A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Em Mito e literatura, o leitor encontrará essencialmente cinco aulas de hermenêutica. Na verdade, são autênticas master classes, dedicadas a cinco obras da literatura latino-americana do século XX que seg
Ano da edição: 2024 Organizadores: Daniela Leal, Marilandi Maria Mascarello Vieira, Odilon Luiz Poli ISBN: 978-85-7897-367-4 Páginas: 331 Diante de uma sociedade cada vez mais imediatista e capitalista, refletir sobre a educação como processo de formação humana exige de nós educadores, acima de tudo, repensar as tradições teóricas e filosóficas presentes em nossas práticas cotidianas, especialmente em relação à contemporaneidade, bem como recolocar em discussão as dimensões ética e política que amparam a educação em nosso país. Tal reflexão implica um esforço hermenêutico tanto para explicitar o lugar e o papel da educação, como para desvelar a prática educacional a partir das mudanças histórico-culturais da atualidade. Para tanto, a obra "Entre saberes e práticas: olhares diversos à formação humana", tem por objetivo discutir a multiplicidade de olhares que perpassam a formação humana e o caminhar pelo desenvolvimento, em todas as fases da vida e em diferentes culturas, como forma de olhar para as diversas questões sociais, culturais, políticas e econômicas que permeiam tanto os saberes quanto as práticas presentes no fazer diário da educação. Assim, convidamos vocês, leitores e leitoras, a visitarem cada capítulo desta obra e se adentrarem pelos diversos olhares sobre a formação humana.
Ano da edição: 2024 Organizadores: Aline Mânica, Andreia de Almeida Leite Marocco, Ivo Dickmann, Vanessa daSilva Corralo ISBN: 978-85-7897-371-1 Páginas: 123 O conhecimento científico tem a função acadêmica de ampliar e aprofundar as áreas de pesquisa e de transformar a sociedade, contribuindo para a qualidade de vida das pessoas. Toda vez que pesquisamos sobre um tema buscamos contribuir para encontrar respostas que vão acabar com a dor de uma pessoa, de um coletivo ou da sociedade em geral. É para isso que fazemos pesquisa, desde a iniciação científica até o pós-doutorado, para encontrar respostas aos problemas sociais e ambientais do local e da região que estamos inseridos. Isso ganha ainda mais intensidade quando produzimos conhecimento científico dentro de uma universidade comunitária, que tem uma ligação umbilical com a região, no nosso caso da Unochapecó, com a Região Oeste de Santa Catarina – além de contribuir com as regiões de fronteira com o estado do Rio Grande do Sul e do Paraná.
Ano da edição: 2020 Organizadores: Flávio Braga de Freitas; Márcia Luíza Pit Dal Magro; Elizangela Felipi ISBN: 978-85-7897-323-0 Páginas: 303 O GDH se caracteriza como uma tecnologia social, tendo em vista seu caráter participativo e inovador para capacitar os profissionais de diferentes áreas de formação e atuação para o trabalho com grupos, bem como ofertar esses grupos no interior dos serviços públicos. Também porque o GDH é construído a partir da necessidade local de ajudar as pessoas a lidarem com situações que geram sofrimento psíquico, problema que emerge como importante demanda de usuários de diferentes políticas públicas, e como desafio para os profissionais que atuam nas mesmas. Os grupos realizados nos serviços por meio do GDH se assentam nos referenciais teóricos dos grupos operativos, nos fundamentos psicanalíticos e na teoria da complexidade, dando origem a uma abordagem denominada de Grupos Interativos. Esta pressupõe características horizontalizadas, em que os participantes do grupo discutem seus problemas, falam sobre seus conflitos humanos e em conjunto buscam solução dos mesmos. A partir dos fundamentos que sustentam essa proposta de intervenção e a forma como ela é organizada e conduzida, torna-se possível um espaço qualificado de sustentação para compartilhar e elaborar dramas humanos os quais veiculam potencialidades adoecedoras. Nesses espaços em que o falar e o escutar, escutar-se, ser escutado, escutar o outro, reverbera um efeito terapêutico, amplia-se a capacidade de cada participante do grupo para se desenvolver como pessoa, o que o torna capaz de lidar com os problemas inerentes ao processo de viver a vida sem ou com menos adoecimentos. Com isso, pretende-se trabalhar em prol da diminuição da patologização, da cristalização da doença e, assim, evitar consultas clínicas, exames complementares desnecessários e a prescrição medicamentosa excessiva. Esta tecnologia social pode contribuir assim, com a diminuição dos gastos desnecessários com doenças e ajudar a aliviar os encargos sociais relacionados a elas. Como desdobramento, contribuir com a gestão pública no investimento em práticas preventivas e de promoção da saúde.
Organizadoras: Michele Domingos Schneider, Almerinda Tereza Bianca Bez Batti Dias, Elisa Netto Zanette Cada vez mais frequentes no âmbito educacional, os debates e as reflexões têm enfatizado a necessidade de implementar formas de ensino diferenciadas, na busca de melhores estratégias que atendam a contextos sociais e profissionais emergentes. As metodologias ativas no ensino superior se caracterizam como estratégias que possibilitam o protagonismo dos estudantes na elaboração do conhecimento, do desenvolvimento de competências e na sua efetiva aprendizagem, com a mediação de docentes, que buscam inovas no processo de ensino. Na contemporaneidade, essas metodologias são potencializadas pelo uso de tecnologias digitais que ampliam as formas de comunicação, interação e socialização entre os envolvidos no processo educativo. Este livro apresenta uma coletânea de resultados de pesquisas empíricas e cientificas de autores, integrantes de grupos de pesquisa, envolvidos no estudo das possibilidades pedagógicas de uso de tecnologias digitais e metodologias ativas na educação. Inclui a investigação sobre as percepções da docências e experiências de ensino acerca da utilização de metodologias de aprendizagem ativas no ensino superior como alternativas para o processo de ensino e aprendizagem.
Organizador: Alexsandro Stumpf Todos os textos aqui apresentados demonstram a articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão nas diversas áreas do conhecimento. São trabalhos desenvolvidos tanto por estudantes e professores da Unochapecó, quanto por pesquisadores e estudiosos de outras instituições de ensino, visto que a 8ª edição, o SIEPE buscou tornar ainda mais visível toda esta vasta produção acadêmica. Diante da temática “A aproximação dos grupos de pesquisa da universidade”, o evento de 2018 atingiu o recorde de participantes.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Antonio Marcos Myskiw, Carlos Alberto Gianotti, Rosane Natalina Meneghetti e Valdir Prigol ISBN: 978-85-7897-377-3 Páginas: 295 As ideias iniciais deste livro contendo a trajetória histórica de dezenas de editoras universitárias atreladas a universidades públicas e comunitárias situadas nos três estados do sul do Brasil foram gestadas durante o encontro da Regional Sul da ABEU, organizado pela Editora Unila, com apoio da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu/PR, nos primeiros dias de abril de 2024. A conferência de abertura do encontro foi proferida pela professora Leilah Santiago Bufrem, tendo como tema de seu pronunciamento a história das editoras universitárias no Brasil. Com o término da conferência e a abertura para intervenções daqueles que a acompanharam (presencialmente e de forma remota), a trajetória de várias editoras universitárias somaram-se à história narrada por Leilah que, durante os diálogos pós-conferência, se propôs a contribuir para com a escrita de uma obra coletiva contendo histórias e memórias de outras editoras universitárias. A ideia ganhou muitos adeptos. Ao longo de alguns meses, o projeto do livro tomou forma num diálogo cruzado entre os organizadores e as editoras universitárias da Regional Sul da ABEU. Entendemos que deveríamos ir além de uma obra contendo apenas a história das editoras. Propusemos como desafio às editoras e suas equipes a escrita de ensaios em torno de alguns temas que se ligam à prática cotidiana das editoras ou impactam-nas de forma direta ou indireta, que constam na segunda parte do livro.
Ano da edição: 2021 Organizadores: Daiane Eccel; Diogo Norberto Mesti; Rosana Moura ISBN: 978-65-88029-45-9 Páginas: 288 Onde deve estar a filosofia? A filosofia deve estar organizando, reunindo, pensando a educação e, mais precisamente, repensando a figura do aluno por uma perspectiva ampla, plural e dialógica. Com isso, é possível resgatar as condições mínimas do exercício da aprendizagem, do ensino, da educação e da formação, pois essas condições são dadas a partir do desejo e também do prazer em aprender que é por definição a característica mais marcante da própria faceta educativa da filosofia. Amar o saber, desejar aprender, ser aluno, tudo isso se confunde com o pensamento filosófico. Com isso, as reflexões de inúmeros filósofos da educação e amantes do saber aqui reunidas abrem uma trilha para a direção oposta à ignorância e à brutalidade e desenha a formação humana utilizando inúmeros outros recursos e resultados, repensando a autonomia, a decolonialidade, a técnica, a arte, a produção, a criação, a imaginação, as emoções, as crises, a natureza, a partir de pensadores antigos, modernos e contemporâneos que forjaram e moldam nossas tradições e origens.
No início do mês de maio, a Editora Argos da Unochapecó lançou novos títulos. Em cada uma das obras, diferentes perspectivas do conhecimento são abordadas. Ao todo são três novos livros e um e-book, que chegaram para compor o catálogo da Editora, que já conta com mais de 300 exemplares. São eles: “E a literatura, hoje?”, de Roberto Acízelo de Souza; “Oral por escrito: a oralidade na ordem da escrita, da retórica à literatura”, por Andrea Daher; “O referente errante”, de André Cechinel; e “Valorização da comunicação acadêmica no fortalecimento da universidade”, organizado por Carolina Riviera Baretta e Alexsandro Stumpf. Todos os títulos estão disponíveis para compra no site da Argos. O e-book está à disposição para download gratuito. Normalmente, a Argos lança uma média de 12 obras por ano.Confira um pouco sobre cada uma das obras lançadas:“E a literatura, hoje?”, por Roberto Acízelo de SouzaA exemplo do livro “Variações sobre o mesmo tema”, figuram neste volume trabalhos representativos dos estudos especializados do autor. Homogêneos quanto à perspectiva conceitual adotada, os ensaios e as entrevistas aqui reunidos diversificam-se, contudo, quanto a seus temas e objetos. Tratam de questões literárias e sócio-político-culturais da atualidade, mas também de problemas históricos, como as concepções de romance anteriores à consolidação do formato moderno do gênero. Os textos se caracterizam tanto pela objetividade e rigor que se esperam da escrita acadêmica quanto pela clareza e fluência, o que os recomenda a leitores das mais diversas formações.“Oral por escrito”, por Andrea DaherOs textos que compõem este livro foram escritos a partir do ponto de vista da antropologia, da história e dos estudos literários. Todos têm em comum uma arqueologia de discursos que remove, nos materiais estudados, as camadas de sentido, permitindo com isso imaginar as modalidades históricas de seus usos sucessivos, inclusive os acadêmico-disciplinares. Assim, se vai, de certo modo, na contramão da monumentalização histórico-literária dos discursos, construída no interior de sistemas críticos que só permitem abstrair o caráter de acontecimento do oral, apagando ou tornando por vezes invisíveis suas manifestações ou os seus ‘índices’ aos olhos do leitor do presente.“O referente errante”, por André CechinelA obra propõe um outro T. S. Eliot, muito diferente do paladino da reedificação da ordem pela perfeição estética. Em vez de escritor reformador, ou reformador escritor, Eliot transforma-se em um enigma. As notas que deveriam explicar e ordenar os quadros díspares de “The Waste Land” realizam o contrário: remetem a outros textos, suscitam outras questões, criam outros problemas. Sua posição torna-se de difícil localização, pois não mais podem ser tidas como um complemento exterior, uma espécie de elucidação de autoridade, nem como parte rigorosamente interna do poema. Cechinel argumenta convincentemente que Eliot, ao parecer asseverar, esquiva-se, que ao invés de pontífice é um expert em máscaras. O resultado final aproxima o autor do esteticismo, que afinal foi uma de suas influências, mas também o liga à desconstrução – o que aponta para um interessante parentesco entre o movimento literário e o filosófico. No bojo de ‘O referente errante’ está uma noção de negatividade estética como aquilo que recusa o processo de predicação da crítica através das tentativas de formação de sentido.“Valorização da comunicação acadêmica no fortalecimento da universidade”, por Carolina Riviera Baretta e Alexsandro StumpfUma das formas de garantir a valorização dessa produção e contribuir com a missão institucional de produzir e difundir conhecimento, contribuindo com o desenvolvimento regional sustentável e a formação profissional cidadã, foi a criação do ‘Prêmio Produção Acadêmica’, destinado aos trabalhos que foram destaque durante a socialização no VI Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó (Siepe). Para se chegar às produções vencedoras, os trabalhos, divididos nas categorias de Ensino, Pesquisa e Extensão, foram apresentados, discutidos e avaliados de forma criteriosa, contando com a participação de avaliadores ad hoc Bolsistas Produtividade Científica do CNPq. Além de receber o troféu e certificado de premiação, os autores das produções de destaque foram agraciados com a oportunidade de publicar o resultado de suas pesquisas e/ou práticas acadêmicas neste livro, o qual se apresenta em formato digital, reunindo uma coletânea de artigos científicos que transparecem a qualidade de produção universitária produzida na Unochapecó e apresentada durante o VI Siepe. Fonte: https://www.unochapeco.edu.br/noticias/novos-titulos-acabam-de-sair-do-forno-na-editora-da-unochapeco.
No último sábado, dia 18 de agosto, alunos de duas turmas de pós-graduação da Unochapecó de São Lourenço do Oeste – em Desenvolvimento Regional Sustentável e em Contabilidade e Controladoria – realizaram uma visita guiada pelo campus da Unochapecó em Chapecó. Entre os setores, os estudantes visitaram a Editora Argos.Os alunos conheceram a editora e todo o processo interno, as etapas fundamentais para a elaboração das obras, os setores e como funcionam todos os processos de produção. Depois da visita foram sorteadas algumas obras da editora aos acadêmicos.
As artes verbais passaram por um intenso processo de reinvenção no período de fins do século XVII ao início do XX. Essa trajetória e as mudanças que nela ocorrem podem ser notadas através das obras de filósofos, retóricos, poetas, ficcionistas, críticos e historiadores literários, que refletem os diversos aspectos da literatura. Esta obra reúne uma ampla série de textos representativos desse percurso, em uma edição cuidadosa e minuciosamente anotada. Todos os ensaios presentes foram selecionados de uma forma diversificada, mas que juntas seguem o mesmo conjunto de critérios estabelecidos pelo organizador, sempre dando ênfase na discussão do conceito da literatura e sua correlação com o problema do objeto, do método e dos procedimentos crítico-analíticos próprios aos estudos literários. “Uma ideia moderna de literatura” acaba de receber uma nova edição revista. Conservada em sua concepção original, o livro foi revisado, recebendo uma edição aperfeiçoada. Também possui um novo formato gráfico, dividindo-se em dois volumes. Sobre o autor Roberto Acízelo de Souza graduou-se em letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, pós-graduou-se em teoria da literatura (mestrado e doutorado) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e fez estudos de pós-doutorado em literatura brasileira na Universidade de São Paulo. Foi professor de teoria da literatura na Universidade Federal Fluminense, e atualmente é professor titular de literatura brasileira na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Entre suas publicações, figuram: Formação da teoria da literatura: inventário de pendências e protocolo de intenções (1987), O império da eloquência: retórica e poética no Brasil oitocentista (1999), iniciação aos estudos literários: objetos, disciplinas, instrumentos (2006), Introdução à historiografia da literatura brasileira (2007), Historiografia da literatura brasileira: textos fundadores – 1825-1888 (2014), História da literatura: trajetória, fundamentos, problemas (2014), Do mito das Musas à razão das Letras: textos seminais para os estudos literários – século VII a.C-século XVIII (2014), Variações sobre o mesmo tema: ensaios de crítica, história e teoria literária (2015), Um pouco de método: nos estudos literários em particular e nas humanidades em geral (2016), Na aurora da literatura brasileira: olhares portugueses e estrangeiros sobre o cânone nacional em formação – 1805-1885 (2017), E a literatura, hoje? Estudos de crítica, história e teoria literárias (2018), Teoria da literatura: trajetória, fundamentos, problemas (2018).
A obra “Variações sobre o mesmo tema: ensaios de crítica, história e teoria literárias”, de Roberto Acízelo de Souza, foi selecionada como finalista para o Prêmio Rio de Literatura, na categoria Obras Publicadas/Ensaio. O Prêmio é uma parceria da Fundação Cesgranrio com a Secretaria de Estado de Cultura e oferece um prêmio de R$ 100 mil para o vencedor nesta categoria. Uma comissão de cinco jurados vai analisar as obras selecionadas e eleger a melhor. O resultado deve ser anunciado em maio deste ano. Confira a lista de finalistas nas diversas categorias: <http://goo.gl/vFYldY>.Em 2015, Roberto Acízelo de Souza ganhou, com o livro “Do mito das Musas à razão das Letras”, o Prêmio Jabuti, na categoria Teoria/Crítica Literária, Dicionários e Gramáticas, o Prêmio ABEU, na categoria Melhor Livro na área de Humanidades, e o Prêmio ABL 2015, na categoria Ensaio, Crítica e História Literária.Sua nova publicação, que concorre ao Prêmio Rio de Literatura, é um conjunto de ensaios representativos do autor desenvolvidos nos últimos 12 anos. Os múltiplos tópicos abordados têm como objeto problemas literários, considerados em perspectiva crítica, histórica e teórica. Para adquirir a obra acesse: <http://www.editoraargos.com.br>.
Conhecer a história do local onde você mora nos proporciona conhecer, resgatar e manter tradições que eram passadas de geração em geração, além de ser uma oportunidade de entendermos algumas coisas que nos cercam hoje. Com seus 25 anos de existência, a Editora Argos contribui com esse processo através da Coleção Regionais, onde as obras abordam vários temas que resgatam o passado histórico do oeste catarinense. Alguns títulos da coleção:Na obra “Antes do oeste catarinense”, os capítulos partem do resgate da história das pesquisas nesta região e abordam todas as sociedades que nela viveram: caçadores e coletores, grupos ancestrais das populações indígenas e ocupação histórica. As perspectivas teóricas e metodológicas bastante diversas tratam de temas importantes, como a produção artefatual lítica e cerâmica, a subsistência, os enterramentos e os contatos entre diferentes grupos, dando a devida e necessária atenção atualizada ao oeste, fundamental para conseguir um maior entendimento da história de Santa Catarina.A obra “Bandidos, forasteiros e intrusos: história do crime no oeste catarinense na primeira metade do século XX” faz uma reflexão sobre a criminalidade na região oeste de Santa Catarina na primeira metade do século XX. Através de muitas pesquisas documentais e investigações feitas por meio de jornais, entrevistas, consultas em processos criminosos, arquivados nos municípios de Chapecó e Xanxerê, o autor buscou um entendimento, sobretudo nas décadas de 1920 e 1930, sobre o crime, criminosos, forasteiros e a justiça, a forma como os fatos aconteciam, como eram solucionados, e sua relação com o atributo “terra de gente violenta”, que a região recebeu naquela época.A obra “O linchamento que muitos querem esquecer” relata os acontecimentos de outubro de 1950, que resultaram na prisão, tortura e linchamento de quatro pessoas em Chapecó, fato que marcou para sempre a história da cidade. Durante anos, o assunto foi proibido e o fato somente teve publicação maior em O Cruzeiro, a principal revista ilustrada brasileira do século XX. A jornalista, professora e escritora Monica Hass começou a resgatar essa história em 1986, quando escolheu o tema para o seu trabalho de conclusão do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).A obra “Os Planos Diretores e os limites de uma gestão urbana democrática: as experiências de Chapecó, Xanxerê e Concórdia (SC)” aborda o estudo das autoras sobre a “governança democrática”, que se deu em torno da discussão da função social da propriedade; para elas, o exercício dessa função social possibilitaria ao poder público municipal, por meio do Plano Diretor, exigir do proprietário o cumprimento do uso do seu imóvel para atendimento de um interesse social. O estudo empírico que segue mostra a experiência de três municípios da região oeste de Santa Catarina: Chapecó, Xanxerê e Concórdia.A obra “Os sinos se dobram por Alfredo” apresenta a teia de relações culturais, econômicas e sociais que teceram a vida dos alemães do projeto Porto Novo (atualmente, os municípios de Itapiranga, São João do Oeste e Tunápolis), fundado pela Companhia de Jesus em 1926, no extremo-oeste de Santa Catarina. Essa história foi reconstruída com a criação de um personagem fictício chamado Alfredo. A narrativa mescla ficção e realidade, na tentativa de tornar mais vivas os relatos e fatos históricos da época.A obra “Da cidade Santa à corte celeste: memórias de sertanejos e a Guerra do Contestado” aborda antigos moradores dos redutos que relataram as experiências pelas quais passaram. Esteve impressa nos sertanejos, a partir dos seus depoimentos, a culpa pelo derramamento de sangue que envolveu a população da região do Contestado no início do século XX. Decorridos quase vinte anos da primeira edição deste livro, a pesquisa histórica avançou e uma quarta edição desta obra reveste-se de significado singular, exatamente no ano em que a Guerra do Contestado fecha o ciclo do seu centenário (1912-1916 / 2012-2016).A obra “Chapecó 100 anos: histórias plurais” busca uma reflexão acerca dos processos históricos vividos pelos habitantes da cidade ao longo do tempo, buscando histórias plurais para sintetizar o centenário do município e mostrar aquilo que diferencia este dos demais. Mais do que uma homenagem ao município, esta obra busca trazer debate e novas perspectivas de olhar para Chapecó.
No dia 27 de agosto, a Unochapecó recebe o Dr. Paulino Eidt, autor da obra Os sinos se dobram por Alfredo, publicada pela Argos. Ele ministra a VIII Aula Inaugural do programa de pós-graduação Stricto Sensu em Educação, com o tema “A subjetividade e a Produção Científica”. O evento acontece no plenário do bloco R, na Unochapecó, às 13h30, e a Editora Argos estará presente com vendas e divulgação de obras. Paulino EidtLicenciado em Estudos Sociais pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1986). Concluiu a Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade de Passo Fundo (1990). Defendeu dissertação no mestrado em Educação nas Ciências Área de Geografia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1998) e doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). Foi professor titular da Universidade do Oeste de Santa Catarina, atuando na graduação e no Programa de Mestrado em Educação da instituição até 2017. Atua desde 1984 no Ensino Fundamental e Médio em Escolas Públicas. No Ensino Superior, exerceu docência de 1998 a 2017 e atuou nos componentes curriculares: Metodologia da Pesquisa, Geografia e História Regional, Antropologia Cultural, Antropologia Jurídica, Sociologia e Teoria Política.
A obra “Entre ilustres e anônimos: a concepção de história em Machado de Assis” parte de uma questão entre relações de história e literatura. A autora do livro, Raquel Campos, professora da Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás, conta que o interesse de estudar Assis começou com a monografia do trabalho de conclusão de curso, em que, a partir dessa premissa, interessou-se por nosso grande escritor Machado de Assis.“Então, com a inexperiência própria dos que estão começando, minha intenção era associar os dois aspectos dessa relação entre elas – o uso da literatura como documento e a questão da narratividade da história –, e foi nesse sentido que me voltei para Machado de Assis. Fazendo uso de uma expressão do próprio escritor, eu procurei mostrar que ele poderia ser visto como um ‘historiador contador de histórias’: alguém que contava a história – no caso, a história da escravidão no Brasil – de um modo distinto dos historiadores, focalizando aspectos do mundo escravista que não eram levados em conta pela historiografia de cunho econômico que tivéramos até a década de 1970”, explica a autora Raquel Campos.O tema central do livro é a história de Machado de Assis, pensada em relação à concepção de história dos historiadores do século XIX. A autora conta que teve dificuldades para acessar a coleção completa da “Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro”.“Uma das maiores dificuldades que tive foi o acesso à coleção completa da ‘Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro’, no período entre 1839 e 1908, que é o recorte da investigação. As pesquisas que estão na origem deste livro foram realizadas em 2008 e 2009, portanto em um momento em que havia pouquíssima documentação digitalizada no Brasil. E como temos um problema seriíssimo no País, que é o da raridade de boas bibliotecas, o acesso àquela coleção não foi tão fácil”, conta a autora.Para conferir a entrevista completa com a autora clique aqui.
“Pensar, fazer e escrever: o PesquisarCOM como política de pesquisa em psicologia” é um lançamento da Argos e foi fruto de discussões oriundas do Grupo de Trabalho da ANPEPP “Tecnologias, subjetividades, políticas e escritas de pesquisa”, que abrangeu diferentes possibilidades de pesquisa cujo fio condutor foi o PesquisarCOM como política de pesquisa que traz uma proposta de fazer pesquisa com o outro e não sobre ele, permitindo a abrangência em diversos campos e práticas e é nesse espírito que o livro foi organizado: diversidade, apostas metodológicas ativas, experiências vivas e práticas não hierarquizadas.O livro foi delineado em seis momentos que dialogam entre si: “Parte I – PesquisarCOM a escrita e a oralidade”, sendo o agrupamento de artigos sobre as diversas possibilidades de escrever e contar histórias na pesquisa. “Parte II – PesquisarCOM imagem e tecnologia”, contando com o uso de imagens, mídias e recursos tecnológicos produzindo um modo de narrativa não apenas textual, mas também imagética. “Parte III – PesquisarCOM Cartas”, composto por dois artigos utilizando a carta, desdobrando os afetos e temporalidades na pesquisa em uma escrita performada em cartas. “Parte IV – PesquisarCOM a sala de aula”, problematizando os fazeres acadêmicos e os actantes implicados na formação de futuros psicólogos, a partir de seu percurso como docente. “Parte V – PesquisarCOM a prática clínica”, inclui três propostas para pensarmos a prática clínica em psicologia e, por fim, a “Parte VI – PesquisarCOM outras relações”, que agrupa artigos que versam sobre possibilidades entre humanos e não-humanos, englobando a diversidade e peculiaridades relacionais que abrangem a prática de pesquisa.A obra foi organizada com a proposta de afirmar modos não hegemônicos de pensar, fazer e escrever pesquisas, ressaltando o PesquisarCOM como aposta metodológica, compreendendo tal forma em sua dimensão política para a construção do conhecimento. Sobre as organizadorasLaura Cristina de Toledo Quadros Doutora em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social (UERJ). Professora Adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde atua na graduação e como colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social. Atuou como professora e coordenadora da Pós-Graduação Lato Sensu em Psicologia Clínica com ênfase em Gestalt-Terapia do Centro Universitário Celso Lisboa (UCL) de 2008 a 2012, e no Instituto de Atendimento e Pesquisa Psicossocial (IAPP), participando de projetos em diversas comunidades de baixa renda na cidade do Rio de Janeiro, no exercício de uma Clínica Ampliada. Ganhadora do II Prêmio Fritz Perls – ação social em Gestalt-Terapia (2009) e obtendo o segundo lugar no VII Prêmio Margarete de Paiva Simões Ferreira CRP/RJ (2014). Coordena o projeto de extensão (UERJ) COMtextos: arte e livre expressão na abordagem gestáltica e coordenadora adjunta do Laboratório Gestáltico: configurações e práticas contemporâneas, onde desenvolve atividades extensionistas voltadas para temas contemporâneos. É parecerista de periódicos científicos e da Faperj e participa do grupo de pesquisa CNPq “Entre_redes”. É mãe e vem de uma linhagem de mulheres crocheteiras e bordadeiras. Marcia Moraes Graduada em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (1988). Mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992). Doutora em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1998) e pós-doutora em Psicologia Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro/Lancaster University (2009/2010). Atualmente é Professora Titular do Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense, ministrando aulas na graduação e na pós-graduação stricto sensu – mestrado e doutorado. Desenvolve pesquisas ligadas aos seguintes temas: epistemologia da psicologia, psicologia e estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), feminismos e estudos da deficiência. É mãe de um filho, nascido no ano de 1995, quando ainda cursava o doutorado na PUC/SP. Desde o ano de 2003 vem realizando pesquisas no campo da deficiência visual, fazendo uso de métodos e referenciais de investigação orientados pelos estudos CTS, em particular pela Teoria Ator-Rede. É bolsista da Faperj/Cientista do Nosso Estado. Irme Salete Bonamigo Pós-doutora pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio na Vrije Universiteit Brussel (VUB) como professora visitante (2016-2017). Doutora em Psicologia Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com período sanduíche na Ecoledes Hautes Etudes en Sciences Sociales (FR) (2007). Mestre em Psicologia Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1997). Graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná (1987). É docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Políticas Sociais e Dinâmicas Regionais e do Curso de Psicologia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). Desde 2018 coordena o Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Políticas Sociais e Dinâmicas Regionais – Unochapecó. Pesquisa principalmente os seguintes temas: Tecnologia e Sociedade (CTS), contemporaneidade e violências, tecnologias de vigilância, segurança pública, direitos humanos, políticas públicas e processos de subjetivação.