A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Em Mito e literatura, o leitor encontrará essencialmente cinco aulas de hermenêutica. Na verdade, são autênticas master classes, dedicadas a cinco obras da literatura latino-americana do século XX que seg
Organizadoras: Michele Domingos Schneider, Almerinda Tereza Bianca Bez Batti Dias, Elisa Netto Zanette Cada vez mais frequentes no âmbito educacional, os debates e as reflexões têm enfatizado a necessidade de implementar formas de ensino diferenciadas, na busca de melhores estratégias que atendam a contextos sociais e profissionais emergentes. As metodologias ativas no ensino superior se caracterizam como estratégias que possibilitam o protagonismo dos estudantes na elaboração do conhecimento, do desenvolvimento de competências e na sua efetiva aprendizagem, com a mediação de docentes, que buscam inovas no processo de ensino. Na contemporaneidade, essas metodologias são potencializadas pelo uso de tecnologias digitais que ampliam as formas de comunicação, interação e socialização entre os envolvidos no processo educativo. Este livro apresenta uma coletânea de resultados de pesquisas empíricas e cientificas de autores, integrantes de grupos de pesquisa, envolvidos no estudo das possibilidades pedagógicas de uso de tecnologias digitais e metodologias ativas na educação. Inclui a investigação sobre as percepções da docências e experiências de ensino acerca da utilização de metodologias de aprendizagem ativas no ensino superior como alternativas para o processo de ensino e aprendizagem.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Cristiano Reschke Lajús, Fábio José Busnello, Aline Vanessa Sauer, Magdalena Reschke Lajús Travi e Francieli Dalcanton ISBN: 978-85-7897-386-5 Páginas: 276 A obra Tecnologia e gestão da inovação em sistemas de produção sustentáveis – vol. 3, coordenada pelo Curso de Agronomia, tem por objetivo proporcionar aos acadêmicos um espaço institucional para apresentação e discussão de seus trabalhos de pesquisa, promovendo o intercâmbio entre estudantes de graduação e graduados que participaram de Iniciações Científicas na disciplina de Fisiologia Vegetal (4º período) do Curso de Agronomia. A Iniciação Científica está voltada para a valorização do estudante e constitui-se em significativa oportunidade de o acadêmico conhecer a vertente da pesquisa para inserção no mercado de trabalho. Esta experiência poderá fazer a diferença no futuro profissional do discente. A importância da Tecnologia e gestão da inovação em sistemas de produção sustentáveis no desenvolvimento da pesquisa no Curso de Agronomia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (UNOCHAPECÓ) reflete diretamente na aproximação do ensino versus pesquisa, ou seja, a relação: teoria versus prática, facilitando o processo ensino aprendizagem. Por esta razão, a participação dos acadêmicos no referido seminário, seja como autor, seja simplesmente com a presença em plenário, torna-se um significativo incentivo à divulgação das pesquisas realizadas no Curso de Agronomia da UNOCHAPECÓ.
Ano da edição: 2022 Organizadores: Cristiani Fontanela; Andréa de Almeida Leite Marocco; Letícia de Cesaro Gabriel; Rodrigo Barichello. ISBN: 978-85-7897-334-6 Páginas: 58 Esta Cartilha tem por objetivo disseminar a cultura da Propriedade Intelectual, respondendo as principais dúvidas da área. Trata-se de um dos objetivos do projeto para a Manutenção e Consolidação do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (NITT) da Unochapecó junto ao Centro de Inovação Chapecó e ao Pollen Parque Científico e Tecnológico, submetido à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC.
Ano de edição: 2025 Organizadora: Carla Rosane Paz Arruda Teo ISBN: 978-85-7897-392-6 Páginas: 166 Este livro é, portanto, um dos produtos gerados no âmbito deste projeto, que se configura em um movimento de − antes de negar ou de aderir ingenuamente − resistir aos desafios contemporâneos apontados, que induzem e reforçam o individualismo, a competitividade, os desequilíbrios nas relações de poder e no reconhecimento do valor social das diferentes profissões, fragmentando o trabalho e fragilizando a atenção à saúde. Assim é que a obra está organizada na direção de abordar e responder aos princípios da educação interprofissional elencados (Barr; Low, 2012; Barr; Low, 2013; Barr et al., 2017), em uma tessitura que incorpora os demais elementos temáticos mencionados e que, aqui, nos interessam.
Ano da edição: 2018 Autores: Ricardo Rezer; Luci Teresinha Marchiori dos Santos Bernardi; Tania Mara Zancanaro Pieczkowski; Leonel Piovezana; Ireno Antônio Berticelli; Nadir Castilho Delizoicov; Odilon Luiz Poli; Edivaldo José Bortoleto; Ivo Dickmann; Bruna Larissa Cecco; Daniela Dal-Cin ISBN: 978-85-7897-299-8 Páginas: 182 O livro ora apresentado, fruto de uma pesquisa financiada com recursos da Fapesc e da Unochapecó, é resultado de vários anos de investigação de professor@s do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Unochapecó, que vêm se debruçando sobre questões da formação continuada, no caso em tela, de professor@s da educação básica. O objetivo principal foi identificar e compreender os desafios políticos e epistemológicos que emergem no processo de formação continuada de professor@s da educação básica, tomando como referência ações/propostas realizadas no município de Chapecó (oeste do estado de Santa Catarina) ao longo dos últimos vinte anos. Tal movimento nos permitiu conhecer melhor nosso próprio contexto, bem como reconhecer de maneira mais clara, ponderada e sistematizada a complexidade de desafios de ordem política e epistemológica da formação continuada; sem dúvidas, um elemento a ser potencializado de forma crítica e orgânica no cotidiano da atuação docente na educação básica.
Ano da edição: 2022 Organizadores: Saulo Gomes Thimóteo; Valdir Prigol ISBN: 978-65-88029-64-0 Páginas: 180 Chega mais perto e contempla as palavras. Cada uma tem mil faces secretas sob a face neutra e te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou terrível que lhe deres: Trouxeste a chave? “Procura da poesia” Carlos Drummond de Andrade
Ano da edição: 2019 Organizador: Alexsandro Stumpf ISBN: 978-85-7897-318-6 Páginas: 222 Todos os textos aqui apresentados demonstram a articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão nas diversas áreas do conhecimento. São trabalhos desenvolvidos tanto por estudantes e professores da Unochapecó, quanto por pesquisadores e estudiosos de outras instituições de ensino, visto que a 8ª edição, o SIEPE buscou tornar ainda mais visível toda esta vasta produção acadêmica. Diante da temática “A aproximação dos grupos de pesquisa da universidade”, o evento de 2018 atingiu o recorde de participantes.
Ano da edição: 2015 Organizadores: Maria Lucia Marocco Maraschin e Cézar da Silva Camargo ISBN: 978-85-7897-152-6 Páginas: 209 Através de artigos que tipificam a universidade comunitária, explicitando seus vínculos e compromissos sociais: uma universidade originária da comunidade e fiel aos seus propósitos, isto é, atenta as suas demandas, está obra relata experiências e propõe reflexões, oriundas dos atividades extensionistas da Universidade Comunitária da Região e Chapecó (Unochapecó) e que materializam assim tanto possibilidades de interlocução da Universidades com a comunidade loco-regional, como possibilidades de articulação entre a extensão, o ensino e a pesquisa.
Para entrar no clima do aniversário de Chapecó, a Editora Argos promove na terça-feira (22/08) o evento “Transformando o Conhecimento Regional”. A ação faz parte do calendário oficial de eventos em comemoração dos 100 anos do município e inicia às 19h, no auditório do bloco G da Universidade. A entrada é gratuita e aberta ao público.O evento é especial. Além de integrar a programação da cidade, faz parte de uma série de atividades pensadas também para comemorar os 25 anos da Editora Argos e do projeto Centenário de Chapecó, da Unochapecó. Segundo a coordenadora da Editora, professora Rosane Silveira, ele contará com um debate entre sete autores que publicaram pela Editora obras sobre temas e questões regionais. “A ideia foi uma iniciativa da equipe para refletir questões que nos dizem respeito, além de registrar a importância e a participação da Unochapecó na história da cidade, construída por muitas pessoas e por seus olhares diversos.”Ela comenta ainda que os autores terão um tempo estipulado para abordar a pesquisa que realizaram e publicaram em parceria com a Editora nestes 25 anos de história. Todos os trabalhos apresentados têm como temática a região oeste catarinense.Segunda ediçãoOutro debate já está programado. Ele acontece em outubro e, desta vez, abordará o tema “Livros e Leituras: Construção de Saberes”. Segundo Rosane, a Editora Argos surgiu com o objetivo de divulgar o conhecimento produzido na Unochapecó em termos de pesquisa. Essa série de ações foi uma forma encontrada pela equipe de socializar o conhecimento com a comunidade. Fonte: https://www.unochapeco.edu.br/noticias/regiao-oeste-e-tema-de-debate-promovido-pela-editora-argos
De 28 a 30 de outubro acontece a 9ª edição do Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó (SIEPE), com o tema “Inovação e ação social: empreender para o bem da vida”. Seu foco é debater como pesquisas, atividades de ensino e projetos de extensão universitários contribuem para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.Neste ano, o objetivo principal do SIEPE é aproximar a comunidade do meio acadêmico, realizando uma troca de experiências. A Editora Argos estará presente no evento para venda e divulgação das obras!
“Como e por que sou professor de literatura e outros estudos de história, crítica e teoria literárias” é o lançamento da Argos, do autor Roberto Acízelo de Souza. A obra reúne trabalhos de diversas datas que vão de 1986 até 2019, que procuram articular as dimensões historiográfica, analítica e teórica, distribuídas em subconjuntos correspondentes à dimensão dominante em que cada uma se apresenta no decorrer da obra. O texto “Como e por que sou professor de literatura”, que dá nome à edição, por sua singularidade no conjunto, ocupa posição especial, aparece segmentado em partes providas de intertítulos e com o acréscimo, em notas, dos nomes de professores mencionados no texto, figuras públicas às quais o autor pretende prestar gratidão e homenagem. Este volume, além de abordar uma reflexão sobre a formação acadêmica e trajetória profissional do autor, reúne ensaios diversos sobre questões da literatura distribuído em três partes e tem o objetivo de acrescentar-se aos anteriores "Variações sobre o mesmo tema" (2015) e "E a literatura, hoje?" (2018), ambos publicados pela Editora Argos. A obra em si destina-se não apenas a professores e estudantes de Letras, mas também a leitores de outras áreas interessados em temas culturais variados. Sobre o autorRoberto Acízelo de Souza graduou-se em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, pós-graduou-se em teoria da literatura (mestrado e doutorado) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e fez estudos de pós-doutorado em literatura brasileira na Universidade de São Paulo. Foi professor de teoria da literatura na Universidade Federal Fluminense, e atualmente é professor titular de literatura brasileira na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Entre suas publicações, figuram: Formação da teoria da literatura: inventário de pendências e protocolo de intenções (1987), O império da eloquência: retórica e poética no Brasil oitocentista (1999), iniciação aos estudos literários: objetos, disciplinas, instrumentos (2006), Introdução à historiografia da literatura brasileira (2007), Historiografia da literatura brasileira: textos fundadores – 1825-1888 (2014), História da literatura: trajetória, fundamentos, problemas (2014), Do mito das Musas à razão das Letras: textos seminais para os estudos literários – século VII a.C- século XVIII (2014), Variações sobre o mesmo tema: ensaios de crítica, história e teoria literária (2015), Um pouco de método: nos estudos literários em particular e nas humanidades em geral (2016), Na aurora da literatura brasileira: olhares portugueses e estrangeiros sobre o cânone nacional em formação – 1805-1885 (2017), E a literatura, hoje? Estudos de crítica, história e teoria literárias (2018), Teoria da literatura: trajetória, fundamentos, problemas (2018).
O estudo das autoras sobre a “governança democrática” se deu em torno da discussão da função social da propriedade; para elas, o exercício dessa função social possibilitaria ao poder público municipal, por meio do Plano Diretor, exigir do proprietário o cumprimento do uso do seu imóvel para atendimento de um interesse social. O estudo empírico que segue mostra a experiência de três municípios da região oeste de Santa Catarina: Chapecó, Xanxerê e Concórdia.Em Chapecó, observaram que o pacto social, mesmo tendo sido estabelecido no momento de elaboração do Plano Diretor Participativo, não é garantia de uma gestão democrática após a aprovação desse plano.Em Xanxerê, observaram que não houve qualquer preocupação com os interesses da coletividade no projeto aprovado pela Câmara de Vereadores; portanto, nenhum sinal de um pacto social firmado foi identificado.Em Concórdia, identificou-se uma experiência que mostra, no mínimo, dois aspectos centrais na definição de um Plano Diretor Participativo: uma leitura consensuada da realidade urbana, que faz com que um pacto social seja facilmente construído; e a existência de um ator técnico com sensibilidade à participação, que faz com que as distâncias dos diferentes saberes possam convergir.
A obra “Pesquisa em educação: métodos e epistemologias” vai receber sua 3º reedição no ano de 2018 em formato e-Book. Nela, o autor Silvio Sánchez Gamboa realiza uma investigação sobre matrizes filosóficas e os marcos epistemológicos da pesquisa em educação no Brasil. Reunindo as teses de mestrado e doutorado realizadas nos principais programas de pós-graduação do País e analisando as temáticas mais estudadas, mostra o referencial teórico dominante e as articulações políticas e institucionais desses estudos. Os trabalhos do autor, além de oferecerem um quadro analítico sobre as matrizes epistemológicas da produção teórica no campo da educação no brasil, viraram uma forma referencial de investigação, uma lição de método, um caminho teórico e uma direção para prática para estudos e pesquisas similares ou de continuidade. Nesta obra um síntese foi publicada, mostrando uma eficiente avaliação dos fundamentos, procedimentos e impactos da diversidade das pesquisas em educação.
Na última terça-feira (27/08), o autor e professor Dr. Paulino Eidt, autor da obra “Os sinos se dobram por Alfredo”, foi homenageado com uma placa comemorativa pela publicação de sua obra e pela sua contribuição para a história e memória regional. Paulino foi homenageado durante a VIII Aula Inaugural do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação, que contou com uma palestra ministrada pelo autor. Paulino também foi homenageado pelo Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (CEOM) e pelo professor e amigo Ireno Antônio Berticelli.Para conferir as fotos do evento, clique aqui.
No dia 24 de novembro, Roberto Acízelo de Souza, autor da obra “E a literatura, hoje?”, foi mencionado na coluna do jornalista Merval Pereira, após o recebimento do prêmio Senador José Ermírio de Moraes, edição 2019. O prêmio é uma parceria da Academia Brasileira de Letras (ABL) e do Grupo Votorantim.Confira abaixo o texto completo. “Em defesa da culturaA entrega esta semana pela Academia Brasileira de Letras (ABL) do Prêmio Senador José Ermírio de Moraes de 2019 ao professor e escritor Roberto Acízelo de Souza, autor do livro “E a literatura, hoje?”, reunião de estudos de crítica, história e teoria literárias, transformou-se em palco para a defesa da cultura, tão desprezada pelas políticas governamentais, como base para o desenvolvimento de um país, e do ensino do português como fator de avanço da sociedade.O prêmio é destinado “a autor brasileiro por obra de qualquer gênero que traga efetiva contribuição à cultura brasileira que tenha sido editada em português, por editora nacional, no ano anterior ao da concessão”. A comissão que concedeu o prêmio, presidida por Marcos Vilaça e composta por Celso Lafer, Alberto Venancio e Evanildo Bechara, teve como relator Domício Proença Filho, que, em nome da ABL, destacou sua importância “no momento em que os rumos da cultura brasileira são marcados por questionamentos e por políticas pautadas em avaliações impressionistas”. Classificou a obra de Roberto Acízelo de Souza de “um bastião de resistência e de tomada de posição em defesa da arte literária”.O premiado demonstrou angústia “em face das práticas políticas tão cruéis e primitivas que nesse momento tanto degradam a vida nacional” e revelou que se sente a cada dia mais comprometido em resgatar valores, “tendo em vista a pobreza material e cultural que oprime a maioria do nosso povo, como se vê Brasil a fora, e de modo particularmente doloroso no nosso triste Rio de Janeiro, ora submetido a desgovernos nos três níveis da administração pública, tão degradada pela mistura perversa de estupidez, crueldade, cinismo, fundamentalismo e autoritarismo”.O representante do Grupo Votorantim, José Pastore, destacou o papel da ABL “na defesa e na difusão da boa língua”, e especificamente a literatura “como instrumento da formação humanística da juventude”. A defesa da língua portuguesa “é crucial para o sucesso das pessoas e o avanço das sociedades modernas: todos dependem de bem pensar e, portanto, de bem utilizar a linguagem”.Pastore lembrou que na sua atuação de pesquisador do mercado de trabalho, constata quanto a língua é crucial para a conquista e a manutenção de um emprego. “Para o empregador dos dias atuais, não há dúvida: quem escreve bem e entende o que lê, pensa bem. Quem escreve mal e não entende o que lê, pensa mal”.Por isso, lamentou que o ensino da língua no Brasil tem se deteriorado na maioria das escolas. “O resultado está aí. Nossos jovens tiram as piores notas no exame do Pisa. Pior ainda: 90% dos candidatos ao exame da Ordem dos Advogados do Brasil são reprovados anualmente por deficiências em português. E assim ocorre com várias outras profissões”.José Pastore lembrou que, apesar desse desastre, o Ministério da Educação cogitou retirar do currículo escolar o ensino da literatura de Portugal. Autores como Camões, Gil Vicente, Fernando Pessoa, Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco e outros deixariam de ser lidos por nossos estudantes. “É um desprezo absurdo. Como é absurdo também o desprezo do governo atual pelo Prêmio Camões atribuído a um brasileiro de reconhecimento mundial, Chico Buarque de Holanda”.Para confirmar essa visão ideológica, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, deu declarações nesta mesma semana chamando as universidades de “madrassas”, escolas de doutrinação radical, e afirmando, sem provas, que há universidades federais com “plantações extensivas de maconha”, e laboratórios de química que estão “desenvolvendo droga sintética, de metanfetaminas”. O presidente da Academia Brasileira de Ciências, depois de defender o papel da universidade pública para “o avanço da ciência e da inovação, e a formulação de políticas públicas que levem a um país moderno e menos desigual”, lamentou em nota que o titular do Ministério da Educação “vilipendie e calunie esse grande patrimônio nacional, propagando denúncias não fundamentadas, que atingem brasileiros empenhados na construção do futuro do Brasil”.De fato, é espantoso que um ministro da Educação venha a público fazer denúncias tão graves sem provas. Se houver desvios nas universidades, do ponto de vista ideológico ou criminal, devem ser combatidos, mas sem generalizações nem tentativa de impor o próprio radicalismo ideológico do governo.”
Esta semana separamos uma dica de leitura especial, com o objetivo de impulsionar algumas autoras que publicaram, pela Argos Editora da Unochapecó, obras com imensa importância para o conhecimento científico da região oeste de Santa Catarina.Precisamos lembrar e valorizar o trabalho de mulheres que constroem seus nomes no mercado literário, e cada dia mais se relacionam com o meio acadêmico e assumem um grande posicionamento no desenvolvimento científico.Essas mulheres são importantes exemplos, e podem ser a inspiração para muitas outras que pensam em se tornar grandes nomes no meio acadêmico. Arlene Renk: autora de livros como “Narrativas da Diferença”, “Sociodicéia às avessas”, “A luta da erva: um ofício ético da nação brasileira no oeste catarinense”, “Os Kaingang no Oeste Catarinense: tradição e atualidade”. Graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), cursou mestrado e doutorado em Antropologia Social no Museu Nacional/UFRJ. Está voltada à educação atuando no ensino superior e no mestrado de Ciências Ambientais da Unochapecó. Estuda questões de territorialidade, da mudança social em que passa o meio rural e dos danos ambientais. O leitmotiv de seus estudos tem sido os múltiplos olhares que constituem a região do oeste catarinense e a identidade performática assumida. Maria Bernardete Ramos Flores: entre diversos artigos e livros publicados, destaca-se a obra “Tecnologia e Estética do Racismo”. Professora titular aposentada do Departamento de História da UFSC. Pesquisadora do CNPq 1B. Graduada em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1973), mestre em História – UFSC (1979), doutora em História – PUC/SP (1991), com pós-doutorado na Universidade Nova de Lisboa/University of Maryland (1999-2000) e pós-doutorado – IDAES – Universidad de San Martín (2009-2010). Professora visitante na Universidade de Salamanca (2003). Ano Sabático na University of California – Campus Davis (1994). Prêmio Destaque de Pesquisa – Centro de Filosofia e Ciências Humanas (2010). Dedica-se à pesquisa de História e Arte, Modernidade e Estética, Teoria da Imagem e Teoria da História. Monica Hass: autora dos livros “O linchamento que muitos querem esquecer”, “Os partidos políticos e a elite chapecoense: um estudo de poder local (1945-1965)” e “Partidos, eleições e voto”. Graduada em Comunicação Social (Jornalismo), mestre e doutora em Sociologia Política pela UFSC. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus de Chapecó. É autora de artigos e livros sobre poder local, cultural política e democracia. Maria Beatriz de Medeiros: autora do livro “Aisthesis: estética, educação e comunidade”. Maria é graduada em Educação Artística na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestre em Estética – Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne), doutora em Arte e Ciências da Arte – Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne) e tem pós-doutorado em Filosofia no Collège International de Philosophie, Paris. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Visuais, atuando, principalmente, em arte contemporânea, arte e tecnologia, arte e performance, composição urbana. Hilda Beatriz Dmitruk: autora da obra “A história que fazemos”. Hilda é graduada em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Palmas (1991), graduada em Estudos Sociais pela Fundação de Ensino do Desenvolvimento do Oeste (1987) e mestre em Pós-Graduação Stricto Sensu pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1994). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Teoria Geral de Planejamento e Desenvolvimento Curricular, atuando principalmente nos seguintes temas: história, educação, ensino, educação patrimonial e história regional. Marli Canello Modesti: autora da obra “Mulheres aprisionadas: as drogas e as dores da privação da liberdade”. Graduada em Letras – Habilitação Português, Inglês e Literatura pela Fundação de Ensino Superior do Alto Uruguai (1979) e graduada em Direito pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1999). Especialização em Direito Civil e Processual Civil. Especialização em Direito Penal e Processual Penal. Mestre em Direito pela UFSC (2011). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público – Ciências Criminais. Maria Lucia de Barros Camargo: autora do livro “Atrás dos olhos pardos: uma leitura da poesia de Ana Cristina Cesar”. Professora titular de Teoria Literária da UFSC, fez seu doutorado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) na Universidade de São Paulo (1990), com uma tese sobre a poesia de Ana Cristina Cesar. Possui graduação em Pedagogia (1971) e em Letras (1974) pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Oswaldo Cruz (1974) e mestrado em Linguística pela UFSC (1982). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: periodismo cultural, revistas literárias, anos 70, crítica cultural e poesia contemporânea. Renilda Vicenzi: autora do livro “Mito e história na colonização do oeste catarinense”. Graduada em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Palmas, especialização em Desenvolvimento e Integração da América Latina – Unicentro, aperfeiçoamento em História pela UPF e em Arqueologia: Processos Interdisciplinares pela URI. Mestre em História pela Universidade de Passo Fundo. Doutora em História pela Unisinos. Professora Adjunta C da UFFS, campus de Chapecó. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, Império e Primeira República, atuando principalmente nos seguintes temas: relações de trabalho, escravidão e liberdade, migrações e colonização. Noeli Gemelli Reali: autora de “Cinema na Universidade: possibilidades, diálogos e diferenças”. Possui graduação em Pedagogia pela Fundação Universidade de Desenvolvimento do Oeste (1981), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996) e doutorado em Educação pela UFSC (2017). Atualmente é professor titular da UFFS. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículo, atuando principalmente nos seguintes temas: Currículo nas abordagens Pós-críticas, de modo especial, estudos de gênero, estudos culturais e Filosofias da Diferença. Maria Aparecida Lucca Caovilla: autora dos livros “Acesso à justiça e cidadania” e “Descolonizar o direito na América Latina: o modelo do pluralismo e a cultura do bem-viver”. Doutora em Direito (2015) na área de concentração Direito, Política e Sociedade e mestre em Direito (2000) pela UFSC. Docente do Curso de Graduação em Direito e do Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Direito da Unochapecó; Coordenadora do Grupo de Pesquisa Direitos Humanos e Cidadania; Integrante do Projeto de Extensão Comunitária Jurídica (PECJur); coordenadora de atividades acadêmicas do Doutorado Interinstitucional em Direito realizado na UFSC em convênio com a Unochapecó; membro da Rede Internacional para o Constitucionalismo Democrático Latino-Americano. Deise Arenhart: autora do livro “Infância, educação e MST: quando as crianças ocupam a cena”. Deise é professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde atua no curso de Pedagogia com disciplinas voltadas à Educação Infantil e em curso de especialização em Docência na Educação Infantil (especialização). Tem dirigido seus estudos para os seguintes temas: infância; culturas infantis; prática pedagógica na educação infantil; corpo e formação de professores; pesquisa com crianças. Solange Maria Alves: autora de “Freire e Vigotski: um diálogo entre a pedagogia freireana e a psicologia histórico-cultural”. Graduada em Pedagogia pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1991), especialização em Educação Especial pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1994) e mestrado em Educação pela Universidade Estadual do Centro Oeste (1998), com área de concentração em Metodologia de Ensino. Doutorado em Educação com área de concentração em psicologia e educação, pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Teorias da Instrução, atuando, principalmente, nos seguintes temas: aprendizagem, desenvolvimento humano e educação na concepção sócio-histórica, prática pedagógica, método dialético de construção do conhecimento e a organização escolar. Maria de Fátima Rodrigues Pereira: autora de “Formação de professores: debates e práticas necessários a uma educação emancipada”. Possui graduação em História pela Universidade de Coimbra (1976), mestrado em Metodologia de Educação pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (1999) e doutorado em Filosofia e História da Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Atualmente é professora adjunta do Programa de Mestrado e Doutorado em Educação, da Universidade Tuiuti do Paraná. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em História da Educação, Pesquisa Educacional, atuando, principalmente, nos seguintes temas: formação de professores, políticas educacionais, trabalho e educação. Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisa Trabalho, Educação e Políticas Educacionais. Rosa Salete Alba: autora de “Estudos de geografia agrária do Oeste catarinense”. Licenciada em Estudos Sociais pela Fundeste (1988), licenciada em Geografia pela Universidade de Passo Fundo (1990), pós-graduada (Lato Sensu) em História e Historiografia do Brasil República pela PUC (1994), pós-graduada (Lato Sensu) em Docência na Educação Superior pela Unochapecó (2008) e mestre em Geografia pela UFSC (1998). Desenvolve pesquisa na área de Geografia, com ênfase em Desenvolvimento Regional e Urbano, atuando, principalmente, nos seguintes temas: espaço urbano, espaço agrícola e urbano, ensino, agroindústria e cidade.