Travessias: tensões da Belle Époque, raízes do contemporâneo
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A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transição, incompletude, falta ou falha. Mas o período é marcado pela multiplicidade de fenômenos heterogêneos, e concomitantes, próprios da temporalidade que se pode chamar moderna. Este livro apresenta a atuação de artistas, escritoras e escritores da “Belle Époque” abertos a experimentações estéticas, com renovação na linguagem gráfica, visual, literária e artística em meio a manifestações de movimentos de mulheres e operários, guerra imperial, lutas da população marginalizada contra a opressão da ordem (expressa na força policial ou no aparato médico-judiciário), ao lado de propostas de muitas utopias sociais.
Ano de publicação: 2022 ISBN: 978-65-88029-93-0 Organizadores: Carmem Negreiros; Fátima Oliveira; Jean Pierre Chauvin; Mónica Vermes; Ricardo Carvalho Número de páginas: 568
Esta obra explora o processo de formação de políticas públicas a partir de uma abordagem que integra sociedade civil e Estado, focando na interação entre atores sociais e instituiçõ
Em Exercícios críticos, há uma tentativa de aproximar a crítica, literária também, de outros espaços, para além da sala de aula das universidades. Diante deste desafio, o autor colo
Este livro ilustra experiências disciplinares e interdisciplinares de diferentes atores que, abordando temáticas próprias de suas áreas de origem, discutem princípios, processos e práticas. Ambien
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
A obra de Hannah Arendt suscita reflexões, ações e posicionamentos morais sobre fenômenos humanos contemporâneos. Com essa perspectiva, estudiosos do pensamento arendtiano se congregam para refletir sobre
A obra faz uma reflexão sobre o jornalismo cultural, apresentando uma questão fundamental para entender as últimas décadas: a troca de um projeto de futuro por uma reiterada presença do passado no prese
Revitalizar – esta é a palavra-chave da leitura de Dizer o que não se deixa dizer, de Rodrigo Duarte. Dizer o que não se quer dizer, o que não se deve, não se pode, não se permite ou o que
Chartier surpreende afinidades e contradições entre ordens discursivas muito diferentes, como o universo do manuscrito, o mundo da cultura impressa e a contemporaneidade da era digital. Nesse caso, o historiador mostra-se c
Desde que o jovem Platão pôs-se a compor diálogos, algum percurso ele teve de fazer para chegar até a República – uma outra maneira de ver o mundo e nele se instalar. E os diálogos aqui esco
Fazendo escola (ou refazendo-a?) é um instigante mergulho no universo do ensino da arte e da formação de artistas. Um dos grandes pensadores da atualidade no campo da arte, Thierry de Duve escreve a partir de suas ex
“Esta obra analisa as experiências de elaboração e de gerência dos Planos Diretores em três cidades do oeste catarinense: Chapecó, Xanxerê e Concórdia. Intercalando narraç&