O livro nasceu de uma inquietação dos autores, que são professores da disciplina de Metodologia da Pesquisa em diferentes programas de pós-graduação, quanto a racionalizar o processo de pesquisa,
A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Ano da edição: 2012 Autoras: Arlene Renk, Eliane Fistarol ISBN: 978-85-7897-095-6 Páginas: 149 Arlene Renk foi muito feliz em escrever um dicionário nada convencional, pois dicionários são sempre chatos, grandes, pesados e só nos dão as noções, conservadoras, dos vocábulos. No Dicionário nada convencional os vocábulos não recebem meras significações, eles são analisados e contextualizados, apresentando aquilo que realmente contribui para a visão ampla do mundo, para a quebra de padrões e preconceitos tão presentes em nossa cultura. Talvez por isso este livro tenha alcançado um público expressivo, superando as expectativas de venda. A 2º edição do Dicionário nada convencional chega ao público com uma nova cara. O texto, extremamente prático e bem formulado, teve poucas alterações, contudo, a nova estrutura de diagramação deixou-o mais agradável de ser lido. O corpo do livro recebeu um tratamento especial, com fotos de Eliane Fistarol que demonstram a competência e sensibilidade dela ao captar momentos de tamanha simplicidade e, ao mesmo tempo, cheios de significados, assim como o texto.
Ano de edição: 2025 Organizadora: Carla Rosane Paz Arruda Teo ISBN: 978-85-7897-392-6 Páginas: 166 Este livro é, portanto, um dos produtos gerados no âmbito deste projeto, que se configura em um movimento de − antes de negar ou de aderir ingenuamente − resistir aos desafios contemporâneos apontados, que induzem e reforçam o individualismo, a competitividade, os desequilíbrios nas relações de poder e no reconhecimento do valor social das diferentes profissões, fragmentando o trabalho e fragilizando a atenção à saúde. Assim é que a obra está organizada na direção de abordar e responder aos princípios da educação interprofissional elencados (Barr; Low, 2012; Barr; Low, 2013; Barr et al., 2017), em uma tessitura que incorpora os demais elementos temáticos mencionados e que, aqui, nos interessam.
Ano da edição: 2020 Organizadores: Mirian Carbonera e André Luiz Onghero ISBN: 978-65-88029-01-5 Páginas: 173 Esta é uma obra de comemoração. Passados 50 anos desde que a Unochapecó abriu suas portas à comunidade regional, nacional e internacional pela primeira vez, há muito que comemorar. Documentário fotográfico testemunha a população desfilando pelas ruas de Chapecó, acalentando na alma um sonho. Com certeza, esse sonho era muito maior do que coubesse na mais criativa e fértil imaginação. Mas foi aí então que caiu ao solo a primeira semente que geraria o que se denominou Fundeste, depois Unoesc e, finalmente, Unochapecó. A semente caiu em terreno fértil: a comunidade regional soube, ao longo de 50 anos, cultivar a frondosa árvore que brotou dessa pequena semente. Soube cultivá-la e os frutos não tardaram. Já são milhares e milhares de cidadãos de toda esta região e de tantas outras que colheram sazonados frutos que os colocaram em outro patamar da vida, pelo conhecimento, pela ciência, pela técnica, pela ética, pelos valores, pela responsabilidade, pela cidadania, pelo respeito e, acima de tudo, pelo amor com que esta bela instituição os marcou indelevelmente. Celebrar os 50 anos da Unochapecó é celebrar vidas humanas: autoridades históricas que acreditaram no que estavam fazendo, e o fizeram com devoção; gerações de professores que por aqui aportaram e aportam e semearam a mancheia seus conhecimentos, seu amor e seu carinho, gerações de técnicos administrativos, levas e levas de discentes, inumeráveis famílias que, tantas vezes, com sacrifício, apostaram no investimento que fizeram e fazem na Unochapecó. A Unochapecó é um tesouro que merece toda nossa afeição, dedicação e cuidado. Nasceu e cresceu democrática, de espírito aberto, plural, dialógica, comunitária até o âmago de sua alma. Basta ler seus projetos instituintes para constatar que a abertura, a pluralidade, o espírito democrático transborda no mais genuíno senso comunitário. Com certeza, as gerações mais provectas e as novas não pretendem abrir mão de tão alevantado legado. Ad multos annos, Unochapecó! Longa vida!
Ano da edição: 2020 Organizadores: Sady Mazzioni; Cristian Baú Dal Magro ISBN: 978-65-88029-20-6 Páginas: 237 A adoção de práticas sociais e ambientais melhoram a qualidade de vida das pessoas e viabilizam o desenvolvimento sustentável. As estratégias sustentáveis de longo prazo incluem cuidados com os efeitos provocados pelas atividades empresariais, preocupando-se com os aspectos ambientais, sociais e econômicos. O objetivo desta obra é disseminar as Melhores Práticas de Sustentabilidade das empresas e demais entidades associadas da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), participantes da 1ª edição do Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade. Os oito casos relatados incluem práticas de destinação ambiental adequada de resíduos; obras de engenharia no modelo sustentável; incentivo de hábitos mais sustentáveis na comunidade; doações de sistemas fotovoltaicos às entidades beneficentes; facilitação do trabalho dos catadores de resíduos; práticas de convivência educativa que oportuniza a inclusão social de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade; e desenvolvimento do agronegócio regional com estímulo aos pequenos agricultores. As empresas e entidades promotoras das ações relatadas na obra foram premiadas pelas contribuições geradas à sociedade e ao planeta. Essa publicação tem o intuito de inspirar outras empresas e entidades a se envolverem na promoção do desenvolvimento sustentável.
Ano da edição: 2019 Organizador: Alexsandro Stumpf ISBN: 978-85-7897-318-6 Páginas: 222 Todos os textos aqui apresentados demonstram a articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão nas diversas áreas do conhecimento. São trabalhos desenvolvidos tanto por estudantes e professores da Unochapecó, quanto por pesquisadores e estudiosos de outras instituições de ensino, visto que a 8ª edição, o SIEPE buscou tornar ainda mais visível toda esta vasta produção acadêmica. Diante da temática “A aproximação dos grupos de pesquisa da universidade”, o evento de 2018 atingiu o recorde de participantes.
Ano da edição: 2024 Organizadores: Martin Kuhn, Daniela Leal, Diego Orgel Dal Bosco Almeida ISBN: 978-658032957-1 Páginas: 391 O que pode, afinal, o conhecimento em Educação? Em um contexto marcado pelo excesso de discursos e por transformações nos planos cultural, econômico, político e tecnológico, refletir sobre como produzimos conhecimento torna-se uma tarefa importante. Das reflexões às ações, quais mundos existem e que outros mundos são possíveis? A partir de perspectivas dos diversos campos de estudos da Educação, o VIII Colóquio Integrado das Linhas de Pesquisa e o II Seminário Diálogos Internacionais de Educação, realizados de forma concomitante, buscam contribuir para reflexões sobre a produção de conhecimento na área de Educação em diferentes perspectivas: formação de professores, currículo, práticas pedagógicas, diversidade, interculturalidade e educação inclusiva.
Ano da edição: 2023 Organizadores: Reginaldo Pereira, Andréa de Almeida Leite Marocco and Jaqueline Kelli Percio. ISBN: 978-85-7897-348-3 Páginas: 174 It all started twenty-five years ago. When Fapesc emerged, the 2000s were nothing but an unclear future that inspired fear with all of the turn of the millennium symbology. The state’s technology ecosystem was still incipient, development notices for this purpose from specific agencies were non-existent, and innovation was a common word only in academic circles. It was a long, winding road to get to where we are now. We recovered every aspect regarding contributions that the ecosystem received from other departments, such as the Acafe System, Sebrae, the Certi Foundation, Facisc, Fiesc and business organizations. And how the ecosystem also went in the opposite direction, making a direct impact on the daily lives of universities, institutes and public agencies, as well as on the industry of Santa Catarina. This book also shows how the ecosystem made national and international connections, how we evolved with the passing years, and how this led to the Pact for Innovation, to Intellectual Property assets and to the consolidation of the state of Santa Catarina as a reference in STI.
Ano de edição: 2025 Autor: Éverton Barbosa Correia ISBN: 978-85-7897-388-9 Páginas: 208 Na equação crítica reformulada, não é mais apenas a lucidez criativa, purgada dos restos da experiência e devota da geometria sutilmente perturbada, que responde pela ordem convidativa dos espaços internos da obra cabralina, [...], mas também os limites e as possibilidades de uma vida (alegadamente) silenciada, ainda que – [...]– redesenhados e universalizados pelo fio da escrita. Ou, no resumo agudo de Éverton Correia Barbosa: “observando a obra de João Cabral em cada uma de suas composições, temos a impressão de que quem fala é o objeto, quando na verdade existe um sujeito imperativo a ditar medidas e tons para que as coisas falem. E estas só falam quando chanceladas pelo seu timbre”. O mérito maior deste livro, nada desprezível, talvez resida precisamente neste escopo: a partir de um ponto de vista próprio e original, fazer crescer o que já é grande, mostrar uma pessoa e suas circunstâncias, nada triviais, genial e objetivamente inscritas nos versos. Trecho do prefácio, escrito por Fábio de Souza Andrade
A Editora Argos realizou sorteios durante a 5ª Festa do Livro. Qualquer valor de compra em livros da Argos concorria a grandes prêmios no final da festa. Além de um megakit, os clientes que compraram nos dias 19 e 20 concorreram a duas telas exclusivas, produzidas por estudantes dos cursos de Design e Artes Visuais da Unochapecó. O sorteio foi realizado no dia 21 de novembro e os ganhadores foram: Valéria Romanzini Cenci – Kit exclusivo da Argos; Ághata Meneghetti – Tela produzida por aluno de Artes Visuais; Vivian Cavalheiro – Tela produzida por aluna de Design.
A obra “Formação humana na sociedade do espetáculo”, lançamento da Argos em parceria com a Editora da Unesc, esclarece uma ideia de cruzamento entre os aspectos fundamentais da educação e a sociedade do espetáculo, apresentada por Guy Debord, a retratar o episódio de maio de 1968.A obra está dividida em três partes temáticas. A primeira parte do livro, intitulada “‘Não nos prendamos ao espetáculo da contestação, mas passemos à contestação do espetáculo’: Guy Debord, maio de 68 e a sociedade do espetáculo”, propõe-se a discussão sobre o lugar da figura de Debord no contexto de maio de 1968, bem como, o legado e a atualidade do livro “A sociedade do espetáculo” (1967) passados cinquenta anos desde sua publicação. A segunda parte, “‘A ação não deve ser uma reação, mas uma criação’: Educação, mercadoria e heróis espetaculares”, busca investigar a potência crítica da educação e o que significa falar em formação humana quando ela se inferioriza à crescente espetacularização e mercantilização dos espaços e processos educativos e formativos. A terceira e última parte, “‘Corram, camaradas, o velho mundo está atrás de vocês’: Espetáculo, literatura, bem-estar e morte”, aborda a relação entre os estudos literários e a sociedade da imagem e do espetáculo, passando também por uma “teoria da burrice” e por reflexões acerca da didática da história.Organizada pelos docentes André Cechinel e Rafael Rodrigo Mueller, esta obra tem como objetivo central questionar a “formação humana” com base nos principais fundamentos da nossa educação e os modelos culturais e formativos impostos sob ares pseudodemocráticos, motivando o leitor a sair de sua zona de conforto. Sobre os organizadores André Cechinel: doutor em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Atua nas seguintes áreas de pesquisa: Educação e ensino de literatura, Literaturas estrangeiras modernas, Teoria literária e literatura comparada. Além de outras obras, é autor do estudo “O referente errante: The Waste Land e sua máquina de teses” (Argos; Ediunesc, 2018), sobre o poema de T.S. Eliot. Rafael Rodrigo Mueller: mestre e doutor em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGE/UFSC) e professor dos Programas de Pós-Graduação em Educação (PPGE) e de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Atua principalmente nos seguintes campos de estudo: Trabalho, Tecnologia e Educação (TTE); Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS); e Estudos Organizacionais e Críticos.
A obra “Entre ilustres e anônimos: a concepção de história em Machado de Assis” parte de uma questão entre relações de história e literatura. A autora do livro, Raquel Campos, professora da Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás, conta que o interesse de estudar Assis começou com a monografia do trabalho de conclusão de curso, em que, a partir dessa premissa, interessou-se por nosso grande escritor Machado de Assis.“Então, com a inexperiência própria dos que estão começando, minha intenção era associar os dois aspectos dessa relação entre elas – o uso da literatura como documento e a questão da narratividade da história –, e foi nesse sentido que me voltei para Machado de Assis. Fazendo uso de uma expressão do próprio escritor, eu procurei mostrar que ele poderia ser visto como um ‘historiador contador de histórias’: alguém que contava a história – no caso, a história da escravidão no Brasil – de um modo distinto dos historiadores, focalizando aspectos do mundo escravista que não eram levados em conta pela historiografia de cunho econômico que tivéramos até a década de 1970”, explica a autora Raquel Campos.O tema central do livro é a história de Machado de Assis, pensada em relação à concepção de história dos historiadores do século XIX. A autora conta que teve dificuldades para acessar a coleção completa da “Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro”.“Uma das maiores dificuldades que tive foi o acesso à coleção completa da ‘Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro’, no período entre 1839 e 1908, que é o recorte da investigação. As pesquisas que estão na origem deste livro foram realizadas em 2008 e 2009, portanto em um momento em que havia pouquíssima documentação digitalizada no Brasil. E como temos um problema seriíssimo no País, que é o da raridade de boas bibliotecas, o acesso àquela coleção não foi tão fácil”, conta a autora.Para conferir a entrevista completa com a autora clique aqui.
Andrea Daher, professora de teoria e metodologia da história no Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenadora do laboratório de pesquisa em história das práticas letradas, reúne, no conjunto de textos que compõe este livro, autores nacionais e internacionais, como Hélio de Seixas Guimarães, João Adolfo Hansen, Marcello Moreira, Pedro de Niemayer Cesarino e Roger Chartier. A obra Oral por escrito. A oralidade na ordem da escrita, da retórica à literatura aborda a formulação crítica sobre a presença do oral no escrito. Neste livro, o leitor pode perceber a evidente tensão entre oralidade e escrita, como propõe o título, em que o valor de um é posto no outro, embora seus sentidos permaneçam sempre presentes. Os textos reunidos na obra propõem formulações críticas sobre a presença do oral no escrito, segundo as modalidades históricas dos seus usos e na contramão de sua monumentalização.
Para compor a programação da Arena Cultural, já estão confirmados nomes como: Lucinda Riley, Ava Dellaira, Jennifer Niven, Amy Ewing, Tarryn Fisher, Marian Keyes e Mac Barnett.A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), chega à sua 24ª edição, com atrações multiculturais voltadas para celebrar a leitura. O evento que ocorre entre 26 de agosto e 4 de setembro de 2016, no Anhembi, reunirá as principais editoras, livrarias e distribuidoras, e trará ao público atrações exclusivas, com presença de autores nacionais e internacionais, lançamentos de livros, tardes de autógrafos, oficinas, brincadeiras e debates.Em sua última edição, em 2014, a Bienal do Livro se reinventou, trazendo para o público um evento democrático, diverso e multicultural, indo muito além da “feira de livros”. Com o tema “Histórias em Todos os Sentidos”, este ano o evento reafirma esse posicionamento, e convida o visitante a vivenciar as muitas histórias que a Bienal do Livro pode contar, de acordo com seus interesses.Para a criação da programação cultural, além da própria Câmara Brasileira do Livro, o evento contará novamente com a curadoria do SESC, e do Itaú Cultural (também apoiador cultural do evento). Juntas, as instituições serão responsáveis pela programação do Salão de Ideias, que contemplará discussões atuais e de amplo interesse com escritores, pensadores e artistas, abordando temas de relevância social e cultural.Na Arena Cultural, os visitantes terão o contato com autores de best-sellers, nacionais e internacionais, em bate-papos e palestras exclusivas. Nomes como Harlan Coben, Cassandra Clare, Mário Sergio Cortella e Paula Pimenta já passaram por este que é o maior espaço do evento.Focado no público infantil, o Espaço Mauricio de Sousa trará diversas atividades interativas, com brincadeiras, teatro de fantoches, pinturas e desenho, além de uma exposição sobre os 80 anos do criador da Turma da Mônica.O SESC também trará para o evento dois espaços BiblioSesc, com caminhões biblioteca e uma programação que vai de contação de histórias a espetáculos de música e literatura, sempre buscando o prazer de ler e de ouvir uma boa narrativa.Para os amantes da gastronomia, o “Cozinhando com Palavras” chega à sua 4ª edição na Bienal do Livro. Com curadoria do chef André Boccato, o espaço une culinária, literatura e cultura, em uma verdadeira gourmet experience, estilo sarau.Trazendo uma programação focada nos profissionais do livro, o Espaço Ignácio de Loyola Brandão trará debates institucionais. Entre os principais assuntos em discussão estão: direitos autorais, políticas públicas, lei brasileira de inclusão, produção e vendas no setor editorial livreiro e a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.O evento conta ainda com 150 expositores individuais e autores independentes. Até o momento, 30 autores nacionais e internacionais estão confirmados para a Bienal do Livro, todos na Arena Cultural. São eles: Leonardo Boff, Jennifer Niven, Mário Sergio Cortella, Mauricio de Sousa, Ava Dellaria, Tarryn Fisher, Jen Sterling, Marian Keyes, Iberê Thenório e Mariana Fulfaro (Manual do Mundo), RezendeEvil, Talita Rebouças, Paula Pimenta, Bruna Vieira, Babi Dewet, Isabela Freitas, Maju Trindade, Carina Rissi, Pam Gonçalves, Kéfera Buchmann, Mac Barnet, Lucas Rangel, Jout Jout, PC Siqueira, Alexandre Matias, Lucinda Riley, Bel e Fran, Becky Albertalli e Amy Ewing.
Nesta semana está sendo realizada a segunda edição da Feira do Livro Chapecó. O evento é gratuito e será uma experiência única dentro da literatura, tendo como objetivo transformar o conhecimento, revolucionando o hábito de leitura. A feira conta com atividades, palestras, debates, teatro, coral e muitas outras atividades nos três períodos do dia até o sábado (6 de outubro).Nesta sexta-feira, dia 5 de outubro, será realizada a palestra de João Cezar de Castro Rocha, abordando “O direito à leitura literária”. A palestra acontece na sala Welcy Canals, no Centro de Eventos de Chapecó, às 19h30.João Cezar de Castro Rocha é autor da Argos e professor Titular de Literatura Comparada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Autor de 12 livros, entre os quais “Machado de Assis: por uma poética da emulação” (Civilização Brasileira, 2013; Prêmio de Crítica e História Literária da Academia de Letras; tradução para o inglês: “Machado de Assis: Toward a Poetics of Emulation” [Michigan State University Press, 2015]). Também organizou mais de vinte títulos. Possui graduação em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1992), mestrado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1994). Em 1997 concluiu o doutorado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Em 2002 completou seu segundo doutorado, em Literatura Comparada, pela Stanford Universität, Berlim. Em 2014, realizou pós-doutorado na Princeton University, onde também foi professor visitante.Após a palestra, João Cezar estará no estande da Argos para interagir com os visitantes da feira, debater sobre o direto à leitura e suas obras.
A obra "Parques tecnológicos: estratégias para estruturação de um ecossistema de inovação e desenvolvimento regional" aborda as áreas de inovação, mais especificamente, os Parques Científicos e Tecnológicos, o modelo de tríplice hélice e os sistemas regionais de inovação como vetores do processo de desenvolvimento regional na Sociedade do Conhecimento, buscando mostrar de forma clara a complexidade do mundo atual, as transformações que estamos vivendo, o processo de reestruturação que a economia mundial passa como consequência da globalização, utilizando a experiência profissional e acadêmica do autor para apresentar uma contribuição maravilhosa sobre a criação e o desenvolvimento de áreas de inovação como Parques Científicos e Tecnológicos, fazendo parte de uma estratégia de desenvolvimento regional, como forma de transformar o conhecimento em valor para sociedade. A estrutura do livro contempla uma sólida visão conceitual de temas centrais da área de inovação, ecossistemas de empreendedorismo e inovação, modelos de desenvolvimento regional e arranjos produtivos locais. Na sequência, analisa as condições e circunstâncias próprias da região de Chapecó, identificando vocações regionais e os principais atores do ecossistema local. Como resultado, a obra contribui com a apresentação de uma proposta de metodologia para Parques em fase de concepção e implantação, mas a contribuição mais importante é a profunda conexão entre o Parque Científico e Tecnológico e o desenvolvimento regional, em torno das suas dimensões, social, econômica, ambiental e cultural. Na parte final do livro, os autores direcionam a atenção para as perspectivas futuros do Projeto Parque Científico e Tecnológico Chapecó@, que serve de base para as contribuições apresentadas, uma visão otimista, mas ao mesmo tempo crítica com relação aos fatores críticos de sucesso. Os autores procura trazer esta experiência para que sirva tanto de inspiração quanto para observar os acertos e erros, e é algo que ao término desta obra, também servirá de registro do processo de construção de um ecossistema de inovação. A obra está disponível na versão e-Book ePUB na Loja Virtual da Argos! Entre no site e confira: (http://www.editoraargos.com.br/)
A obra “Chapecó 100 anos: histórias plurais”, da coleção Regionais, publicada pela Editora Argos e com a organização de Mirian Carbonera, André Luiz Onghero, Arlene Renk e Ademir Miguel Salini, aborda os principais acontecimentos e fatos que ocorreram no município no decorrer de todos os seus anos. Fala das hipóteses relacionadas à sua origem e ao significado de seu nome, muitos afirmam que Chapecó vem de origem Kaingang, que significa: “Donde se avista o caminho da roça”. A cidade se desenvolveu aos poucos, e com a exploração de suas regiões o crescimento de agroindústrias e a agricultura fez o mercado se expandir e acabou se transformando em sua base econômica. Outro setor que surgiu como alternativa foi o metalomecânico, que acabou se especializando na produção de equipamentos para frigoríficos. O livro possui trabalhos de pesquisas trazendo importantes histórias do município, mostrando diversos temas que ocorreram e marcaram a evolução de Chapecó. Aborda desde o povoamento pré-colonial até sobre a importância do esporte nos dias atuais, procurando focar esses acontecimentos históricos de forma reflexiva, tentando desvendar os fatos em uma linha do tempo. Um município centenário como Chapecó abriga múltiplas histórias, e esse livro não é apenas uma homenagem ao município, é uma maneira de olhar Chapecó com novos olhos e buscar novas perspectivas. A Argos acaba de lançar uma segunda edição atualizada e vai ser distribuída gratuitamente nas escolas da região.