O livro nasceu de uma inquietação dos autores, que são professores da disciplina de Metodologia da Pesquisa em diferentes programas de pós-graduação, quanto a racionalizar o processo de pesquisa,
A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Ano de edição: 2023 Organizadores: Maria Aparecida Lucca Caovilla (orgs) ISBN: 978-85-7897-355-1 Páginas: 40. A Rede de Observatórios Latino-Americanos para a Efetivação da Agenda 2030 –REDE OBSERVA AG2030 – nasce da união de pesquisadores e pesquisadoras de Universidades do Brasil e da Argentina, por meio do projeto denominado “Agenda 2030: Experiências da Colaboração Interinstitucional de Pesquisas e Observatórios para Subsidiar Políticas Públicas para o Desenvolvimento Sustentável”, que propõe a disseminação da Agenda 2030 e o estudo especializado em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para apoiar e subsidiar a (re)elaboração de políticas públicas e diretrizes para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental a partir de experiências interinstitucionais de pesquisas no âmbito de atuação da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Chapecó, Santa Catarina), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Ijuí, Rio Grande do Sul), Universidad Nacional de Misiones (Misiones/Argentina) e Universidad Gastón Dachary (Misiones/Argentina). A Agenda 2030 e os 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da ONU são oportunidades concretas de promover a transformação que a sociedade do século XXI requer para um novo marco civilizatório no Planeta, pressupondo a existência de uma responsabilidade coletiva e difusa diante das consequências atuais e futuras do desenvolvimento. As páginas seguintes foram elaboradas para oportunizar a interlocução entre as línguas espanhola e portuguesa e a troca de conhecimentos para construção de uma perspectiva de criação de novos hábitos e valores no âmbito da compreensão do próprio exercício da cidadania e da Agenda 2030 da ONU e os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Importante destacar que a presente obra foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Estado de Santa Catarina (FAPESC), no âmbito do Edital de Chamada Pública FAPESC No. 15/2021 - Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação de Apoio aos Grupos de Pesquisa da Associação Catarinense das Fundações Educacionais – Acafe - Termo de Outorga: No. 2021TR001154. A Rede de Observatórios para a Efetivação da Agenda 2030 – REDE OBSERVA AG2030, deseja que o conteúdo desta produção sirva de orientação para mudanças sociais por meio dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.
A ideia deste livro nasceu em um destes momentos de tecer a vida em que nos encontramos − as organizadoras − e, entre cafés e conversas, nos deparamos com um marco histórico significativo em nossas trajetórias pessoais e profissionais: o aniversário de 20 anos do Curso de Nutrição da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). O Curso em que, há mais ou menos tempo, cada uma de nós vem acrescentando um fio, um ponto, uma cor, modificando a trama e se modificando no movimento de tecê-la. Trata-se de um tecer a carreira, a docência, o humano, a vida mesma. Trecho retirado da apresentação da obra Organizadores: Carla Rosane Paz Arruda Teo, Fernanda Grison Confortin, Liziane Cassia Carlesso, Marina Pizzi, Nádia Kunkel Szinwelski, Roberta Lamonatto Taglietti, Viviane Lazari Simomura ISBN: 978-85-7897-381-0
Ano de edição: 2025 Organizadores: Antonio Rediver Guizzo, Carlos Henrique Lopes de Almeida, Dionisio Márquez Arreaza, Emerson Pereti e Gastón Cosentino ISBN: 978-85-7897-380-3 Páginas: 343 Entre as diversas histórias-mito dos povos maia-quichés há uma em especial chamada “Os olhos dos enterrados”. Miguel Ángel Asturias faz alusão a ela no último romance de sua conhecida “trilogia bananeira”1, publicada entre 1950 e 1960. Conta a lenda que os mortos, quando vítimas de uma morte iníqua, permanecem sob a terra com os olhos abertos, por anos, decênios, séculos, até que a injustiça de suas mortes seja enfim redimida. A expansão do ocidente cristão em sua reconfiguração capitalista tecnocrático-extrativista tem sido responsável pelo contínuo e sistemático extermínio de ambientes naturais, povos e culturas humanas por mais de quinhentos anos. Um modelo econômico-cultural que agora nos conduz para a sexta extinção em massa da história do planeta. Com os olhos abertos sob a terra, tantas vidas devastadas para a sustentação desse sistemapreservam-se, em constante estado de latência, esperando, também, por alguma justiça.
Ano da edição: 2023 Organizador(a): Carine Vendruscolo ISBN: 978-85-9787-336-0 Páginas: 354 A presente obra, em seus 17 capítulos, organizados em duas seções, apresenta subsídios para reflexões e diálogos sobre promoção da saúde e prevenção de agravos, à luz de vivências e estudos da área da Enfermagem em diferentes cenários de atuação da APS. Os estudos compilados junto ao Grupo de Pesquisa da Universidade do Estado de Santa Catarina – Laboratório de Inovação e Tecnologias para a Gestão do Cuidado e Educação Permanente em Saúde (LABIGEPS/UDESC) nos possibilitam analisar essa temática sob diferentes prismas dentro da Enfermagem e o quanto, por vezes, os profissionais da saúde, em especial da Enfermagem, são capturados por formas e processos de trabalhos que não condizem com as prerrogativas do modelo de atenção preconizado pelo SUS. Os textos nos convidam a reavaliar nossas práticas de promoção da saúde e prevenção de agravos, entre elas, o da P4, a qual amplia a lógica do modelo processual em muitos espaços ainda vigente, logo, nos possibilita refletir sobre o processo de trabalho na APS a fim de fortalecer o SUS, pois precisamos sempre lembrar que o SUS somos nós! Logo, a efetivação desse sistema depende de todos(as) nós, enquanto cidadãos e cidadãs, independentemente dos espaços que estamos ocupando ora como usuários, ora como profissionais, ora no ensino, ora como gestores desse sistema.
Ano da edição: 2023 Organizadores: Reginaldo Pereira, Andréa de Almeida Leite Marocco and Jaqueline Kelli Percio. ISBN: 978-85-7897-348-3 Páginas: 174 It all started twenty-five years ago. When Fapesc emerged, the 2000s were nothing but an unclear future that inspired fear with all of the turn of the millennium symbology. The state’s technology ecosystem was still incipient, development notices for this purpose from specific agencies were non-existent, and innovation was a common word only in academic circles. It was a long, winding road to get to where we are now. We recovered every aspect regarding contributions that the ecosystem received from other departments, such as the Acafe System, Sebrae, the Certi Foundation, Facisc, Fiesc and business organizations. And how the ecosystem also went in the opposite direction, making a direct impact on the daily lives of universities, institutes and public agencies, as well as on the industry of Santa Catarina. This book also shows how the ecosystem made national and international connections, how we evolved with the passing years, and how this led to the Pact for Innovation, to Intellectual Property assets and to the consolidation of the state of Santa Catarina as a reference in STI.
Ano da edição: 2017 Organizadores: Alexsandro Stumpf e Carolina Riviera Duarte Maluche Baretta ISBN: 978-85-7897-216-5 Páginas: 124 Uma das formas de garantir a valorização dessa produção e contribuir com a missão institucional de produzir e difundir conhecimento, contribuindo com o desenvolvimento regional sustentável e a formação profissional cidadã, foi a criação do “Prêmio Produção Acadêmica”, destinado aos trabalhos que foram destaque durante a socialização no VI SIEPE. Para se chegar às produções vencedoras, os trabalhos, divididos nas categorias de Ensino, Pesquisa e Extensão, foram apresentados, discutidos e avaliados de forma criteriosa, contando com a participação de avaliadores ad hoc Bolsistas Produtividade Científica do CNPq. Além de receber o troféu e certificado de premiação, os autores das produções de destaque foram agraciados com a oportunidade de publicar o resultado de suas pesquisas e/ou práticas acadêmicas neste livro, o qual se apresenta em formato digital, reunindo uma coletânea de artigos científicos que transparecem a excelente qualidade de produção universitária produzida na Unochapecó e apresentada durante o VI SIEPE.
Ano da edição: 2018 Organizadoras: Lilian Beatriz Schwinn Rodrigues e Maria Aparecida Lucca Caovilla ISBN: 978-85-7897-302-5 Páginas: 282 Esta obra reflete as diferentes experiências e atitudes integracionistas, protagonizadas por docentes, técnicos e estudantes extensionistas e pesquisadores em diferentes comunidades. Os trabalhos relatam o esforço de um coletivo de pessoas que apostam na extensão e sua relação, não como a imposição de um determinado conhecimento, mas como uma forma de compreender o mundo e de construir alternativas aos problemas reais. Retratam, portanto, a vida como ela é, buscando compreender melhor a sua própria realidade, ou seja, a vida sendo vivida. Assim, os textos que integram esta coletânea reforçam e fortalecem os laços articuladores da extensão, com a pesquisa e o ensino, demonstrando as formas, o propósito e a razão de ser e existir de cada projeto. Além disso, proporciona aos estudantes o sentido do pertencimento, pois são sujeitos e protagonistas de sua formação, bem como seus principais socializadores.
Ano da edição: 2020 Organizadores: Miguel Pacheco e André Carrilho ISBN: 978-65-88029-12-1 Páginas: 111 Em 2017, a cidade de Chapecó, no estado de Santa Catarina, no Brasil, comemorou o primeiro centenário da sua fundação. Nesse ano, o curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) organizou um ciclo de palestras designado “Memórias para o futuro”, com o modesto objetivo de pensar no futuro da cidade. As palestras eram estruturadas em três temas: identidade, infraestrutura e qualidade de vida. A partir deste conjunto de palestras, um livro foi sendo escrito. A produção do livro foi objeto de inúmeras vicissitudes editoriais: é basicamente um milagre, você, leitor, estar lendo estas palavras. Dentro desse longo processo de resiliência editorial, o livro evoluiu para uma organização em duas linhas narrativas: Futuro e Memórias. A linha do Futuro foi escrita por Flávio Carsalade, Diego Capandeguy e Ricardo Côrrea. Todos são autores de fora de Chapecó que não tinham conhecimento da cidade antes do convite. Eles foram chamados para trazer uma visão propositalmente de fora, cosmopolita e nova para cidade. A linha da Memória foi escrita por Ana Laura Vianna Villela, Arlene Renk e Mirian Carbonera. Todas são pessoas da região, professoras da Unochapecó e olham para o passado de Chapecó. Esta linha aborda o processo de urbanização, a história das etnogêneses e identidades, e os primeiros habitantes de Chapecó e da região do oeste catarinense.
Com o objetivo de discutir pesquisas relacionadas à região e publicadas pela Argos Editora da Unochapecó, foi realizado o evento ‘Transformando o Conhecimento Regional’. O debate aconteceu no dia 22 de agosto e contou com a presença de escritores da editora que, ao longo dos seus 25 anos, publicaram obras referentes à história da região oeste catarinense. A ação fez parte do calendário oficial de Chapecó em comemoração ao centenário da cidade.Segundo a coordenadora da Editora, professora Rosane Silveira, o evento contou com a grande participação de estudantes, professores e pesquisadores, e lotou o auditório da Universidade. “Este foi um momento para apresentar a toda comunidade um pouco do nosso trabalho de pesquisa, e reafirmar a importância e a contribuição da editora ao desenvolvimento regional.”Ela comenta ainda que 2017 é um ano muito importante para a Argos, pois a editora completa 25 anos de atividades. “A editora tem conquistado seu espaço no cenário editorial e acadêmico nacional, pela relevância e qualidade das pesquisas publicadas. A Argos possui hoje um catálogo com mais de 300 títulos publicados em formato impresso e digital”, explica a coordenadora.Outras atividades já estão programadas para comemorar o centenário da cidade e a bodas de prata da Editora Argos. Entre elas, uma segunda edição do evento do dia 22 de agosto. O evento ocorre em outubro e tem como tema ‘Livros e Leituras: Construção de Saberes’.
No dia 25 de outubro, a autora do livro “Entre ilustres e anônimos: a concepção de história em Machado de Assis” esteve na sede da Editora Argos em breve passagem. A autora também participou do II Colóquio de História e Linguagens, que aconteceu na Universidade Federal da Fronteira Sul – campus Chapecó, onde apresentou sua obra, um dos últimos lançamentos da Editora Argos. O livro aborda a concepção de história em Machado de Assis e já está disponível para compra no site da Editora ou na Livraria Universitária da Unochapecó.
Antonio Maura, escritor e crítico espanhol, acredita que Machado de Assis merece ser reconhecido como um dos melhores escritores do século XIX. Antonio Maura é sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras e estará no Cairo, no Egito, para participar da conferência “El autor y sus máscaras: Una aproximación a Cervantes y Machado de Assis” (“O autor e suas máscaras: Uma aproximação de Cervantes e Machado de Assis”), que acontece no Instituto Cervantes local. Segundo Mauro, o escritor brasileiro é um grande desconhecido fora do Brasil, e até mesmo estudos sobre o autor “não refletiram bem” seu senso crítico do sistema de sua época e da escravidão.O crítico espanhol defende que as obras que o romancista e dramaturgo escreveu depois de “Memórias póstumas”, como “Dom Casmurro” ou “Quincas Borba”, são dos livros “mais importantes de sua geração, não apenas do Brasil, mas de todo o mundo”. Segundo ele, alguns autores de língua espanhola, como Jorge Edwards, Julián Ríos e Carlos Fuentes, destacaram a importância de Machado de Assis, mas o mestre brasileiro ainda carece do merecido reconhecimento mundial.Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/machado-de-assis-e-maior-que-dickens-balzac-e-eca-de-queiroz-diz-critico-e-escritor-espanhol.ghtmlA Argos Editora da Unochapecó possui publicações acerca da obra do Machado de Assis:À roda de Machado de Assis: ficção, crônica e críticaOrganizado pelo autor João Cesar de Castro Rocha, a obra propõe a leitura individual de todos os romances de Machado de Assis, além de apontar hipóteses para a leitura dos contos e das crônicas. Os textos reunidos apostam na necessidade de revigorar os estudos machadianos pela retomada de estruturação, própria dos textos do autor. <!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:"Cambria Math"; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-536870145 1107305727 0 0 415 0;} @font-face {font-family:Cambria; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-536870145 1073743103 0 0 415 0;} @font-face {font-family:"MS Mincho"; mso-font-alt:"MS ??"; mso-font-charset:128; mso-generic-font-family:modern; mso-font-pitch:fixed; mso-font-signature:-536870145 1791491579 18 0 131231 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:Cambria; mso-fareast-font-family:"MS Mincho"; mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} h1 {mso-style-priority:9; mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-link:"Heading 1 Char"; mso-margin-top-alt:auto; margin-right:0cm; mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:0cm; mso-pagination:widow-orphan; mso-outline-level:1; font-size:24.0pt; font-family:"Times New Roman";} span.Heading1Char {mso-style-name:"Heading 1 Char"; mso-style-priority:9; mso-style-unhide:no; mso-style-locked:yes; mso-style-link:"Heading 1"; mso-ansi-font-size:24.0pt; mso-bidi-font-size:24.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ascii-font-family:"Times New Roman"; mso-hansi-font-family:"Times New Roman"; mso-font-kerning:18.0pt; font-weight:bold;} .MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; font-size:10.0pt; mso-ansi-font-size:10.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt; font-family:Cambria; mso-ascii-font-family:Cambria; mso-fareast-font-family:"MS Mincho"; mso-hansi-font-family:Cambria;} @page WordSection1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:72.0pt 90.0pt 72.0pt 90.0pt; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.WordSection1 {page:WordSection1;} --> Entre ilustres e anônimos: a concepção de história em Machado de AssisEscrito pela autora Raquel Campos, a obra traz uma questão bastante original, ao subverter o modo como tradicionalmente Clio vem sendo estudada quando se trata do Bruxo do Cosme Velho. Afinal, analisar uma concepção de história é normalmente uma tarefa a que se dedicam ensaístas quando estudam a obra de historiadores. Mas aqui não se trata de Heródoto ou de Políbio, de Ranke ou de Varnhagen. Neste livro, a figura central é nosso maior escritor, e se trata de compreender sua visão sobre a história, entendida enquanto saber. Nesse intuito, a autora conduz o leitor ao incontornável ensaio machadiano sobre o instinto de nacionalidade e às deliciosas crônicas da série “A Semana”. Isto após uma primeira e obrigatória escala pelos historiadores do século XIX, às voltas com as tentativas para pensar e escrever a história no Brasil, e não sem passar pelos debates que atravessam a fortuna crítica machadiana. Desse percurso, ela faz emergir uma figura igualmente inesperada: não um novo Machado de Assis, e sim um escritor herético.
A Editora Argos recebeu o escritor João Cezar de Castro Rocha, autor de “Leituras desauratizadas. Tempos precários, ensaios provisórios”. A obra foi lançada durante a palestra “Contribuições da Crítica Literária para a Leitura do Presente”. O encontro ocorreu no Auditório do Bloco G da Unochapecó, na primeira semana de dezembro, e reuniu acadêmicos e comunidade.Segundo o autor, o livro reúne textos que publicou nos últimos quatro anos sobre as leituras do mundo contemporâneo, sempre procurando entender os processos produtivos da nossa sociedade. “Atualmente vivemos uma situação difícil, onde é preciso transformar a precariedade cultural em estímulo intelectual”, afirma. João Cezar expõe nesse livro uma visão diferente para como se lê, a exemplo de obras anteriores, como em “Uma esquizofrenia produtiva: da prática a teoria”, que traz o sentido de que a leitura depende do leitor e a relação que ele faz com textos para haver uma compreensão.Os textos partem do princípio de olhar os outros lendo, para mudarmos nossos hábitos, assim como abordam acerca da posição da leitura e dos gestos de todo leitor diante de um texto. Os textos são originalmente vindos do jornal Rascunho, no qual o autor escrevia, mantendo o hábito do jornalismo cultural, e o resultado disso é o livro que dá um bom vislumbre de si próprio, para repensar hábitos e compreender de melhor forma textos e entre outros escritos. O autor entende que, por ter escrito boa parte dos ensaios em série, manteve o diálogo com o leitor durante meses sobre o mesmo tema, em que se coloca em cena uma das suas principais contribuições para os estudos literários: pensar a crítica como leitura, e a partir dela aproximar-se da história e da teoria.João Cezar de Castro Rocha é considerado um dos pensadores mais ativos das discussões atuais. O escritor participa também frequentemente do debate público no Brasil e atua em pesquisas sólidas a respeito de autores como Machado de Assis, Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre e Oswald de Andrade.
Na era digital, onde as redes sociais se tornaram um grande marco histórico da evolução tecnológica e seu uso passou a ser de extrema importância para todos, o surgimento de novas plataformas digitais se torna cada vez mais popular ao redor do mundo. Assim, hoje decidimos falar de uma plataforma para leitores que tem o objetivo de unir amantes da literatura.O Skoob é uma rede social criada para leitores e novos escritos que buscam compartilhar seus gostos literários. é uma rede que simula uma estante virtual onde você pode adicionar em seu perfil o que está lendo, o que pretende ler, o que está relendo e até mesmo as leituras que desistiu. O que o Skoob pretende alcançar é o compartilhamento de experiências, lá você pode registar obras e deixá-las abertas ao público, trazendo oportunidades para escritores e leitores no mercado literário compartilharem experiência literária, opiniões e dicas de leitura.O que faz a experiência de usabilidade ser ainda mais interessante é a forma como o Skoob tem conectividade com outras plataformas e mídias. Um dos seus benefícios é que ela está vinculada com lojas de comércio, podendo fazer relações entre os preços disponíveis on-line e lhe mostrando as ofertas do mercado. A plataforma do Skoob também está disponível para iOS e Android.A Editora Argos já possui um perfil na rede, nossos livros também estão disponíveis para serem adicionados em suas estantes de seus perfis, avaliados e compartilhados com seus amigos de leitura.
A obra “Leituras do Presente: narrativas da comemoração do Mais! da Folha de São Paulo”, do professor Valdir Prigol, origina-se de uma pesquisa realizada junto ao Núcleo de Estudos Literários e Culturais (NELIC-UFSC), que ocorrem desde a metade da década de 1990. Professores, pós-graduandos e bolsistas de iniciação científica do NELIC têm construído arquivos e leituras das últimas décadas do Brasil a partir da análise de periódicos culturais, desenvolvendo uma acurada reflexão metodológica sobre o assunto.A obra faz uma reflexão sobre o jornalismo cultural, apresentando uma questão fundamental para entender as últimas décadas: a troca de um projeto de futuro para uma reiterada presença do passado no presente. A partir da queda do Muro de Berlim, especialmente, e com o anúncio do “fim da história” por Fukuyama, entramos em um período marcado pelo excesso de memória. Esse excesso, entendido como um dispositivo de captura de subjetividades, está presente em todos os campos discursivos, da política à literatura. Um lugar onde isso aparece com toda a força é no suplemento cultural Mais!, da Folha de São Paulo. E o excesso de memória aparece através de um mecanismo específico, a comemoração. Em 500 números, de 1992 a 2002, apareceram no Mais! em torno de 1.000 comemorações de morte e nascimento de escritores, cientistas, cineastas, artistas, intelectuais e de lançamentos de obras.
A obra “Uma ideia moderna de literatura: textos seminais para os estudos literários” terá sua 2ª edição no ano de 2018, agora em dois volumes e com nova apresentação gráfica. Se, por um lado, contempla variedade de perspectivas, por outro, mantém unidade temática, ao ater-se a trabalhos seminais dedicados a discutir o conceito de literatura e sua relação com o problema do objeto, do método e dos procedimentos crítico-analíticos próprios aos estudos literários. Cabe destacar que diversos textos constantes da obra foram especialmente traduzidos para nela figurar, alguns dos quais inéditos em português até a publicação do livro. Em relação à 1ª edição, datada de 2011, a nova edição conta com projeto gráfico inteiramente reformulado e adaptado à coleção Grandes Temas. Os textos, por seu turno, como é de praxe nas revisões, passaram por pequenos ajustes, enquanto as apresentações dos autores tiveram seus conteúdos e dimensões padronizados. Por fim, o sistema de notas, um dos pontos altos da obra, ganhou em uniformidade e concisão, tornando-se assim mais funcional. Sobre o organizador Roberto Acízelo de Souza é professor titular de Literatura Brasileira na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, instituição onde obteve sua graduação, e foi professor de Teoria da Literatura na Universidade Federal Fluminense. Tem mestrado e doutorado em Teoria da Literatura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e fez estudos de pós-doutorado na Universidade de São Paulo.
Primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, Machado de Assis (1839-1908) é um dos nomes mais importantes da literatura brasileira. Foi um autor completo, escrevendo romances, contos, poesias, peças de teatro, inúmeras críticas, crônicas e correspondências. “Helena”, “A Mão e a Luva”, “Iaiá Garcia” e “Ressurreição” são romances escritos na fase romântica do escritor.Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em uma chácara no morro do Livramento, no Rio de Janeiro, no dia 21 de junho de 1839. Filho de Francisco José de Assis, um mulato, pintor de paredes, e de Maria Leopoldina Machado de Assis, lavadeira, de origem portuguesa da Ilha dos Açores. Ainda pequeno ficou órfão de mãe e o pai casa-se pela segunda vez. Para ajudar nas despesas da casa trabalhou vendendo doces. Frequentou por pouco tempo uma escola pública.Segundo autor mais querido dos brasileiros, conforme a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, perdendo apenas para Monteiro Lobato, Machado de Assis morreu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908.A obra “A roda de Machado de Assis”, organizada por João Cezar de Castro Rocha e publicada pela Argos Editora da Unochapecó, propõe a leitura individual de todos os romances de Machado de Assis, além de apontar hipóteses para a leitura dos contos e das crônicas. O modo como os autores deste livro pensam a crítica está explícito na forma como se aproximam dos romances, crônicas e contos sem a priori, dando potências às proposições e questões apresentadas pelo autor de Dom Casmurro e, principalmente, observando as teorias de leitura que são colocadas em cena. Os textos reunidos apostam na necessidade de revigorar os estudos machadianos pela retomada de estruturação própria dos textos do autor.Para adquirir acesse: http://goo.gl/4rNvGk