário de quatro meses de um trabalhador de sua época;11 – Algumas pessoas têm o hábito de abrir a Bíblia em uma página aleatória, ler algum trecho e usar o que leu como uma espécie de conselho divino. Esse hábito é chamado Bibliomancia;12 – Fazer juramentos pela Bíblia é proibido pela própria Bíblia;13 – Na Coreia do Norte, ter uma Bíblia em casa pode ser motivo para que uma pessoa seja condenada à morte;14 – Isaac Newton era apaixonado por estudos bíblicos e escreveu muito mais sobre Religião do que sobre Ciência;15 – Na Bíblia não existe nenhuma descrição física de Jesus Cristo;16 – Entre os norte-americanos, 12% acreditam que Joana D’Arc era esposa de Noé;17 – Existe uma organização responsável por enviar Bíblias à Coreia do Norte via paraquedas;18 – A Bíblia é um livro recheado de trocadilhos, nomes engraçados, descrições bem-humoradas, sarcasmo e ironia;19 – De acordo com a Bíblia, Davi deveria trazer ao Rei 100 prepúcios de inimigos mortos, para assim se casar com a filha dele. Ele trouxe o dobro;20 – Não está escrito na Bíblia que Maria Madalena era prostituta, nem mesmo qualquer informação sobre sua vida sexual;21 – Na Bíblia, há uma história na qual Deus envia dois ursos para matar 42 crianças que haviam caçoado de um homem careca;22 – O “Evangelho de Judas” fala sobre como ele foi o único discípulo a entender os ensinamentos de Jesus, que teria pedido para que ele o entregasse aos romanos;23 – Na Bíblia o nome Lúcifer não se refere ao demônio;24 – Para o Islamismo, a Bíblia é um livro divino que foi corrompido pelo homem. O Alcorão é, para os adeptos da religião, a versão corrigida da Bíblia;25 – Antes do século 17, as pessoas achavam que fósseis de dinossauros eram, na verdade, de criaturas bíblicas;26 – A República Dominicana é o único país do mundo que tem uma Bíblia desenhada em sua bandeira nacional. Fonte: <https://www.megacurioso.com.br>.
Esta obra apresenta pesquisas desenvolvidas coletivamente e realizadas no Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação da Unochapecó. Os textos, elaborados por diversos pesquisadores, têm o objetivo de tratar as lacunas do ensino pedagógico superior, analisando os problemas enfrentados na educação, no meio acadêmico. A obra fala sobre a formação dos professores na produção do conhecimento e desenvolvimento de pesquisas científicas, abordando o funcionamento dos processos pedagógicos utilizados para tentar desenvolver no estudante o gosto pela pesquisa.As pesquisas têm o poder de transformar a realidade, tanto por parte do sujeito quanto do pesquisador. Elas têm o poder de constituir a universidade e até mesmo o corpo científico, impulsionando o ensino e a extensão, qualificando a práxis e a transformação social a partir da formação de profissionais em educação.“Pesquisa na pós-graduação em educação: novos horizontes” é mais um lançamento da Editora Argos em e-Book e está disponível para download gratuito no nosso site. Confira: http://http://www.editoraargos.com.br/Organizadores Ivan Luís Schwengber: possui graduação em Filosofia pela faculdade de Filosofia Nossa Senhora da Imaculada Conceição (FFAFIMC) (1999), especialização em Metodologia de Ensino de Filosofia e Sociologia pela Sociedade de Educação Continuada (Educon) (2010), especialização em Gestão Escolar pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi) (2016) e mestrado em Educação pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) (2018). Atualmente participa do Grupo de Pesquisa Formação Humana, Cultura e Educação pela Universidade de Passo Fundo (UPF). É professor efetivo da Rede Pública de Santa Catarina desde 2002. Possui experiência na área de educação, ensino de filosofia, história; gestão escolar, elaboração de projetos políticos e pedagógicos. Pesquisa nas áreas de ecopedagogia, educação crítica, pragmatismo deweyano e ensino de filosofia com ênfase em filosofia da educação.Leonel Piovezana: possui graduação em História e Estudos Sociais pela Faculdade de Filosofia Ciência e Letras de Palmas (1984), especialização em História e Geografia pela Universidade Federal de Santa Cantarina (UFSC), mestrado em Desenvolvimento Regional pela Universidade de Santa Cruz do Sul (2000) e doutorado em Desenvolvimento Regional também pela Unisc (2010). Atualmente, é professor titular da Universidade Comunitária da Região de Chapecó, dos programas de mestrado em Educação. Autor dos projetos e coordenador de 2009 a janeiro de 2014 dos cursos de Licenciaturas Intercultural Indígena. Tem experiência na área de história e geografia, com ênfase em teoria do desenvolvimento regional, atuando principalmente nos seguintes temas: educação ambiental, espaço social, plano diretor municipal, meio ambiente, educação escolar indígena, educação superior indígena, cultura e monitoramento das interferências sobre as população indígenas da mesorregião grande fronteira do Mercosul e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Membro da Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina de 1991 e 1998/2005 e consultor para atualização da Proposta Curricular de Santa Catarina de 2014 sobre a educação, de 2014 a 2018, e coordenador do Programa de Pós-graduação Stricto Sunsu em Educação da Unochapecó de 2016 a 2018. Foi coordenador do Fórum Nacional Permanente do Ensino Religiosa (Fonaper) – gestão biênio 2014 a 2016. Especialista da Base Nacional Comum Curricular 2014-2016. Em 2 de fevereiro de 2018 toma posse como Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão, Inovação e Pós-graduação da Unochapecó.Rosilei Gugel Ficagna: formou-se em Pedagogia pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) (2002), especializou-se na área de séries iniciais e educação infantil pela FAI de Itapiranga (SC) e na área de coordenação pedagógica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre em Educação pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) (2017). É funcionária efetiva da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina há 26 anos. Atuou como professora e gestora da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Caibi (SC) por 12 anos e, paralelo a este trabalho, foi alfabetizadora também por 12 anos, no município de Caibi (SC). Há 14 anos atua na Secretaria de Desenvolvimento Regional de Palmitos, na área da educação especial. É docente em cursos de formação de professores e presta assessoria pedagógica em prefeituras. Atualmente atua na Secretaria Desenvolvimento Regional de Palmitos (SC) e na Faculdade Santa Rita de Palmitos (SC). Tem experiência na área da docência em educação (fundamentos e superior), com ênfase em educação especial e fundamentos da educação, atuando principalmente nos seguintes temas: inclusão, educação básica escolar, didática, fundamentos da educação infantil, do ensino fundamental e da educação especial. Ivo Dickmann: bacharel em Filosofia pelo Instituto Superior de Filosofia Berthier (Ifibe) (2007), mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) (2010), doutor pela Universidade Nove de Julho (Uninove) (2018). É professor titular do Programa de Pós-graduação em Educação Stricto Sensu na Universidade Comunitária da Região Unochapecó (Unochapecó). Principal foco de atuação e pesquisa: educação (perspectiva crítica e libertadora), educação ambiental (formação de educadores ambientais, ambientalização curricular, educação ambiental Freiriana escolar e pedagogia e epistemologia de Paula Freire – tema gerador, círculo de cultura, situação-limite e inédito viável). Líder do Palavração – Grupo de Estudos, Pesquisas de Documentação em Educação Ambiental Freiriana. Entre as principais obras publicadas estão artigos em revistas científicas e os livros: Primeiras Palavras em Paulo Freire (2008, 2016), Pedagogia da Memória (2017) e Dinâmicas Pedagógicas (2017).Jandrei José Maciel: possui licenciatura em Filosofia pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS-Chapecó) e é mestrando em Educação pela Universidade Comunitária de Região de Chapecó (Unochapecó). Professor da rede Estadual de Ensino, professor do eixo de Ciência Humanas e suas tecnologias, pesquisador da educação popular e membro da pastoral da Juventude da Diocese de Chapecó.
Para comemorar os 26 de história, nos dias 23 e 24 de abril a Editora Argos realizou a Festa do Livro 2018. Durante os dois dias, a Festa contou com apresentações culturais do Literatório e Dança com Poema. Os autores da Editora estiveram presentes no Espaço do Autor, trocando ideias e conversando com o público sobre suas obras e as demais publicações científicas da Editora. A Argos disponibilizou mais de 40 mil livros com até 70% de desconto, para compras na Festa e na Loja Virtual. Além disso, o público tinha a opção de comprar uma obra e levar outra com um superdesconto e de comprar uma obra e levar outra, de graça. Para complementar as ações de aniversário, durante a noite de 23 de abril, o ilustrador Digo Cardoso produziu uma tela com o tema da nossa festa, os 26 anos da Argos. A tela foi sorteada na noite do dia 24, ao fim das atividades. GanhadoresA Argos realizou o sorteio da tela, produzida durante o evento, e de mais dois kits, um contendo obras da Argos e outro contendo produtos da Farmácia Escola, Livraria Universitária, Unochapecó e Editora Argos.1º Lugar – Tela produzida pelo ilustrador Digo Cardoso: Miriam Aldana2º Lugar – Kit Farmácia Escola, Livraria Universitária, Unochapecó e Editora Argos: Mariana Rossi3º Lugar – Kit Editora Argos: Odilon Luiz Poli
A obra “Gestão e mediações nas rádios comunitárias: um panorama do estado de Santa Catarina”, de Terezinha Silva, apresenta um panorama do desenvolvimento das rádios comunitárias em Santa Catarina e analisa em que medida elas têm sido experiências locais de aprendizado para o exercício da cidadania. O livro mostra como o trabalho das rádios comunitárias é fortemente condicionado pela normativa jurídica vigente, pela vida econômica, política e associativa locais e por afirmações identitárias. A autora Terezinha Silva é formada em Jornalismo, com mestrado em Educação e Comunicação e já trabalhou como jornalista em Santa Catarina. Em 2006 iniciou seu doutorado em Ciências da Informação e da Comunicação pela Universidade Paris X, na França, e desenvolve pesquisa na área de comunicação política.Para adquirir acesse: http://goo.gl/206sYz
Conhecer a história do local onde você mora nos proporciona conhecer, resgatar e manter tradições que eram passadas de geração em geração, além de ser uma oportunidade de entendermos algumas coisas que nos cercam hoje. Com seus 25 anos de existência, a Editora Argos contribui com esse processo através da Coleção Regionais, onde as obras abordam vários temas que resgatam o passado histórico do oeste catarinense. Alguns títulos da coleção:Na obra “Antes do oeste catarinense”, os capítulos partem do resgate da história das pesquisas nesta região e abordam todas as sociedades que nela viveram: caçadores e coletores, grupos ancestrais das populações indígenas e ocupação histórica. As perspectivas teóricas e metodológicas bastante diversas tratam de temas importantes, como a produção artefatual lítica e cerâmica, a subsistência, os enterramentos e os contatos entre diferentes grupos, dando a devida e necessária atenção atualizada ao oeste, fundamental para conseguir um maior entendimento da história de Santa Catarina.A obra “Bandidos, forasteiros e intrusos: história do crime no oeste catarinense na primeira metade do século XX” faz uma reflexão sobre a criminalidade na região oeste de Santa Catarina na primeira metade do século XX. Através de muitas pesquisas documentais e investigações feitas por meio de jornais, entrevistas, consultas em processos criminosos, arquivados nos municípios de Chapecó e Xanxerê, o autor buscou um entendimento, sobretudo nas décadas de 1920 e 1930, sobre o crime, criminosos, forasteiros e a justiça, a forma como os fatos aconteciam, como eram solucionados, e sua relação com o atributo “terra de gente violenta”, que a região recebeu naquela época.A obra “O linchamento que muitos querem esquecer” relata os acontecimentos de outubro de 1950, que resultaram na prisão, tortura e linchamento de quatro pessoas em Chapecó, fato que marcou para sempre a história da cidade. Durante anos, o assunto foi proibido e o fato somente teve publicação maior em O Cruzeiro, a principal revista ilustrada brasileira do século XX. A jornalista, professora e escritora Monica Hass começou a resgatar essa história em 1986, quando escolheu o tema para o seu trabalho de conclusão do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).A obra “Os Planos Diretores e os limites de uma gestão urbana democrática: as experiências de Chapecó, Xanxerê e Concórdia (SC)” aborda o estudo das autoras sobre a “governança democrática”, que se deu em torno da discussão da função social da propriedade; para elas, o exercício dessa função social possibilitaria ao poder público municipal, por meio do Plano Diretor, exigir do proprietário o cumprimento do uso do seu imóvel para atendimento de um interesse social. O estudo empírico que segue mostra a experiência de três municípios da região oeste de Santa Catarina: Chapecó, Xanxerê e Concórdia.A obra “Os sinos se dobram por Alfredo” apresenta a teia de relações culturais, econômicas e sociais que teceram a vida dos alemães do projeto Porto Novo (atualmente, os municípios de Itapiranga, São João do Oeste e Tunápolis), fundado pela Companhia de Jesus em 1926, no extremo-oeste de Santa Catarina. Essa história foi reconstruída com a criação de um personagem fictício chamado Alfredo. A narrativa mescla ficção e realidade, na tentativa de tornar mais vivas os relatos e fatos históricos da época.A obra “Da cidade Santa à corte celeste: memórias de sertanejos e a Guerra do Contestado” aborda antigos moradores dos redutos que relataram as experiências pelas quais passaram. Esteve impressa nos sertanejos, a partir dos seus depoimentos, a culpa pelo derramamento de sangue que envolveu a população da região do Contestado no início do século XX. Decorridos quase vinte anos da primeira edição deste livro, a pesquisa histórica avançou e uma quarta edição desta obra reveste-se de significado singular, exatamente no ano em que a Guerra do Contestado fecha o ciclo do seu centenário (1912-1916 / 2012-2016).A obra “Chapecó 100 anos: histórias plurais” busca uma reflexão acerca dos processos históricos vividos pelos habitantes da cidade ao longo do tempo, buscando histórias plurais para sintetizar o centenário do município e mostrar aquilo que diferencia este dos demais. Mais do que uma homenagem ao município, esta obra busca trazer debate e novas perspectivas de olhar para Chapecó.
O I Coloquio Binacional de Filosofía y Educación “La idea de maestro en la tradución filosófico-educativa” acontece nos dias 19, 20 e 21 de setembro e nas últimas semanas conversamos com o professor Fausto dos Santos para conhecer um pouco mais sobre o evento e o que podemos esperar do colóquio, que propõe debater temas importantes para filosofia nacional e internacional.Fausto é autor de várias obras publicadas pela Argos (para verificar as obras, acesse nosso site http://www.editoraargos.com.br/) e durante o colóquio ele estará apresentando um de seus trabalhos, intitulado “O que será que ensinamos quando lecionamos Filosofia?”. Segundo Fausto, o trabalho fala “sobre as possibilidades de ensino da Filosofia, questionando, inclusive, se ela é de fato algo que possa ser ensinado para além do registro historiográfico. Pois, mesmo que aprendamos as diversas filosofias historicamente constituídas, isso não significa, garantindo, que, de fato, filosofamos.”1) Quais contribuições o colóquio pode trazer para o seu trabalho e as suas pesquisas?O I Coloquio Binacional de Filosofia y Educación é uma iniciativa da Rede SUR PAIDEIA de Investigação, criada este ano por um grupo de professores do Brasil – inclusive da UNOCHAPECÓ – e do Uruguay, que pretende expandir suas atividades para toda América Latina, buscando fomentar o intercâmbio entre pesquisadores da nossa região, tendo como campo de estudo a interface entre Filosofia e Educação. Assim, a grande contribuição que o Colóquio pode trazer para o meu trabalho e para a minha pesquisa é a possibilidade de fortalecer, consolidando, o nosso Grupo de Investigação. O que, certamente, ampliará os horizontes de interlocução entre os diversos participantes, trazendo a perspectiva de inserir o meu trabalho no rol mais amplo das pesquisas realizadas na América Latina.2) Quais são suas expectativas em relação ao evento (temas e presenças confirmadas)?Participando do evento espero compreender melhor quais são as grandes questões que animam os pesquisadores da América Latina a partir dos temas que serão debatidos em torno das diversas concepções filosóficas desenvolvidas ao longo da História sobre o ofício do professor. Eu, pessoalmente, me interesso, sobretudo, pelas questões epistemológicas e éticas que envolvem o ensino e a aprendizagem. Tendo isso em vista, estou curioso para ver as contribuições dos participantes do evento, dentre elas destaco a Conferência Inaugural “Metáforas do Ensinar”, que será proferida pela Dra. Nadja Hermann (UFRGS) e as falas das Professoras Dra. Andrea Diaz (UDELAR), Dra. Lucia Hardt (UFSC), Dra. Rosana Moura (UFSC), Dra. Neiva Oliveira (UFPel), bem como a participação do Professor Dr. Avelino Oliveira (UFPel).3) Como você acredita que o evento trará novas perspectivas para a educação tradicional filosófica?Quer para assumir a tradição, quer para negá-la, é preciso antes de qualquer coisa compreendê-la. Para nós, latino-americanos, é fundamental perceber o caráter reprodutor e exógeno a partir do qual pensamos a nós mesmos, inclusive, as questões relativas à Educação. É evidente que não podemos apagar a história, como quem deseja não levá-la em consideração, somos colonizados e não podemos denegar esse fato. Antes pelo contrário, é a partir dele que podemos desenvolver um pensamento apropriado à nossa situação. Pois, se a Educação conflui decisivamente para a constituição de um povo, devemos pensar como, levando em conta as nossas idiossincrasias, podemos nos inserir no contexto mundial visando a nossa autonomia. Portanto, é isso que espero do I Coloquio Binacional de Filosofia y Educación, que, a partir do nosso próprio estômago, possamos digerir a tradição.