O livro nasceu de uma inquietação dos autores, que são professores da disciplina de Metodologia da Pesquisa em diferentes programas de pós-graduação, quanto a racionalizar o processo de pesquisa,
A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Ano da edição: 2018 Autores: Ricardo Rezer; Luci Teresinha Marchiori dos Santos Bernardi; Tania Mara Zancanaro Pieczkowski; Leonel Piovezana; Ireno Antônio Berticelli; Nadir Castilho Delizoicov; Odilon Luiz Poli; Edivaldo José Bortoleto; Ivo Dickmann; Bruna Larissa Cecco; Daniela Dal-Cin ISBN: 978-85-7897-299-8 Páginas: 182 O livro ora apresentado, fruto de uma pesquisa financiada com recursos da Fapesc e da Unochapecó, é resultado de vários anos de investigação de professor@s do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Unochapecó, que vêm se debruçando sobre questões da formação continuada, no caso em tela, de professor@s da educação básica. O objetivo principal foi identificar e compreender os desafios políticos e epistemológicos que emergem no processo de formação continuada de professor@s da educação básica, tomando como referência ações/propostas realizadas no município de Chapecó (oeste do estado de Santa Catarina) ao longo dos últimos vinte anos. Tal movimento nos permitiu conhecer melhor nosso próprio contexto, bem como reconhecer de maneira mais clara, ponderada e sistematizada a complexidade de desafios de ordem política e epistemológica da formação continuada; sem dúvidas, um elemento a ser potencializado de forma crítica e orgânica no cotidiano da atuação docente na educação básica.
Ano da edição: 2023 Organizadora: Fátima Kremer Ferretti ISBN: 978-85-789-7369-8 Páginas: 130 Logo após a publicação das DCN, a Unochapecó institui a comissão para elaborar o Projeto Político Pedagógico do curso de graduação em Fisioterapia. Duas décadas se passaram desde então, e esses 20 anos de história serão apresentados no primeiro capítulo desta obra: - Fisioterapia: 20 anos em ação no oeste catarinense. Uma trajetória permeada pela dedicação, pelo aprendizado e evolução, pilar de uma formação de profissionais altamente capacitados e comprometidos com a saúde e bem-estar da comunidade. É com grande alegria e orgulho que celebramos esses 20 anos com a publicação dessa obra.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Vanessa da Silva Corralo, Marlon Santa Maria Dias e Caroline Kirschner ISBN: 978-85-7897-391-9 Páginas: 121 Os textos abordam diferentes experiências que articulam pesquisa, ensino e extensão no contexto universitário. Para além da produção do conhecimento, os artigos são instigantes em apresentar práticas pedagógicas com potencial de replicação em outros cenários. Produções como essa são fundamentais para reforçar a importância da universidade e da ciência para o desenvolvimento social
Ano da edição: 2023 Organizadores: Cristiani Fontanela, Tuana Paula Lavall e Andréa de Almeida Leite Marocco. ISBN: 978-85-7897-332-2 Páginas: 233 Vinte e cinco anos se passaram desde que tudo começou. Quando a Fapesc nasceu, os anos 2000 não passavam de um futuro incerto que gerava medo pela simbologia que envolvia a virada do milênio. O ecossistema de tecnologia do Estado dava os primeiros passos, os editais de fomento de órgãos específicos para este fim não existiam e inovação era uma palavra comum apenas aos ramos acadêmicos. Foi um longo e sinuoso caminho para chegar aonde estamos. Fazemos um resgate de toda contribuição que o ecossistema recebeu de outros setores, como o Sistema Acafe, Sebrae, Fundação Certi, Facisc, Fiesc e organizações empresariais. E de como o ecossistema também fez o caminho inverso, gerando impacto direto na vida e no cotidiano das universidades, institutos e órgãos públicos e da indústria catarinense. A obra ainda mostra como o ecossistema conseguiu fazer conexões nacionais e internacionais, como fomos evoluindo com o passar dos anos, como isso levou ao Pacto pela Inovação, aos ativos de Propriedade Intelectual e à consolidação de Santa Catarina como referência em CTI.
Organizadoras: Michele Domingos Schneider, Almerinda Tereza Bianca Bez Batti Dias, Elisa Netto Zanette Cada vez mais frequentes no âmbito educacional, os debates e as reflexões têm enfatizado a necessidade de implementar formas de ensino diferenciadas, na busca de melhores estratégias que atendam a contextos sociais e profissionais emergentes. As metodologias ativas no ensino superior se caracterizam como estratégias que possibilitam o protagonismo dos estudantes na elaboração do conhecimento, do desenvolvimento de competências e na sua efetiva aprendizagem, com a mediação de docentes, que buscam inovas no processo de ensino. Na contemporaneidade, essas metodologias são potencializadas pelo uso de tecnologias digitais que ampliam as formas de comunicação, interação e socialização entre os envolvidos no processo educativo. Este livro apresenta uma coletânea de resultados de pesquisas empíricas e cientificas de autores, integrantes de grupos de pesquisa, envolvidos no estudo das possibilidades pedagógicas de uso de tecnologias digitais e metodologias ativas na educação. Inclui a investigação sobre as percepções da docências e experiências de ensino acerca da utilização de metodologias de aprendizagem ativas no ensino superior como alternativas para o processo de ensino e aprendizagem.
Ano da edição: 2012 Autor: Adriano Larentes da Silva ISBN: 978-85-7897-102-1 Páginas: 169 Bem-vindos à versão digital e interativa do livro Fazendo cidade. Nesta obra, mais do que simplesmente ler, você poderá interagir com as inúmeras fontes históricas utilizadas, como fotografias, mapas, textos e, em aplicativos de leitura mais avançados, materiais em áudio e vídeo. Clique nos links e retorne à Vila Oeste, veja e ouça a mata sendo derrubada em nome do “progresso”. Maximize as imagens e observe os detalhes de uma cidade sendo feita e refeita por diferentes personagens. Sinta a emoção dos entrevistados, ouça os ruídos e as pausas das várias gravações feitas. Veja o passado sendo reconstruído, o entusiasmo da festa e mergulhe na simbologia do aniversário de São Miguel do Oeste. Enfim, deixe-se perder na história do extremo oeste e conheça de forma interativa acontecimentos importantes dessa região.
Ano da edição: 2022 Organizadores: Cristiani Fontanela; Andréa de Almeida Leite Marocco; Letícia de Cesaro Gabriel; Rodrigo Barichello. ISBN: 978-85-7897-334-6 Páginas: 58 Esta Cartilha tem por objetivo disseminar a cultura da Propriedade Intelectual, respondendo as principais dúvidas da área. Trata-se de um dos objetivos do projeto para a Manutenção e Consolidação do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (NITT) da Unochapecó junto ao Centro de Inovação Chapecó e ao Pollen Parque Científico e Tecnológico, submetido à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC.
Ano da edição: 2019 Coordenadora: Márcia Moreno; Bolsista: Alini Lopes ISBN: 978-85-7897-311-7 Páginas: 135 A obra aborda as exposições que aconteceram na Galeria Agostinho Duarte. Fundada em 11 de maio de 2011, a Galeria de Artes Agostinho Duarte é um ambiente artístico-cultural e está vinculada ao curso de Artes Visuais da Universidade Comunitária da Região de Chapecó - Unochapecó. Localizada no Bloco C, tem a finalidade de promover manifestações artísticas e culturais e de proporcionar a difusão das Artes Visuais em Chapecó, assim contribuindo para o desenvolvimento da região.
Entre os dias 14 e 17 de maio, acontece no Centro Cultural da UFRGS, em Porto Alegre (RS), a 32º Reunião Anual da ABEU (Associação Brasileira das Editoras Universitárias). A anfitriã do evento é a Editora da UFRGS. Com a participação da Editora Argos da Unochapecó nas reuniões desde a década de 1990, o encontro traz ao debate temas elementares, que permitem a melhor compreensão do contexto editorial acadêmico, além da análise de novos interesses e oportunidades, contribuindo para a atualização do conhecimento científico e a troca mútua de experiências.O evento conta com um Diálogo de abertura, variadas Rodas de conversa, Cursos no Abeu Técnico, atividades culturais, seminários e o Diálogo de encerramento. A professora e coordenadora da Argos, Rosane Natalina Meneghetti Silveira, estará presente no evento representando a Editora.
Os livros da coleção Vozes Vizinhas, generosamente escolhidos e editados por Raúl Antelo e Maria Lucia de Barros Camargo, coordenadores da coleção, colocaram em circulação no Brasil autores importantíssimos, como Daniel Link, Josefina Ludmer, Graciela Montaldo e Sylvia Molloy. A questão da leitura atravessa todas as obras e, mais do que isso, cada um desses livros propõe e debate um modo de ler a literatura e a cultura, como em Daniel Link, por exemplo, em que a leitura aparece como a “correlação de séries de sentido, uma que vem do objeto e outra que vem do sujeito”, ou da leitura como mediação, como vemos no início do texto da Sylvia Molloy, da leitura como avanços e recuos para pensar o gênero gauchesco, como está na estrutura do livro de Josefina Ludmer, ou da leitura como “imaginação territorial” (nas palavras de Ludmer), como aparece em Graciela Montaldo.Como se lê e outras intervenções críticas, de Daniel LinkOs escritos de Link mostram a originalidade de um olhar e de um tom. Moderno pós-moderno, vanguardista nos meios de comunicação e na universidade, seus ensaios são, antes de mais nada, a prova de que a crítica literária deve tomar caminhos laterais para chegar ao centro Foucault, ao centro Borges e ali assinalar aquilo que ainda não se vira. Seu trabalho sobre os gêneros recusa os regimentos de uma teoria canônica, porque tem a força de uma irregularidade inassimilável. A literatura e os estudos culturais não são, para Link, páginas de um atlas acadêmico, mas espaços onde se testa o conflito dos sentidos na sociedade contemporânea. Link escuta o presente restituindo-lhe à crítica um de seus (poucos) sentidos possíveis. (Beatriz Sarlo).Gênero gauchesco um tratado sobre a pátria, de Josefina LudmerNesta obra, Josefina Ludmer entra em contato com um outro universo verbal, sonoro, o gênero gauchesco, cuja a substância é a relação entre vozes ouvidas e palavras escritas. A autora utilizou os tons de vozes e posições do sotaque gaúcho para escrever este livro, onde as palavras são conceitos que estão em contato permanente.A propriedade da cultura: ensaios críticos sobre a literatura e indústria cultural na América Latina, de Graciela MontaldoSegundo Josefina Ludmer, pode ser reconhecida nesta antologia de ensaios de Graciela Montaldo, doutora em Letras pela Universidad de Buenos Aires, “uma das escrituras críticas do presente na América Latina”. A crítica da autora descarta “toda a estética e toda a fetichização da literatura; pensa em sua materialidade, nos suportes concretos do livro, na indústria literária e cultural, as editoras e as revistas. Também descarta binarismos e oposições como vanguardismo e literatura social. É, ao mesmo tempo, erudita, informativa e leve”. O desejo da autora é sair do confinamento nacional ou literário e sair, ainda, do confinamento no cânone: são lidos textos clássicos como “Fecundo”, “La cautiva" ou os de Rubén Darío, e até mesmo os de Enrique Gómez Carrillo e Jules Supervielle.”Vale o escrito a escrita autobiográfica na américa hispânica, de Sylvia MoloyTrata-se de um notável estudo sobre a autobiografia na América espanhola, escrito pela estudiosa argentina Sylvia Molloy, que se detém sob a leitura do significado dos extravios derota, de responsabilidade dos grandes escritores hispano-americanos. Molloy é professora catedrática na área de humanidades da Universidade de New York. Tradução de Antonio Carlos Santos.
A Feira do Livro da XI Semana de Ciência e Tecnologia tem como objetivo comercializar obras das editoras associadas da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU) que fazem parte do evento organizado pela Editora Unesc, bem como disponibilizar downloads gratuitos de e-Books. Os livros com a temática do evento (inteligência artificial) terão um destaque especial.A Feira inicia no dia 26 de outubro (segunda-feira) às 14 horas e encerra no dia 30 de outubro (sexta-feira). O evento abrange as áreas de Ciências da Saúde; Ciências, Engenharias e Tecnologias; Ciências Sociais Aplicadas; Humanidades, Ciências e Educação.A Editora Argos participará deste evento com o desconto de até 50%, não deixe de conferir as obras selecionadas especialmente para a feira! Acesse: http://sct2020.unesc.net/
Em comemoração ao Dia do Jornalista e ao Dia Mundial da Saúde, a Editora Argos oferece desconto de 40% em diversos livros que abordam temas relacionados às áreas de Jornalismo e Saúde. A promoção é válida na Loja Virtual <www.unochapeco.edu.br/argos> e na Livraria Universitária, de 7 a 9 de abril de 2017 ou enquanto durarem os estoques. * Frete não incluso. Promoção não acumulativa.
Este trabalho, organizado por Noeli Gemelli Reali, resulta de um universo diversificado de parcerias, trabalhos, estudos e experimentos “com o cinema”. Uma das razões da origem desta obra é o fato do cinema compor uma das mais vigorosas e complexas formas de dizer o mundo, de codificá-lo. Outro motivo foi o projeto Cinema na Universidade, que existiu na Unochapecó de 1998 a 2003 como parte de um dos trabalhos do, então existente, Programa Oeste no Plural. A cada edição do evento eram realizados debates a partir de filmes selecionados previamente.Em seis anos de existência do projeto, mais de cem debatedores contribuíram com comentários, opiniões e informações acerca dos grandes temas selecionados. Entre eles, profissionais, docentes universitários, de ensino médio e fundamental, profissionais liberais, intelectuais orgânicos de diversos movimentos sociais, ativistas políticos, cineastas, roteiristas e acadêmicos, alguns dos quais têm suas reflexões publicadas neste livro. A obra reúne ainda artigos dos professores Gerson Luiz Trombeta, doutor em Filosofia da UPF; Mauro Gaglietti, doutor em História; Márcia Helena Saldanha Barbosa, doutora em Teoria da Literatura e professora da UPF; Tatiana Bolivar Lebedeff, doutora em Psicologia do desenvolvimento e professora da UPF; Tania Mara Zancanaro Pieczkowski, mestre em Educação e professora da Unochapecó; Augusto da Silva, doutor em História e professor da Unochapecó; e Noeli Gemelli Reali, mestre em Educação e professora da Unochapecó. Entre os filmes analisados estão Tolerância Zero, O oitavo dia, Ladrões de Bicicleta, Pocahontas.O cinema pode ser considerado, além de um campo sólido e fértil de estudos e pesquisas, uma poderosa máquina de ensinar e aprender, assim como apontam vários estudos feministas, de gênero, pós-coloniais e dos estudos culturais. A disseminação de estudos como este significa disponibilizar à sociedade e à academia um artefato cultural e acadêmico inicial, tanto para ampliar à compreensão de mundo, quanto aliar-se a parcerias e experiências com outros/as pesquisadores/as e instituições.
Neste dia 4 de junho de 2019, a autora da Argos e professora Andrea Daher será homenageada com o título de Professora Emérita, concedido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O evento acontece no Salão Nobre da UFRJ e conta com a presença do Reitor da Universidade, professor Roberto Leher, e a Vice-Reitora, professora Denise Fernandes Lopez Nascimento. A entrada é franca.Sobre a autoraAndrea Daher é professora titular de Teoria e Metodologia da História no Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde coordena o Laboratório de Pesquisa em História das práticas letradas, além de ser pesquisadora do CNPq.
Na última quinta-feira (28/04), a Argos Editora da Unochapecó, em parceria com a Livraria Universitária, promoveu uma conversa com os autores do livro “Impactos socioambientais da implantação da hidrelétrica Foz do Chapecó”. Além das professoras organizadoras da obra, Márcia Luíza Pit Dal Magro, Arlene Renk e Gilza Maria de Souza Franco, pesquisadores da Universidade, que possuem textos publicados no livro, compartilharam suas experiências. A atividade faz parte das comemorações dos 24 anos da Editora.O livro traz pesquisas sobre os impactos da construção da Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó, que ocorreram entre 2005 e 2014, vinculados aos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em Políticas Sociais e Dinâmicas Regionais, em Ciências Ambientais e em Ciências da Saúde da Universidade. A obra contém também trabalhos de conclusão de curso de estudantes da graduação, dissertações de mestrado e artigos de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).No processo de implementação de uma hidrelétrica, destacam-se os impactos ambientais e os impactos sociais, principalmente com os moradores das áreas alagadas. Entre os capítulos do livro, estão estudos com os agricultores familiares e pescadores da região, estudos sobre a qualidade da água e do pescado, entre outros, como os processos de negociação com a população ribeirinha.De acordo com uma das organizadoras da obra, professora Márcia, com base em tantos impactos causados pelo empreendimento, o livro pergunta sobre a instalação da Usina. “Logo no primeiro capítulo, é questionada a real necessidade de implantação destes grandes empreendimentos hidrelétricos. O autor argumenta que hoje existem outras formas de produção de energia, que dariam conta de atender a demanda que temos, sem empreendimentos de grande porte que causem tanto impacto”, afirma.Entre os principais impactos ambientais, está a diminuição da quantidade de espécies que habitam aquela região, que não se adaptam à mudança do rio, e a intoxicação de peixes por metais pesados, pela água que não troca mais constantemente. Para as populações, as principais mudanças estão na qualidade do rio e nas relações pessoais da comunidade. “Esta situação acelera um processo que já é bastante discutido na região, que é a saída da população rural em direção às cidades. A chegada deste empreendimento impacta em todo um modo de viver desta população ribeirinha, que se organizava por meio da comunidade; algumas, inclusive, viviam ali por muitas gerações”, relata a professora.Conhecer para agirMais que divulgar o conhecimento científico sobre a nossa região, para Márcia, a obra possui um caráter de registro e exemplo para outras ocasiões. “A primeira função é o registro da nossa história para que a gente possa reconhecer e entender que transformações são essas e como elas afetam nosso cotidiano. A segunda contribuição é para que esse registro sirva de base para as negociações futuras, pois existem vários empreendimentos previstos e não realizados no rio Uruguai ainda”, assinala. A professora destaca que o trabalho contribuiu para visibilizar atores que geralmente são invisíveis, como é o caso dos pescadores.
O livro Ensinar Comunicação: desafios pedagógicos no ensino de Jornalismo e Publicidade reúne 15 artigos de professores de algumas das principais escolas de Comunicação do País. Cada artigo fala sobre experiências pedagógicas realizadas entre 2000 e 2009, nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Associação Educacional Luterana Bom Jesus/Ielusc, em Joinville. Os autores tratam sobre temas relevantes a quem tem interesse na formação superior nestas áreas: a constituição do projeto pedagógico; as exigências relativas aos trabalhos de conclusão de curso e ao estágio curricular; a transversalidade e a interdisciplinaridade; o ensino de pesquisa, redação, edição, fotografia, rádio, direção de criação e arte. Os textos reunidos nesta coletânea fazem referência, em maior e menor grau, a experiências pedagógicas do curso de comunicação da Ielusc. A partir delas, desenvolvem reflexões sobre aspectos relevantes aos interessados e estudiosos do ensino superior no Brasil. Os artigos foram organizados em três partes, a primeira reúne textos que discutem temas aplicados a quaisquer das habilitações na área (ou ao menos tanto Jornalismo quanto Publicidade e Propaganda), as duas seguintes focam em temas relativos especificamente a tais habilitações. Sobre os organizadores Jacques Mick é professor dos Programas de Pós-Graduação em Jornalismo e em Sociologia Política Universidade Federal de Santa Catarina, vinculado ao Departamento de Sociologia e Ciência Política, do qual é subchefe (2017-2019). Com graduação em Comunicação Social – Jornalismo pela UFSC (1992), tem mestrado e doutorado em Sociologia Política pela UFSC (1998, 2004) e pós-doutorado na Universidade de Lisboa (2014-2015). Foi subcoordenador e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política (PPGSP) entre 2015 e 2016. Foi professor visitante no Instituto de Estudos Políticos (Sciences Po) de Grenoble em 2014 e 2017. Coordena as pesquisas “GPSJor - Governança, produção e sustentabilidade para um jornalismo de novo tipo” e “Journalistic role performance around the globe - Etapa Brasil”, além de atuar no projeto internacional de investigação “flexMediaLives”. Coordena o “Laboratório de Sociologia do Trabalho (Lastro/UFSC)” e é um dos líderes do grupo de pesquisa “Metrópolis - Laboratório de Pesquisa Social”. Samuel Pantoja Lima é graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (1988), mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (1999) e doutor pelo mesmo programa (2005). Cursou o Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, tanto no mestrado quanto no doutoramento na área de “Mídia e Teoria do Conhecimento”, sob orientação dos professores Hélio Ademar Schuch (mestrado) e Nilson Lemos Lage (doutorado), ambos docentes do curso de jornalismo da UFSC. É professor do curso de jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (JOR/UFSC) desde 01/03/2016. É um dos coordenadores da pesquisa “Perfil profissional do jornalismo brasileiro” e integra a equipe da pesquisa “Journalistic role performance around the globe - Etapa Brasil”. É um dos coordenadores da pesquisa “Governança Social, Produção e Sustentabilidade para um jornalismo de novo tipo”, ora em curso. É pesquisador do Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO), do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política (UFSC), desde abril de 2014. Autor e co-organizador dos livros: “Perfil do Jornalista Brasileiro: características demográficas, políticas e do trabalho jornalístico em 2012” (2013), em coautoria com Jacques Mick; “"Reportagem, pesquisa e investigação” (2012), com Rogério Christofoletti; “Ensinar comunicação: desafios pedagógicos no ensino do Jornalismo e da Publicidade” (2012), com Jacques Mick; “Jornalismo científico e pesquisa na Amazônia”, com Manuel José de Sena Dutra; e “Quem são os funcionários do Banco do Brasil? Perfil sociodemográfico, político e do trabalho (2014), em coautoria com Jacques Mick; em 2016, lançou “Jornalismo, Crítica e Ética”, em coautoria com Francisco José Castilhos Karam.