A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Em Mito e literatura, o leitor encontrará essencialmente cinco aulas de hermenêutica. Na verdade, são autênticas master classes, dedicadas a cinco obras da literatura latino-americana do século XX que seg
Ano da edição: 2022 Organizadores: Maria Assunta Busato; Junir Antônio Lutinski ISBN: 978-65-88029-69-5 Páginas: 215 A Covid-19 surgiu no final do ano de 2019 e disseminou-se rapidamente, tornando-se um desafio em saúde pública no mundo todo. Esta obra reúne reflexões, resultados de pesquisas e proposições de pesquisadores brasileiros, argentinos e bolivianos, acerca de grupos populacionais singularmente afetados pela Covid-19 e aponta caminhos para o enfrentamento das vulnerabilidades geradas durante a pandemia. Apresentam-se reflexões acerca das estratégias e políticas públicas adotadas pelos governos e autoridades de saúde que podem servir de base teórica para enfrentamento de crises em saúde, como a pandemia de Covid-19.
Ano da edição: 2018 Autores: Ricardo Rezer; Luci Teresinha Marchiori dos Santos Bernardi; Tania Mara Zancanaro Pieczkowski; Leonel Piovezana; Ireno Antônio Berticelli; Nadir Castilho Delizoicov; Odilon Luiz Poli; Edivaldo José Bortoleto; Ivo Dickmann; Bruna Larissa Cecco; Daniela Dal-Cin ISBN: 978-85-7897-299-8 Páginas: 182 O livro ora apresentado, fruto de uma pesquisa financiada com recursos da Fapesc e da Unochapecó, é resultado de vários anos de investigação de professor@s do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Unochapecó, que vêm se debruçando sobre questões da formação continuada, no caso em tela, de professor@s da educação básica. O objetivo principal foi identificar e compreender os desafios políticos e epistemológicos que emergem no processo de formação continuada de professor@s da educação básica, tomando como referência ações/propostas realizadas no município de Chapecó (oeste do estado de Santa Catarina) ao longo dos últimos vinte anos. Tal movimento nos permitiu conhecer melhor nosso próprio contexto, bem como reconhecer de maneira mais clara, ponderada e sistematizada a complexidade de desafios de ordem política e epistemológica da formação continuada; sem dúvidas, um elemento a ser potencializado de forma crítica e orgânica no cotidiano da atuação docente na educação básica.
Ano da edição: 2018 Organizadores: Danielly Oliveira Inomata, Orestes Trevisol Neto ISBN: 978-85-7897-289-9 Páginas: 209 Ao considerar inovação como uma ação ou um ato de modificar, renovar ou criar de uma novidade, é factível entender que estão incorporados nesta obra 12 relatos de pesquisas brasileiras, conclusas ou não, que apontam caminhos ou estratégias diferentes aos habituais percursos que são construídos para examinar as questões inerentes à Biblioteconomia e à Ciência da Informação. Sob esta concepção, esta obra, de iniciativa dos professores do curso de Biblioteconomia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) e da Universidade Federal do Amazonas, se debruça para examinar a inovação na Biblioteconomia sob diferenciados contextos, a saber: o tecnológico e seu emprego no aperfeiçoamento da oferta de produtos e serviços; o da promoção de informações dispostas em diferenciados ambientes para consumo de públicos diversificados; o da informação enquanto elemento construtivo dos processos de inovação e prospecção tecnológica; o do empreendedorismo; e o da imagem, seja ela institucional, seja ela urbana, denotando a transversalidade das temáticas tratadas.
Ano da edição: 2024 Organizadores: Daniela Leal, Marilandi Maria Mascarello Vieira, Odilon Luiz Poli ISBN: 978-85-7897-367-4 Páginas: 331 Diante de uma sociedade cada vez mais imediatista e capitalista, refletir sobre a educação como processo de formação humana exige de nós educadores, acima de tudo, repensar as tradições teóricas e filosóficas presentes em nossas práticas cotidianas, especialmente em relação à contemporaneidade, bem como recolocar em discussão as dimensões ética e política que amparam a educação em nosso país. Tal reflexão implica um esforço hermenêutico tanto para explicitar o lugar e o papel da educação, como para desvelar a prática educacional a partir das mudanças histórico-culturais da atualidade. Para tanto, a obra "Entre saberes e práticas: olhares diversos à formação humana", tem por objetivo discutir a multiplicidade de olhares que perpassam a formação humana e o caminhar pelo desenvolvimento, em todas as fases da vida e em diferentes culturas, como forma de olhar para as diversas questões sociais, culturais, políticas e econômicas que permeiam tanto os saberes quanto as práticas presentes no fazer diário da educação. Assim, convidamos vocês, leitores e leitoras, a visitarem cada capítulo desta obra e se adentrarem pelos diversos olhares sobre a formação humana.
Ano da edição: 2015 Organizadores: Delmir José Valentini, Gerson Witte, Mirian Carbonera, Ademir Miguel Salin e André Luiz Onghero ISBN: 978-85-7897-154-0 Páginas: 241 A Guerra do Contestado (1912-1916) se transformou num marco da historiografia catarinense e brasileira, sendo objeto de muitos livros, teses, dissertações e artigos. É também tema de músicas, poesias, peças de teatro, documentários e filmes. A fotografia é um meio de imortalizar momentos e por isso está relacionada à memória, lembranças individuais ou coletivas. Com esta percepção, reunimos nesta obra imagens fotográficas contemporâneas e históricas a partir dos temas: paisagem, fauna, águas, trilhas e veredas, ocupação humana, religiosidade, ferrovia, extração de madeira, cidades e Guerra do Contestado. As imagens contemporâneas foram produzidas por diferentes autores e selecionadas por meio de concurso. As fotografias históricas fazem parte do acervo da família de Claro Gustavo Jansson, um dos poucos fotógrafos que percorreu a região contestada na primeira metade do século XX. Com esta obra, procuramos fazer um contraponto entre imagens produzidas no período da guerra e cenas da região na atualidade.
Ano da edição: 2020 Organizadores: Flávio Braga de Freitas; Márcia Luíza Pit Dal Magro; Elizangela Felipi ISBN: 978-85-7897-323-0 Páginas: 303 O GDH se caracteriza como uma tecnologia social, tendo em vista seu caráter participativo e inovador para capacitar os profissionais de diferentes áreas de formação e atuação para o trabalho com grupos, bem como ofertar esses grupos no interior dos serviços públicos. Também porque o GDH é construído a partir da necessidade local de ajudar as pessoas a lidarem com situações que geram sofrimento psíquico, problema que emerge como importante demanda de usuários de diferentes políticas públicas, e como desafio para os profissionais que atuam nas mesmas. Os grupos realizados nos serviços por meio do GDH se assentam nos referenciais teóricos dos grupos operativos, nos fundamentos psicanalíticos e na teoria da complexidade, dando origem a uma abordagem denominada de Grupos Interativos. Esta pressupõe características horizontalizadas, em que os participantes do grupo discutem seus problemas, falam sobre seus conflitos humanos e em conjunto buscam solução dos mesmos. A partir dos fundamentos que sustentam essa proposta de intervenção e a forma como ela é organizada e conduzida, torna-se possível um espaço qualificado de sustentação para compartilhar e elaborar dramas humanos os quais veiculam potencialidades adoecedoras. Nesses espaços em que o falar e o escutar, escutar-se, ser escutado, escutar o outro, reverbera um efeito terapêutico, amplia-se a capacidade de cada participante do grupo para se desenvolver como pessoa, o que o torna capaz de lidar com os problemas inerentes ao processo de viver a vida sem ou com menos adoecimentos. Com isso, pretende-se trabalhar em prol da diminuição da patologização, da cristalização da doença e, assim, evitar consultas clínicas, exames complementares desnecessários e a prescrição medicamentosa excessiva. Esta tecnologia social pode contribuir assim, com a diminuição dos gastos desnecessários com doenças e ajudar a aliviar os encargos sociais relacionados a elas. Como desdobramento, contribuir com a gestão pública no investimento em práticas preventivas e de promoção da saúde.
Ano da edição: 2015 Organizadores: Maria Lucia Marocco Maraschin e Cézar da Silva Camargo ISBN: 978-85-7897-152-6 Páginas: 209 Através de artigos que tipificam a universidade comunitária, explicitando seus vínculos e compromissos sociais: uma universidade originária da comunidade e fiel aos seus propósitos, isto é, atenta as suas demandas, está obra relata experiências e propõe reflexões, oriundas dos atividades extensionistas da Universidade Comunitária da Região e Chapecó (Unochapecó) e que materializam assim tanto possibilidades de interlocução da Universidades com a comunidade loco-regional, como possibilidades de articulação entre a extensão, o ensino e a pesquisa.
Ano de edição: 2025 Autor: Éverton Barbosa Correia ISBN: 978-85-7897-388-9 Páginas: 208 Na equação crítica reformulada, não é mais apenas a lucidez criativa, purgada dos restos da experiência e devota da geometria sutilmente perturbada, que responde pela ordem convidativa dos espaços internos da obra cabralina, [...], mas também os limites e as possibilidades de uma vida (alegadamente) silenciada, ainda que – [...]– redesenhados e universalizados pelo fio da escrita. Ou, no resumo agudo de Éverton Correia Barbosa: “observando a obra de João Cabral em cada uma de suas composições, temos a impressão de que quem fala é o objeto, quando na verdade existe um sujeito imperativo a ditar medidas e tons para que as coisas falem. E estas só falam quando chanceladas pelo seu timbre”. O mérito maior deste livro, nada desprezível, talvez resida precisamente neste escopo: a partir de um ponto de vista próprio e original, fazer crescer o que já é grande, mostrar uma pessoa e suas circunstâncias, nada triviais, genial e objetivamente inscritas nos versos. Trecho do prefácio, escrito por Fábio de Souza Andrade
“Continuidades efêmeras”, publicada pela Argos Editora da Unochapecó, é uma obra que reflete sobre discursos que construíram um fragmento da história do periodismo cultural das últimas décadas, girando em torno de algumas revistas literárias e culturais brasileiras. Analisando questões como valor, identidade, cânone e pluralismo, estabelece uma ponte entre essas.O mencionado projeto agrupa pesquisadores de iniciação científica, mestrado e doutorado, que visam procurar e acrescentar todas as informações em um banco de dados e analisar o periodismo que circulou, ou circula, no Brasil dos anos 1970 aos dias atuais, com o objetivo de analisar as linhagens críticas e poéticas formadoras de nosso campo cultural. A obra foi escrita a partir da análise de duas revistas cariocas que circularam nas últimas décadas no Brasil: 34 Letras e José – Literatura, Crítica & Arte.Sobre a autoraSimone Dias possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC, 1990) e é formada no Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e bacharel em Administração, mestrado (2000) e doutorado (2005) em Teoria Literária pela UFSC. Atua na área de Comunicação organizacional e é professora da Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). É professora do Mestrado Profissional em Práticas Transculturais na Unifacvest. Atua, ainda, em cursos de especialização em Gestão e Multimídia. Sócia e gestora de projetos da empresa Contexto Digital, com foco em educação corporativa, mídias digitais e EAD.
Representantes do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (Ceom), da Unochapecó, participaram do 5º Fórum Catarinense de Museus, que este ano aconteceu em Laguna, entre os dias 15 e 17 de julho. Na ocasião, Aline Bertoncello e Adrieli Rodrigeri foram eleitas coordenadora e vice, respectivamente, e assumem a gestão da Rede de Educadores de Museus de Santa Catarina (REM-SC).O Fórum Catarinense de Museus é o maior evento do setor museológico de Santa Catarina e neste ano contou com mais de 260 participantes inscritos, dentre eles, houve uma grande participação de profissionais que atuam nos museus e centros de memória de Chapecó e região. Também aconteceram encontros paralelos dos museólogos, dos conservadores e, em destaque, dos profissionais da REM-SC.O principal objetivo foi refletir, debater e aprovar o Estatuto Catarinense de Museus. Outras oficinas também marcaram o evento, como as de gestão, documentação museológica e turismo, que apresentaram a história da rede para discutir a Política Nacional de Educação Museal (PNEM).Para a técnica em Educação Patrimonial do Ceom, Aline Bertoncello, é de extrema importância assumir a coordenação do REM-SC para descentralizar e trazer para o oeste catarinense atividades que antes só ocorriam no litoral do estado. “Esta gestão está marcada pela grande maioria dos participantes do oeste. Desta forma, a proposta será dar continuidade ao primoroso trabalho que já vem sendo feito, mas ao mesmo tempo levar o olhar da nossa região para as discussões sobre a atuação dos educadores no campo museal, pois conhecemos de perto a realidade e as necessidades regionais”, afirma. * Com informações do Ceom. A Editora Argos gostaria de parabenizar as técnicas por esta grande conquista! “Chagas reconhece que há uma veia poética pulsando em cada museu e afirma que há uma gota de sangue em cada um deles, parafraseando Mário de Andrade, quando esse afirma que há uma gota de sangue em cada poema.” – Trecho do livro “Há uma gota de sangue em cada museu”, obra da Argos publicada em parceria com o Ceom.
Na manhã do dia 26 de outubro, a autora do livro “Entre ilustres e anônimos: a concepção de história em Machado de Assis”, Raquel Campos, fez o lançamento de sua obra em Chapecó. A autora já havia feito outro lançamento da obra em Goiânia, onde reside atualmente. O lançamento do livro ocorreu na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), onde participou do II Colóquio de História e Linguagens. Raquel Campos, professora da Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás e pesquisadora da obra de Machado de Assis, acerca do assunto, já publicou artigos e, agora, lança sua obra, que explora as transições de Machado de Assis. Confira a entrevista que a autora concedeu à Editora clicando aqui
Entre os dias 14 e 17 de maio, acontece no Centro Cultural da UFRGS, em Porto Alegre (RS), a 32º Reunião Anual da ABEU (Associação Brasileira das Editoras Universitárias). A anfitriã do evento é a Editora da UFRGS. Com a participação da Editora Argos da Unochapecó nas reuniões desde a década de 1990, o encontro traz ao debate temas elementares, que permitem a melhor compreensão do contexto editorial acadêmico, além da análise de novos interesses e oportunidades, contribuindo para a atualização do conhecimento científico e a troca mútua de experiências.O evento conta com um Diálogo de abertura, variadas Rodas de conversa, Cursos no Abeu Técnico, atividades culturais, seminários e o Diálogo de encerramento. A professora e coordenadora da Argos, Rosane Natalina Meneghetti Silveira, estará presente no evento representando a Editora.
Mario de Souza Chagas é Museólogo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é diretor do Instituto Brasileiro de Museus e membro do conselho consultivo da Universidade Comunitária da Região de Chapecó. Na palestra, Chagas vai abordar o pensamento museológico do autor Mário de Andrade, através da análise da obra “Há uma gota de sangue em cada museu: uma ótica museológica de Mário de Andrade”, na qual o jovem Chagas parafraseia a obra de Andrade, que, durante a Primeira Guerra Mundial, afirmava em seu primeiro livro: “Há uma gota de sangue em cada poema.” A paráfrase ancora-se na identificação de uma veia poética pulsando nos museus e na convicção de que tanto no poema quanto no museu há “um sinal de sangue” a lhes conferir uma dimensão humana. Admitir a presença de uma gota de sangue nos museus significa também aceitá-los como arenas, espaços de conflito e campos de tensão.A palestra acontecerá na quinta-feira, dia 9 de junho, das 19h às 21h, na Oficina Cultural Casa Mário de Andrade, localizada na Rua Lopes Chaves, 546, bairro Barra Funda, São Paulo. A obra “Há uma gota de sangue em cada museu: uma ótica museológica de Mário de Andrade” estará disponível para vendas no local.
A obra “Formação humana na sociedade do espetáculo”, lançamento da Argos em parceria com a Editora da Unesc, esclarece uma ideia de cruzamento entre os aspectos fundamentais da educação e a sociedade do espetáculo, apresentada por Guy Debord, a retratar o episódio de maio de 1968.A obra está dividida em três partes temáticas. A primeira parte do livro, intitulada “‘Não nos prendamos ao espetáculo da contestação, mas passemos à contestação do espetáculo’: Guy Debord, maio de 68 e a sociedade do espetáculo”, propõe-se a discussão sobre o lugar da figura de Debord no contexto de maio de 1968, bem como, o legado e a atualidade do livro “A sociedade do espetáculo” (1967) passados cinquenta anos desde sua publicação. A segunda parte, “‘A ação não deve ser uma reação, mas uma criação’: Educação, mercadoria e heróis espetaculares”, busca investigar a potência crítica da educação e o que significa falar em formação humana quando ela se inferioriza à crescente espetacularização e mercantilização dos espaços e processos educativos e formativos. A terceira e última parte, “‘Corram, camaradas, o velho mundo está atrás de vocês’: Espetáculo, literatura, bem-estar e morte”, aborda a relação entre os estudos literários e a sociedade da imagem e do espetáculo, passando também por uma “teoria da burrice” e por reflexões acerca da didática da história.Organizada pelos docentes André Cechinel e Rafael Rodrigo Mueller, esta obra tem como objetivo central questionar a “formação humana” com base nos principais fundamentos da nossa educação e os modelos culturais e formativos impostos sob ares pseudodemocráticos, motivando o leitor a sair de sua zona de conforto. Sobre os organizadores André Cechinel: doutor em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Atua nas seguintes áreas de pesquisa: Educação e ensino de literatura, Literaturas estrangeiras modernas, Teoria literária e literatura comparada. Além de outras obras, é autor do estudo “O referente errante: The Waste Land e sua máquina de teses” (Argos; Ediunesc, 2018), sobre o poema de T.S. Eliot. Rafael Rodrigo Mueller: mestre e doutor em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGE/UFSC) e professor dos Programas de Pós-Graduação em Educação (PPGE) e de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Atua principalmente nos seguintes campos de estudo: Trabalho, Tecnologia e Educação (TTE); Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS); e Estudos Organizacionais e Críticos.
A Associação Brasileira das Editoras Universitárias realiza sua terceira feira on-line de comercialização de livros de 2020. Este modelo de evento se mostrou bem-sucedido em um ano de diversas privações para o mercado editorial, permitindo melhores oportunidades de compra para os leitores e maior acesso às obras. Portanto, com início nesta terça-feira, entre 15 e 18 de setembro, teremos a Feira Virtual da ABEU: Cultura, que comercializará títulos da área com descontos e oferecerá obras para download gratuito. O evento integrará o XVI Enecult – Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura.A nova Feira virtual acontece nos mesmos moldes dos eventos anteriores, em um novo endereço: www.feirabeu.wixsite.com/abeu. O site irá atuar como uma vitrine digital para as editoras anunciarem as obras que estão comercializando. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra. Em outras palavras, o site da Feira funciona como um hub para que o consumidor entre em contato com as obras oferecidas pelas associadas da ABEU. Para a ocasião, teremos livros com até 50% de desconto, além de e-books para compra e download gratuito. Desta vez, no Instagram da ABEU, também haverá um sorteio de um kit de livros para cada dia do evento. Os seguidores do perfil deverão marcar dois amigos nos posts do sorteio para concorrer a obras que estarão sendo comercializadas na Feira.ENECULT – O XVI Enecult é realizado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), por meio do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT), Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (Pós-Cultura) do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC) e Faculdade de Comunicação (Facom). O evento, como tantos outros este ano, será realizado on-line, pelo canal do Enecult no YouTube, e, pelas limitações do formato, não contará com algumas atividades que faziam parte do Encontro, como é o caso das apresentações de trabalhos inscritos em nossos 20 Grupos de Trabalho (GTs). No entanto, haverá, durante os 4 dias do XVI Encontro, um total de nove mesas que debaterão temas relevantes para a cultura na contemporaneidade, além de uma programação cultural feita por intermédio de grupos e instituições parceiras.
Trata-se de um notável estudo sobre a autobiografia na América espanhola, escrito pela estudiosa argentina Sylvia Molloy, que se detém sob a leitura do significado dos extravios de rota, de responsabilidade dos grandes escritores hispano-americanos. Molloy é professora catedrática na área de humanidades da Universidade de New York.Com a tradução de Antonio Carlos Santos, a obra articula a literatura à ética, pelos elementos autorreflexivos que fazem a graça e a perdição do texto autobiográfico. Sua escrita é o meio pelo qual descreve elementos como lembrança, ficção e autorretrato.