O livro nasceu de uma inquietação dos autores, que são professores da disciplina de Metodologia da Pesquisa em diferentes programas de pós-graduação, quanto a racionalizar o processo de pesquisa,
A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Ano da edição: 2022 Organizadores: Saulo Gomes Thimóteo; Valdir Prigol ISBN: 978-65-88029-64-0 Páginas: 180 Chega mais perto e contempla as palavras. Cada uma tem mil faces secretas sob a face neutra e te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou terrível que lhe deres: Trouxeste a chave? “Procura da poesia” Carlos Drummond de Andrade
Ano da edição: 2023 Organizadores: Reginaldo Pereira, Andréa de Almeida Leite Marocco e Jaqueline Kelli Percio. ISBN: 978-85-7897-338-4 Páginas: 178 Vinte e cinco anos se passaram desde que tudo começou. Quando a Fapesc nasceu, os anos 2000 não passavam de um futuro incerto que gerava medo pela simbologia que envolvia a virada do milênio. O ecossistema de tecnologia do Estado dava os primeiros passos, os editais de fomento de órgãos específicos para este fim não existiam e inovação era uma palavra comum apenas aos ramos acadêmicos. Foi um longo e sinuoso caminho para chegar aonde estamos. Fazemos um resgate de toda contribuição que o ecossistema recebeu de outros setores, como o Sistema Acafe, Sebrae, Fundação Certi, Facisc, Fiesc e organizações empresariais. E de como o ecossistema também fez o caminho inverso, gerando impacto direto na vida e no cotidiano das universidades, institutos e órgãos públicos e da indústria catarinense. A obra ainda mostra como o ecossistema conseguiu fazer conexões nacionais e internacionais, como fomos evoluindo com o passar dos anos, como isso levou ao Pacto pela Inovação, aos ativos de Propriedade Intelectual e à consolidação de Santa Catarina como referência em CTI.
Ano da edição: 2022 Organizadores: Aline Mânica; Andréa de Almeida Leite Marocco; Vanessa da Silva Corralo ISBN: 978-65-88029-91-6 Páginas: 244 A obra é composta por trabalhos que obtiveram destaque na modalidade de comunicação oral, sendo contemplados com o Prêmio Produção Acadêmica e distribuídos entre os eixos temáticos de Pesquisa Ensino Médio, Pesquisa Graduação, Pesquisa Pós-Graduação, Ensino e Extensão. O tema “Educação, Protagonismo e Empoderamento” perfez momentos de amplos debates sob a condição humana e sobre a necessidade de superação dos desafios por meio do protagonismo.
Ano da edição: 2017 Organizadores: Alexsandro Stumpf e Carolina Riviera Duarte Maluche Baretta ISBN: 978-85-7897-216-5 Páginas: 124 Uma das formas de garantir a valorização dessa produção e contribuir com a missão institucional de produzir e difundir conhecimento, contribuindo com o desenvolvimento regional sustentável e a formação profissional cidadã, foi a criação do “Prêmio Produção Acadêmica”, destinado aos trabalhos que foram destaque durante a socialização no VI SIEPE. Para se chegar às produções vencedoras, os trabalhos, divididos nas categorias de Ensino, Pesquisa e Extensão, foram apresentados, discutidos e avaliados de forma criteriosa, contando com a participação de avaliadores ad hoc Bolsistas Produtividade Científica do CNPq. Além de receber o troféu e certificado de premiação, os autores das produções de destaque foram agraciados com a oportunidade de publicar o resultado de suas pesquisas e/ou práticas acadêmicas neste livro, o qual se apresenta em formato digital, reunindo uma coletânea de artigos científicos que transparecem a excelente qualidade de produção universitária produzida na Unochapecó e apresentada durante o VI SIEPE.
Ano da edição: 2020 Organizadores: Sady Mazzioni; Cristian Baú Dal Magro ISBN: 978-65-88029-20-6 Páginas: 237 A adoção de práticas sociais e ambientais melhoram a qualidade de vida das pessoas e viabilizam o desenvolvimento sustentável. As estratégias sustentáveis de longo prazo incluem cuidados com os efeitos provocados pelas atividades empresariais, preocupando-se com os aspectos ambientais, sociais e econômicos. O objetivo desta obra é disseminar as Melhores Práticas de Sustentabilidade das empresas e demais entidades associadas da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), participantes da 1ª edição do Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade. Os oito casos relatados incluem práticas de destinação ambiental adequada de resíduos; obras de engenharia no modelo sustentável; incentivo de hábitos mais sustentáveis na comunidade; doações de sistemas fotovoltaicos às entidades beneficentes; facilitação do trabalho dos catadores de resíduos; práticas de convivência educativa que oportuniza a inclusão social de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade; e desenvolvimento do agronegócio regional com estímulo aos pequenos agricultores. As empresas e entidades promotoras das ações relatadas na obra foram premiadas pelas contribuições geradas à sociedade e ao planeta. Essa publicação tem o intuito de inspirar outras empresas e entidades a se envolverem na promoção do desenvolvimento sustentável.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Antonio Rediver Guizzo, Carlos Henrique Lopes de Almeida, Dionisio Márquez Arreaza, Emerson Pereti e Gastón Cosentino ISBN: 978-85-7897-380-3 Páginas: 343 Entre as diversas histórias-mito dos povos maia-quichés há uma em especial chamada “Os olhos dos enterrados”. Miguel Ángel Asturias faz alusão a ela no último romance de sua conhecida “trilogia bananeira”1, publicada entre 1950 e 1960. Conta a lenda que os mortos, quando vítimas de uma morte iníqua, permanecem sob a terra com os olhos abertos, por anos, decênios, séculos, até que a injustiça de suas mortes seja enfim redimida. A expansão do ocidente cristão em sua reconfiguração capitalista tecnocrático-extrativista tem sido responsável pelo contínuo e sistemático extermínio de ambientes naturais, povos e culturas humanas por mais de quinhentos anos. Um modelo econômico-cultural que agora nos conduz para a sexta extinção em massa da história do planeta. Com os olhos abertos sob a terra, tantas vidas devastadas para a sustentação desse sistemapreservam-se, em constante estado de latência, esperando, também, por alguma justiça.
Ano da edição: 2019 Organizador: Alexsandro Stumpf ISBN: 978-85-7897-318-6 Páginas: 222 Todos os textos aqui apresentados demonstram a articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão nas diversas áreas do conhecimento. São trabalhos desenvolvidos tanto por estudantes e professores da Unochapecó, quanto por pesquisadores e estudiosos de outras instituições de ensino, visto que a 8ª edição, o SIEPE buscou tornar ainda mais visível toda esta vasta produção acadêmica. Diante da temática “A aproximação dos grupos de pesquisa da universidade”, o evento de 2018 atingiu o recorde de participantes.
Ano da edição: 2019 Coordenadora: Márcia Moreno; Bolsista: Alini Lopes ISBN: 978-85-7897-311-7 Páginas: 135 A obra aborda as exposições que aconteceram na Galeria Agostinho Duarte. Fundada em 11 de maio de 2011, a Galeria de Artes Agostinho Duarte é um ambiente artístico-cultural e está vinculada ao curso de Artes Visuais da Universidade Comunitária da Região de Chapecó - Unochapecó. Localizada no Bloco C, tem a finalidade de promover manifestações artísticas e culturais e de proporcionar a difusão das Artes Visuais em Chapecó, assim contribuindo para o desenvolvimento da região.
Esta obra apresenta pesquisas desenvolvidas coletivamente e realizadas no Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação da Unochapecó. Os textos, elaborados por diversos pesquisadores, têm o objetivo de tratar as lacunas do ensino pedagógico superior, analisando os problemas enfrentados na educação, no meio acadêmico. A obra fala sobre a formação dos professores na produção do conhecimento e desenvolvimento de pesquisas científicas, abordando o funcionamento dos processos pedagógicos utilizados para tentar desenvolver no estudante o gosto pela pesquisa.As pesquisas têm o poder de transformar a realidade, tanto por parte do sujeito quanto do pesquisador. Elas têm o poder de constituir a universidade e até mesmo o corpo científico, impulsionando o ensino e a extensão, qualificando a práxis e a transformação social a partir da formação de profissionais em educação.“Pesquisa na pós-graduação em educação: novos horizontes” é mais um lançamento da Editora Argos em e-Book e está disponível para download gratuito no nosso site. Confira: http://http://www.editoraargos.com.br/Organizadores Ivan Luís Schwengber: possui graduação em Filosofia pela faculdade de Filosofia Nossa Senhora da Imaculada Conceição (FFAFIMC) (1999), especialização em Metodologia de Ensino de Filosofia e Sociologia pela Sociedade de Educação Continuada (Educon) (2010), especialização em Gestão Escolar pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi) (2016) e mestrado em Educação pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) (2018). Atualmente participa do Grupo de Pesquisa Formação Humana, Cultura e Educação pela Universidade de Passo Fundo (UPF). É professor efetivo da Rede Pública de Santa Catarina desde 2002. Possui experiência na área de educação, ensino de filosofia, história; gestão escolar, elaboração de projetos políticos e pedagógicos. Pesquisa nas áreas de ecopedagogia, educação crítica, pragmatismo deweyano e ensino de filosofia com ênfase em filosofia da educação.Leonel Piovezana: possui graduação em História e Estudos Sociais pela Faculdade de Filosofia Ciência e Letras de Palmas (1984), especialização em História e Geografia pela Universidade Federal de Santa Cantarina (UFSC), mestrado em Desenvolvimento Regional pela Universidade de Santa Cruz do Sul (2000) e doutorado em Desenvolvimento Regional também pela Unisc (2010). Atualmente, é professor titular da Universidade Comunitária da Região de Chapecó, dos programas de mestrado em Educação. Autor dos projetos e coordenador de 2009 a janeiro de 2014 dos cursos de Licenciaturas Intercultural Indígena. Tem experiência na área de história e geografia, com ênfase em teoria do desenvolvimento regional, atuando principalmente nos seguintes temas: educação ambiental, espaço social, plano diretor municipal, meio ambiente, educação escolar indígena, educação superior indígena, cultura e monitoramento das interferências sobre as população indígenas da mesorregião grande fronteira do Mercosul e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Membro da Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina de 1991 e 1998/2005 e consultor para atualização da Proposta Curricular de Santa Catarina de 2014 sobre a educação, de 2014 a 2018, e coordenador do Programa de Pós-graduação Stricto Sunsu em Educação da Unochapecó de 2016 a 2018. Foi coordenador do Fórum Nacional Permanente do Ensino Religiosa (Fonaper) – gestão biênio 2014 a 2016. Especialista da Base Nacional Comum Curricular 2014-2016. Em 2 de fevereiro de 2018 toma posse como Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão, Inovação e Pós-graduação da Unochapecó.Rosilei Gugel Ficagna: formou-se em Pedagogia pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) (2002), especializou-se na área de séries iniciais e educação infantil pela FAI de Itapiranga (SC) e na área de coordenação pedagógica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre em Educação pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) (2017). É funcionária efetiva da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina há 26 anos. Atuou como professora e gestora da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Caibi (SC) por 12 anos e, paralelo a este trabalho, foi alfabetizadora também por 12 anos, no município de Caibi (SC). Há 14 anos atua na Secretaria de Desenvolvimento Regional de Palmitos, na área da educação especial. É docente em cursos de formação de professores e presta assessoria pedagógica em prefeituras. Atualmente atua na Secretaria Desenvolvimento Regional de Palmitos (SC) e na Faculdade Santa Rita de Palmitos (SC). Tem experiência na área da docência em educação (fundamentos e superior), com ênfase em educação especial e fundamentos da educação, atuando principalmente nos seguintes temas: inclusão, educação básica escolar, didática, fundamentos da educação infantil, do ensino fundamental e da educação especial. Ivo Dickmann: bacharel em Filosofia pelo Instituto Superior de Filosofia Berthier (Ifibe) (2007), mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) (2010), doutor pela Universidade Nove de Julho (Uninove) (2018). É professor titular do Programa de Pós-graduação em Educação Stricto Sensu na Universidade Comunitária da Região Unochapecó (Unochapecó). Principal foco de atuação e pesquisa: educação (perspectiva crítica e libertadora), educação ambiental (formação de educadores ambientais, ambientalização curricular, educação ambiental Freiriana escolar e pedagogia e epistemologia de Paula Freire – tema gerador, círculo de cultura, situação-limite e inédito viável). Líder do Palavração – Grupo de Estudos, Pesquisas de Documentação em Educação Ambiental Freiriana. Entre as principais obras publicadas estão artigos em revistas científicas e os livros: Primeiras Palavras em Paulo Freire (2008, 2016), Pedagogia da Memória (2017) e Dinâmicas Pedagógicas (2017).Jandrei José Maciel: possui licenciatura em Filosofia pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS-Chapecó) e é mestrando em Educação pela Universidade Comunitária de Região de Chapecó (Unochapecó). Professor da rede Estadual de Ensino, professor do eixo de Ciência Humanas e suas tecnologias, pesquisador da educação popular e membro da pastoral da Juventude da Diocese de Chapecó.
Na noite da última segunda-feira (29/08), a Editora Argos, em parceria com o Curso de Letras da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), promoveu o evento de lançamento do livro “Variações sobre o mesmo tema: ensaios de crítica, história e teoria literária”, durante a Semana Acadêmica do Curso de Letras da UFFS.Durante o evento, o Prof. Doutor Roberto Acízelo de Souza realizou a palestra de abertura do evento com o tema “A confluência literatura/educação: suas realizações históricas”. Logo após a palestra, ocorreu o lançamento do livro e a sessão de autógrafos com o autor.O livro “Variações sobre o mesmo tema: ensaios de crítica, história e teoria literária” foi finalista do Prêmio Rio de Literatura, na categoria Teoria Literária, e reúne ensaios representativos dos estudos especializados do autor desenvolvidos nos últimos 12 anos. Não obstante a multiplicidade dos tópicos tratados – desde uma escritora do século XVIII até uma análise da posição da literatura na sociedade contemporânea –, todos têm por objeto problemas literários, considerados em perspectiva crítica, histórica e teórica.Na noite da última segunda-feira (29/08), a Editora Argos, em parceria com o Curso de Letras da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), promoveu o evento de lançamento do livro “Variações sobre o mesmo tema: ensaios de crítica, história e teoria literária”, durante a Semana Acadêmica do Curso de Letras da UFFS.Durante o evento, o Prof. Doutor Roberto Acízelo de Souza realizou a palestra de abertura do evento com o tema “A confluência literatura/educação: suas realizações históricas”. Logo após a palestra, ocorreu o lançamento do livro e a sessão de autógrafos com o autor.O livro “Variações sobre o mesmo tema: ensaios de crítica, história e teoria literária” foi finalista do Prêmio Rio de Literatura, na categoria Teoria Literária, e reúne ensaios representativos dos estudos especializados do autor desenvolvidos nos últimos 12 anos. Não obstante a multiplicidade dos tópicos tratados – desde uma escritora do século XVIII até uma análise da posição da literatura na sociedade contemporânea –, todos têm por objeto problemas literários, considerados em perspectiva crítica, histórica e teórica.
Entre os dias 11 e 13 de maio, aconteceu a XXIX Reunião Anual da ABEU (Associação Brasileira das Editoras Universitárias). O evento ocorreu na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Viçosa-MG, e a Argos Editora da Unochapecó esteve presente, representada por sua coordenadora, professora Rosane N. Meneghetti Silveira.Criada em setembro de 1987, a ABEU congrega mais de cem editoras acadêmicas vinculadas a universidades e institutos de pesquisa com dependência administrativa federal, estadual ou municipal, comunitários e privados, distribuídos em todas as regiões do País. Ao longo da sua história, a ABEU tem contribuído para a profissionalização do setor editorial nas áreas acadêmica, técnica e literária, ocupando significativos espaços no processo de modernização das políticas públicas do livro. Este ano, o tema em pauta foi “Construção de uma Política Editorial Universitária no Brasil: em busca da unidade”. Foram discutidas questões referentes a desafios de acessibilidade, direitos autorais na contemporaneidade e a internacionalização e gestão das editoras universitárias. Os temas foram apresentados e discutidos por diversos profissionais, autoridades das suas respectivas áreas, entre eles, Juan Felipe Córdoba-Restrepo, presidente da Asociación de Editoriales Universitarias de América Latina y El Caribe. No último dia do evento, também ocorreu a apresentação de um edital de publicação para lançamento de um livro pela ABEU. Em 2017, a ABEU comemora 30 anos, e para comemorar essa conquista, será lançado um livro Coletânea Comemorativa com uma compilação de textos sobre a edição universitária. A professora Rosane destaca a importância da reunião anual da ABEU: “O evento é muito importante para as editoras universitárias filiadas a ABEU, pois é a oportunidade que temos para trocar experiências acerca das atividades que envolvem as editoras e assim qualificar nossas publicações.” Quanto aos temas abordados no evento, a professora destaca a sua relevância e afirma: “A reunião foi permeada por reflexões criativas e as discussões abordaram aspectos fundamentais para a contemporaneidade.”
Com o intuito de fortalecer as nossas editoras associadas, as suas livrarias e seus pontos de venda nesse momento de crise por conta da pandemia do novo coronavírus, a Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU) decidiu iniciar uma campanha solidária: divulgar as principais formas dos leitores adquirirem ou acessarem os livros das editoras universitárias e disseminar as mais variadas ações de cada editora/instituição para enfrentar a realidade econômica imposta pela Covid-19. Em um momento em que estamos todos separados, queremos mostrar que o livro nos aproxima. E assim batizamos esta iniciativa.No portal da ABEU foi criada uma página que compila promoções de livros, obras em acesso aberto, para download gratuito, e livrarias virtuais que oferecem os títulos das nossas associadas, separados por editora. As outras ações que reunimos neste espaço incluem campanhas de doação de livros, estratégias de apoio financeiro a funcionários, enfim, qualquer medida colocada em prática para atenuar os efeitos da atual crise.As editoras universitárias associadas à ABEU foram, ainda, convidadas a publicarem em suas redes sociais um post criado para a campanha “O livro nos aproxima”, sempre que estiverem divulgando suas iniciativas. Ao longo dos próximos dias, nos canais de comunicação da ABEU, seja em nosso site, newsletter e nas páginas do Facebook e Instagram, estaremos divulgando periodicamente as ações individuais de cada editora usando a hashtag #OLivroNosAproxima.
Conhecer a história do local onde se está inserido nos possibilita resgatar e preservar a tradição de quem viveu antes de nós. É uma oportunidade de compreender alguns motivos da nossa era. Contribuindo para esse processo, a Argos Editora da Unochapecó lançou em 2017 duas obras que relatam fatos históricos, conflitos sociais e abordagens políticas que fizeram parte da realidade da população do Oeste Catarinense. Intitulados “Os sinos se dobram por Alfredo", escrito por Paulino Eidt, e “Da cidade Santa à corte celeste: memórias de sertanejos e a Guerra do Contestado”, com autoria de Delmir José Valentini, os livros fazem parte da coleção Regionais. Abordando recortes da história da região, os exemplares destinam-se a um público variado, incluindo os próprios pesquisadores, as pessoas que fazem parte dessas histórias e aqueles que têm interesse em conhecer a região. Em 25 anos de existência, a Argos possui mais de 280 obras publicadas. Segundo a coordenadora, professora Rosane Silveira, a Argos se destaca nesse meio por ser uma das editoras universitárias que mais publica sobre a sua região. Os dois recentes livros integram uma comemoração programada para marcar os 25 anos da editora. As obras O livro “Os sinos se dobram por Alfredo” apresenta a teia de relações culturais, econômicas e sociais que teceram a vida dos alemães do projeto Porto Novo (atualmente, os municípios de Itapiranga, São João do Oeste e Tunápolis), fundado pela Companhia de Jesus em 1926, no extremo-oeste de Santa Catarina. Essa história foi reconstruída com a criação de um personagem fictício chamado Alfredo. A narrativa mescla ficção e realidade, na tentativa de tornar mais vivas os relatos e fatos históricos da época. Já a obra “Da cidade Santa à corte celeste: memórias de sertanejos e a Guerra do Contestado” aborda antigos moradores dos redutos que relataram as experiências pelas quais passaram. Esteve impressa nos sertanejos, a partir dos seus depoimentos, a culpa pelo derramamento de sangue que envolveu a população da região do Contestado no início do século XX. Decorridos quase vinte anos da primeira edição deste livro, a pesquisa histórica avançou e uma quarta edição desta obra reveste-se de significado singular, exatamente no ano em que a Guerra do Contestado fecha o ciclo do seu centenário (1912-1916 / 2012-2016). Ambas os livros estiveram em processo de editoração durante o ano de 2016.
O livro “Currículo e mídia educativa brasileira: poder, saber e subjetivação” tem como objetivo o estudo de diversos discursos sobre a educação escolar divulgados pela mídia educativa dos anos 1999 e 2000. Seu foco é centrado no estudo da discussão sobre a produção de práticas, sentidos e estratégias de governo, estudos sobre aquilo que é efetivamente enunciado por uma porção dos discursos da mídia educativa brasileira sobre a escola, o currículo e o professor, participando efetivamente da produção de sujeitos pedagógicos responsáveis e solidários e da constituição de subjetividade docentes esclarecidas, empreendedoras dóceis e amáveis.A autora Marlucy Alves Paraíso concebe o discurso como prática objetivadora e produtora, disposta por técnicas de poder, modos de saber e efeitos de verdade.Durante a leitura, as práticas são descritas e analisadas, avaliando as produções de mídias e as tecnologias de subjetivação utilizadas para mobilizar a população e produzir nos brasileiros a paixão, o sonho e a esperança de uma sociedade escolarizada e de um país plenamente desenvolvido.Os discursos investigados são significados como integrados a um conjunto de mecanismos de “governo” da conduta dos indivíduos na sociedade contemporânea. Eles são avaliados de como pensar e agir na educação, acionando técnicas que expandem a tecnologia de poder para regular o currículo escolar e governar os sujeitos pedagógicos e a população brasileira, tornando-os sujeitos de um determinado tipo. Os discursos citados são considerados como um “sistema de linguagem sobre a escola” (Popkewitz, 1994), que têm relação direta com o “mundo real da escola”, com aquilo que é considerado adequado para ser feito na educação.
Revitalizar – esta é a palavra-chave da leitura de “Dizer o que não se deixa dizer”, de Rodrigo Duarte. Os seis textos do livro, dos quais três são inéditos em língua portuguesa, adquirem nova vida quando reunidos nesta publicação e dizem muito mais do que lidos individualmente, a partir das publicações em revistas científicas.Dizer o que não se quer dizer, o que não se deve, não se pode, não permite ou o que não se pensou dizer? No livro é colocado em cena o conceito de expressão. Podemos percorrer o conceito nos capítulos e a forma como o autor, desde a década de 1990, quando iniciou suas pesquisas, justifica a superioridade do conceito de expressão em relação ao de comunicação. Num mundo em que a comunicação é considerada o ponto-chave, ainda que marcada por elementos concretos como no início do século, ressaltar a expressão é um desafio instigante e sedutor.Se o conceito de comunicação, advindo do fato de que por meio da comunicação se estabelece o fundamento das relações humanas, muito tem sido explorado nos mais diferentes aspectos teóricos, tecnológicos e sociais, o de expressão parece ainda se ligar de forma quase automática ao de comunicação, mas sem uma independência clara e autônoma. A preponderância do conceito de comunicação ao de expressão deve-se à ideia de neutralidade e objetividade a que o primeiro conceito se associa, em detrimento das questões estéticas envolvidas no conceito de expressão. No livro de Rodrigo Duarte vem suprir, fundamentando-se em Adorno e Horkheimer, contrapondo-se a Habermas, o conceito de expressão é fartamente problematizado.O problema estético traz questões bem práticas: “[...] o que vemos no processo de desenvolvimento da civilização ocidental é precisamente a restrição progressiva do pensamento humano a problemas de natureza técnica, impedindo assim o potencial da razão de trazer a felicidade humana.” E, evidentemente, existem fatores econômicos ligados à dominação, que determinam esse desenvolvimento na maneira em que ocorre, de modo que a cognição tende a se restringir a seus aspectos técnicos: “Técnica é a essência desse conhecimento.” A forma rigorosa e provocante como Rodrigo Duarte investiga a expressão contribuirá para uma nova visão do conceito e para todos cujas pesquisas e estudos envolvem filosofia e estética.
A obra “Movimentos sociais, desenvolvimento regional e desafios contemporâneos” é resultado do “II Seminário Regional: Território, Territorialidades e Desenvolvimento Regional: os Movimentos Sociais”, que aconteceu em 2016 na Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) e contou com a promoção do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Políticas Sociais e Dinâmicas Regionais e coopromoção do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação. A obra recebeu o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). A obra apresenta os textos proferidos nas conferências e mesas-redondas, reunindo trabalhos de pesquisas, experiências e ações políticas, econômicas e culturais. Os textos aqui presentes justificam a relevância social, política e profissional, buscando articular discussões teórico-metodológicas sobre abordagens territoriais e desenvolvimento regional, conjugando a produção e a difusão de conhecimentos que emergem do campo acadêmico e profissional. Analisando os desafios e dilemas confrontados pelos movimentos sociais populares, a obra propõe debater com o meio acadêmico, profissional, militantes dos movimentos sociais e com a sociedade civil as pesquisas, as experiências e as ações políticas, econômicas e culturais na perspectiva do desenvolvimento territorial e regional. Agora é possível acessar a obra, de maneira gratuita, em dois formatos para download: PDF e e-Pub. Não deixe de conferir: http://http://www.editoraargos.com.br/