O livro nasceu de uma inquietação dos autores, que são professores da disciplina de Metodologia da Pesquisa em diferentes programas de pós-graduação, quanto a racionalizar o processo de pesquisa,
A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Ano da edição: 2020 Organizadoras: Maria Aparecida Lucca Caovilla Silvana Winckler Bruna Fabris ISBN: 978-65-88029-14-5 Páginas: 374 Em agosto de 2020, o curso de Direito da Unochapecó completou 35 anos de atuação regional. Já o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito (PPGD) celebrou, no mês de março, cinco anos de jornada. Dentre os motivos para comemorar, sobressaem mais de um milhar de profissionais formados pela Unochapecó, em nível de graduação e de pós-graduação Stricto Sensu (bacharéis e mestres em Direito), sem mencionar as inumeráveis turmas de especialistas que buscam nesta Universidade o aperfeiçoamento contínuo! O curso de Direito e o PPGD honram-se pela contribuição à formação intelectual crítica de profissionais e pesquisadores, com vistas à efetivação de práticas jurídicas que levem à promoção dos direitos da cidadania em todas as suas dimensões, com ênfase nos aspectos ambientais e transnacionais, no que diz respeito à pós-graduação. Para comemorar o fechamento deste ciclo, em parceria com o Observatório de Políticas Constitucionais Descolonizadoras para a América Latina (OPCDAL), foi organizada esta edição comemorativa com a participação e contribuição de professores(as) e mestres(as) que fizeram parte da história do Programa Stricto Sensu, com a publicação de artigos científicos em forma de capítulos, distribuídos nas Coletâneas: “Volume I – Direito, Cidadania e Socioambientalismo” e “Volume II – Direito, Cidadania e Atores Internacionais”.
Ano da edição: 2012 Autor: Adriano Larentes da Silva ISBN: 978-85-7897-102-1 Páginas: 169 Bem-vindos à versão digital e interativa do livro Fazendo cidade. Nesta obra, mais do que simplesmente ler, você poderá interagir com as inúmeras fontes históricas utilizadas, como fotografias, mapas, textos e, em aplicativos de leitura mais avançados, materiais em áudio e vídeo. Clique nos links e retorne à Vila Oeste, veja e ouça a mata sendo derrubada em nome do “progresso”. Maximize as imagens e observe os detalhes de uma cidade sendo feita e refeita por diferentes personagens. Sinta a emoção dos entrevistados, ouça os ruídos e as pausas das várias gravações feitas. Veja o passado sendo reconstruído, o entusiasmo da festa e mergulhe na simbologia do aniversário de São Miguel do Oeste. Enfim, deixe-se perder na história do extremo oeste e conheça de forma interativa acontecimentos importantes dessa região.
Ano de edição: 2023 Organizadores: Maria Aparecida Lucca Caovilla (orgs) ISBN: 978-85-7897-353-7 Páginas: 282. O projeto denominado “Agenda 2030: Experiências da Colaboração Interinstitucional de Pesquisas e Observatórios para Subsidiar Políticas Públicas para o Desenvolvimento Sustentável” estabeleceu como uma de suas metas a disseminação da Agenda 2030 e o estudo especializado em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para apoiar e subsidiar a (re)elaboração de políticas públicas e diretrizes para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental a partir de experiências interinstitucionais de pesquisas no âmbito de atuação da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Chapecó, Santa Catarina), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Ijuí, Rio Grande do Sul), Universidad Nacional de Misiones (Misiones/Argentina) e Universidad Gastón Dachary (Misiones/Argentina). As atividades deste projeto contribuem para a ciência, pois sustentam-se na produção de pesquisas que dão suporte às políticas e aos serviços públicos, como: desenvolvimento socioeconômico, socioambiental e político sustentável; inserção científica no mundo social e apropriação consciente desses avanços para o fortalecimento da democracia e de uma cidadania plena, em conformidade com a Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação que propõe o avanço de todas as áreas do conhecimento, o equilíbrio regional transfronteiriço, o desenvolvimento econômico sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população da região Oeste do Estado de Santa Catarina, Noroeste do Rio Grande do Sul e Nordeste da Argentina, em sintonia com os objetivos da Agenda 2030 da ONU. Ainda, a execução deste projeto vem incentivando a integração de pesquisadores, docentes, estudantes, profissionais, empreendedores e demais agentes, buscando a solução de desafios e problemas regionais, estaduais e internacionais, na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e cidadãs da região de fronteira. Importante destacar que a presente obra foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Estado de Santa Catarina (FAPESC), no âmbito do Edital de Chamada Pública FAPESC No. 15/2021 - Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação de Apoio aos Grupos de Pesquisa da Associação Catarinense das Fundações Educacionais – Acafe - Termo de Outorga: No. 2021TR001154. A Rede de Observatórios Latino-Americanos para efetivação da Agenda 2030- REDE OBSERVA AG2030 deseja uma boa leitura!
Ano de edição: 2025 Organizadores: Antonio Rediver Guizzo, Carlos Henrique Lopes de Almeida, Dionisio Márquez Arreaza, Emerson Pereti e Gastón Cosentino ISBN: 978-85-7897-380-3 Páginas: 343 Entre as diversas histórias-mito dos povos maia-quichés há uma em especial chamada “Os olhos dos enterrados”. Miguel Ángel Asturias faz alusão a ela no último romance de sua conhecida “trilogia bananeira”1, publicada entre 1950 e 1960. Conta a lenda que os mortos, quando vítimas de uma morte iníqua, permanecem sob a terra com os olhos abertos, por anos, decênios, séculos, até que a injustiça de suas mortes seja enfim redimida. A expansão do ocidente cristão em sua reconfiguração capitalista tecnocrático-extrativista tem sido responsável pelo contínuo e sistemático extermínio de ambientes naturais, povos e culturas humanas por mais de quinhentos anos. Um modelo econômico-cultural que agora nos conduz para a sexta extinção em massa da história do planeta. Com os olhos abertos sob a terra, tantas vidas devastadas para a sustentação desse sistemapreservam-se, em constante estado de latência, esperando, também, por alguma justiça.
Ano da edição: 2024 Organizadores: Martin Kuhn, Daniela Leal, Diego Orgel Dal Bosco Almeida ISBN: 978-658032957-1 Páginas: 391 O que pode, afinal, o conhecimento em Educação? Em um contexto marcado pelo excesso de discursos e por transformações nos planos cultural, econômico, político e tecnológico, refletir sobre como produzimos conhecimento torna-se uma tarefa importante. Das reflexões às ações, quais mundos existem e que outros mundos são possíveis? A partir de perspectivas dos diversos campos de estudos da Educação, o VIII Colóquio Integrado das Linhas de Pesquisa e o II Seminário Diálogos Internacionais de Educação, realizados de forma concomitante, buscam contribuir para reflexões sobre a produção de conhecimento na área de Educação em diferentes perspectivas: formação de professores, currículo, práticas pedagógicas, diversidade, interculturalidade e educação inclusiva.
A ideia deste livro nasceu em um destes momentos de tecer a vida em que nos encontramos − as organizadoras − e, entre cafés e conversas, nos deparamos com um marco histórico significativo em nossas trajetórias pessoais e profissionais: o aniversário de 20 anos do Curso de Nutrição da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). O Curso em que, há mais ou menos tempo, cada uma de nós vem acrescentando um fio, um ponto, uma cor, modificando a trama e se modificando no movimento de tecê-la. Trata-se de um tecer a carreira, a docência, o humano, a vida mesma. Trecho retirado da apresentação da obra Organizadores: Carla Rosane Paz Arruda Teo, Fernanda Grison Confortin, Liziane Cassia Carlesso, Marina Pizzi, Nádia Kunkel Szinwelski, Roberta Lamonatto Taglietti, Viviane Lazari Simomura ISBN: 978-85-7897-381-0
Ano da edição: 2015 Organizadores: Maria Lucia Marocco Maraschin e Cézar da Silva Camargo ISBN: 978-85-7897-152-6 Páginas: 209 Através de artigos que tipificam a universidade comunitária, explicitando seus vínculos e compromissos sociais: uma universidade originária da comunidade e fiel aos seus propósitos, isto é, atenta as suas demandas, está obra relata experiências e propõe reflexões, oriundas dos atividades extensionistas da Universidade Comunitária da Região e Chapecó (Unochapecó) e que materializam assim tanto possibilidades de interlocução da Universidades com a comunidade loco-regional, como possibilidades de articulação entre a extensão, o ensino e a pesquisa.
Ano da edição: 2018 Organizadoras: Lilian Beatriz Schwinn Rodrigues e Maria Aparecida Lucca Caovilla ISBN: 978-85-7897-302-5 Páginas: 282 Esta obra reflete as diferentes experiências e atitudes integracionistas, protagonizadas por docentes, técnicos e estudantes extensionistas e pesquisadores em diferentes comunidades. Os trabalhos relatam o esforço de um coletivo de pessoas que apostam na extensão e sua relação, não como a imposição de um determinado conhecimento, mas como uma forma de compreender o mundo e de construir alternativas aos problemas reais. Retratam, portanto, a vida como ela é, buscando compreender melhor a sua própria realidade, ou seja, a vida sendo vivida. Assim, os textos que integram esta coletânea reforçam e fortalecem os laços articuladores da extensão, com a pesquisa e o ensino, demonstrando as formas, o propósito e a razão de ser e existir de cada projeto. Além disso, proporciona aos estudantes o sentido do pertencimento, pois são sujeitos e protagonistas de sua formação, bem como seus principais socializadores.
Entre os dias 11 e 13 de maio, aconteceu a XXIX Reunião Anual da ABEU (Associação Brasileira das Editoras Universitárias). O evento ocorreu na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Viçosa-MG, e a Argos Editora da Unochapecó esteve presente, representada por sua coordenadora, professora Rosane N. Meneghetti Silveira.Criada em setembro de 1987, a ABEU congrega mais de cem editoras acadêmicas vinculadas a universidades e institutos de pesquisa com dependência administrativa federal, estadual ou municipal, comunitários e privados, distribuídos em todas as regiões do País. Ao longo da sua história, a ABEU tem contribuído para a profissionalização do setor editorial nas áreas acadêmica, técnica e literária, ocupando significativos espaços no processo de modernização das políticas públicas do livro. Este ano, o tema em pauta foi “Construção de uma Política Editorial Universitária no Brasil: em busca da unidade”. Foram discutidas questões referentes a desafios de acessibilidade, direitos autorais na contemporaneidade e a internacionalização e gestão das editoras universitárias. Os temas foram apresentados e discutidos por diversos profissionais, autoridades das suas respectivas áreas, entre eles, Juan Felipe Córdoba-Restrepo, presidente da Asociación de Editoriales Universitarias de América Latina y El Caribe. No último dia do evento, também ocorreu a apresentação de um edital de publicação para lançamento de um livro pela ABEU. Em 2017, a ABEU comemora 30 anos, e para comemorar essa conquista, será lançado um livro Coletânea Comemorativa com uma compilação de textos sobre a edição universitária. A professora Rosane destaca a importância da reunião anual da ABEU: “O evento é muito importante para as editoras universitárias filiadas a ABEU, pois é a oportunidade que temos para trocar experiências acerca das atividades que envolvem as editoras e assim qualificar nossas publicações.” Quanto aos temas abordados no evento, a professora destaca a sua relevância e afirma: “A reunião foi permeada por reflexões criativas e as discussões abordaram aspectos fundamentais para a contemporaneidade.”
De 28 a 30 de outubro acontece a 9ª edição do Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó (SIEPE), com o tema “Inovação e ação social: empreender para o bem da vida”. Seu foco é debater como pesquisas, atividades de ensino e projetos de extensão universitários contribuem para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.Neste ano, o objetivo principal do SIEPE é aproximar a comunidade do meio acadêmico, realizando uma troca de experiências. A Editora Argos estará presente no evento para venda e divulgação das obras!
A publicação é resultado de dois anos de pesquisa de campo, na qual a autora procurou compreender o quadro em que se desenvolveram as relações dos italianos de Santa Catarina com os italianos radicados na Europa na década de 1990. Ivone buscou estabelecer paralelo entre a “globalização” e a “etnicidade”, tendo como objeto de estudo as práticas desenvolvidas pelos descendentes de imigrantes italianos na região.A autora Ivone Bigolin Siviero analisa historicamente a trajetória dos descendentes de imigrantes italianos no oeste a partir do deslocamento da Itália, em 1865. Objetivou compreender os diferentes modos de pensar, agir e reagir, em vários momentos da trajetória desses imigrantes, para analisar a razão do acirramento dos vínculos regionalistas na década de 1990. Sentimento de italianidadeO livro é uma narrativa das intenções e realizações dos encontros de famílias, que são mediados por um “sentimento de italianidade”, sentimento este que constitui o principal elemento demarcador da identidade do grupo. A autora relata como se processa a construção dessa identidade, enfocando a recuperação das histórias familiares com raízes na Europa com a respectiva construção de suas “árvores genealógicas”. Ivone Bigolin Siviero aborda, ainda, através do relato de viagens à Itália realizadas por parcela significativa de descendentes de imigrantes italianos do oeste catarinense, as reações surgidas nos encontros dos descendentes de imigrantes italianos do Brasil, os “brasiliani”, e os “italiani”, da Itália.
Thierry é reconhecido com um dos grandes nomes da história da arte na atualidade. Sua obra, “Fazendo escola (ou refazendo-a?)”, é um instigante mergulho no universo do ensino da arte e da formação de artistas. Um dos grandes pensadores da atualidade no campo da arte, Thierry de Duve escreve a partir de suas experiências de ensino, com a visão crítica de quem conhece profundamente o sistema artístico. A obra apresenta uma profunda reflexão sobre o estágio em que se encontra o sistema de ensino na atualidade. Publicado em francês, em 1992, e novamente em uma edição ampliada, em 2008, esse texto, traduzido agora para o Português, introduz uma reflexão inovadora e ao mesmo tempo surpreendente do universo da formação artística como a conhecemos hoje.A tradução dessa obra em especial, entre o universo de publicações do autor, oportuniza aos leitores a possibilidade de ter acesso a um título à margem do circuito internacional de publicações. Seu impacto está na análise rigorosa dos modelos de ensino estabelecidos, fundamentalmente o modelo acadêmico e o modelo Bauhaus, ambos obsoletos na perspectiva do autor. Como alternativa ele propõe outra relação de aprendizado, baseada em uma abordagem de “transmissão”, cujo caráter seria essencialmente antiacadêmica. O autor reivindica o retorno à tradição artística como um mergulho em um repertório de ferramentas para a reflexão sobre o ensino, entre elas a história da arte e a estética. Trata-se de um texto de relevância para os profissionais envolvidos no campo da arte, como críticos, curadores, historiadores de arte, artistas e todos aqueles que desejam refletir sobre a experiência artística em sua totalidade.O autor, de nacionalidade belga, é historiador de arte e filósofo e professor emérito da Universidade de Lille 3. Publicou vários livros sobre arte e estética, como Kant after Duchamp (The MIT Press, 1996), Clement Greenberg Between the Lines (Dis Voir, 1996) e Sewn In the Sweatshops of Marx: Beuys, Warhol, Klein, Duchamp (The University of Chicago Press, 2012). Ele ocasionalmente tem organizado exposições, como Look: 100 Years of Contemporary Art, realizada para o Palais des Beaux-Arts, em Bruxelas, em 2000, e a representação da Bélgica para a Bienal de Veneza em 2003. No Brasil, ministrou seminários no Centro Cultural Maria Antônia (2005), na Fundação Joaquin Nabuco, em Recife (2006), e na Universidade de São Paulo (2010).Para adquirir acesse: http://goo.gl/4iaKhT
Entre os dias 8 e 10 de junho de 2016, acontece a quarta edição do Colóquio Internacional de Estudos Linguísticos e Literários (CIELLI) na Universidade Estadual de Maringá (PR). O evento é bianual, e nesta edição contará com conferências, mesas-redondas, simpósios na área de Estudos Linguísticos e de Estudos Literários e atividades artístico-culturais. A Editora vai marcar presença no evento participando do estande coletivo da ABEU, divulgando e comercializando seus títulos
Além de uma importante fonte de pesquisa, contendo um material didático de fácil compreensão, os estudantes encontrarão na obra “Aspectos introdutórios do estudo da contabilidade” o apoio necessário, com diversos exercícios práticos e conceitos teóricos que lhes permitirá aplicar o conhecimento recém-adquirido e averiguar o nível de aprendizado, introduzindo os leitores no conhecimento do funcionamento do mercado de trabalho atual. A obra faz parte da coleção Didáticos, da Editora Argos, e é utilizada na disciplina de Contabilidade Introdutória/Contabilidade Geral, componente do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, e possível de ser utilizada também nos demais cursos que utilizem esses conteúdos.O livro é uma grande contribuição para a produção científica na área de Ciências Contábeis, que cresce muito nos últimos anos e vem avançando cada vez mais em Santa Catarina. A Editora Argos, agora, publica a segunda edição revisada e atualizada da obra na versão impressa. Confira esse e outros títulos em nosso site: http://http://www.editoraargos.com.br/ Sobre os autores Sady Mazzioni: é doutor em Ciências Contábeis e Administração e mestre em Ciências Contábeis pela Universidade Regional de Blumenau. Atua como professor da Universidade Comunitária da Região de Chapecó nos cursos de graduação e especialização. É coordenador do Curso de Graduação em Ciências Contábeis e possui experiência em gestão universitária superior.Omeri Denatto: é mestre em Ciências Contábeis pela Universidade Regional de Blumenau. Pós-graduado em Controladoria e Finanças e em Desenvolvimento Empresarial, e graduado em Ciências Contábeis pela Universidade de Oeste de Santa Catarina. Foi contador das Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. É professor titular no Curso de Ciências Contábeis da Universidade Comunitária da Região de Chapecó. Atua também na área de Gestão, com ênfase em Controladoria e Finanças.Celso Galante: é mestre em Ciências Contábeis pela Universidade Regional de Blumenau. Pós-graduado em Administração Pública e em Contabilidade e Gestão Pública, e graduado em Ciências Contábeis pela Universidade do Oeste de Santa Catarina. É professor titular no Curso de Ciências Contábeis da Universidade Comunitária da Região de Chapecó e atua na área de Controle Interno.
O livro “Disputas e ocupação do espaço no oeste catarinense: a atuação da companhia territorial Sul Brasil”, de autoria do professor Alceu Antônio Werlang, publicado pela Editora Argos da Unochapecó, em belíssimo formato, é mais uma excelente contribuição para o entendimento da História do oeste de Santa Catarina. Felizmente com a publicação desta obra a comunidade regional e acadêmica tem acesso a um texto de leitura agradável e de fácil compreensão, o que se constitui num grande mérito do autor.Nos últimos anos várias pesquisas de interpretação da experiência histórica do oeste catarinense vêm permitindo que se tenha um entendimento cada vez mais abrangente desta parte do Estado, visto que obras tradicionais da nossa historiografia não lhe deram a merecida atenção. Alceu Werlang está entre os “pioneiros” da pesquisa sobre o assunto da colonização regional e, também por isso, a publicação fez justiça a este trabalho de pesquisa.Da mesma forma a questão agrária do país talvez nunca tenha chamado tanto a atenção dos estudiosos quanto nas últimas duas décadas, uma vez que as grandes contradições que a envolve vêm sendo colocadas cada vez mais em evidência, em especial pela emergência e crescimento do Movimento dos Sem Terra. Nessa perspectiva, as diferentes problematizações que direcionam as reflexões sobre o assunto tornam-se de fundamental importância, pois favorecem sua compreensão e, quiçá, o encaminhamento de soluções desse histórico problema.A temática da colonização regional realmente deve merecer a atenção dos estudiosos, visto que a partir dela, nesses cem anos, a história desse espaço mudou radicalmente. Por mais que alguém possa afirmar que o assunto da colonização tenha sido tratado por vários pesquisadores, cada historiador ou estudioso lança seu olhar e é atraído por peculiaridades que na maioria das vezes passam despercebidas por outros. A abordagem apresentada neste livro é um desses olhares, cujo tema é abordado a partir da atuação de uma companhia colonizadora.Em especial entre 1920 a 1970, diversas companhias colonizadoras dirigiram e impulsionaram o processo de apropriação privada da terra em todo o grande oeste de Santa Catarina. Várias delas, de diferentes formas, conseguiram grandes concessões de terras feitas pelo poder público estadual, ou em troca da realização de serviços como os de abertura de estradas ou, ainda, foram adquiridas a baixos preços. Tendo o controle dessas áreas, de maneira bastante semelhante, as empresas as subdividiram em pequenos lotes destinados à agricultura familiar e vendidos aos colonos provenientes, em sua maioria, das antigas colônias do Rio Grande do Sul.Entender a construção e reconstrução cultural e socioeconômica decorrente desse processo é imprescindível a quem está atento e busca a solução dos problemas e o desenvolvimento regional. Nessa perspectiva, o livro de Werlang tem um significado importante, pois contribui para tal entendimento. Isso porque a apropriação privada da terra na região está inserida num contexto histórico específico, no qual, tanto as autoridades quanto a intelectualidade, estaduais e brasileiras, discutiam e apontavam a necessidade da ocupação efetiva de todas as áreas consideradas desocupadas do chamado sertão brasileiro.As disputas pela ocupação do espaço sempre foram marcantes na história brasileira. Mesmo antes da chegada oficial dos portugueses ao Brasil já se estabeleceu uma primeira linha demarcatória do território, a Linha de Tordesilhas, que dividia a América entre a Espanha e Portugal. Mas logo no início da colonização portuguesa se estabeleceu o sistema de sesmarias, o qual perdurou por todo o período colonial. Por ele as autoridades portuguesas faziam concessões de grandes áreas de terra aos “amigos da corte”. Essa prática favoreceu o surgimento de grandes latifúndios que, grosso modo, persistem até os dias atuais.No Sul do Brasil constituem-se em exemplos de propriedades latifundiárias, constituídas nesse período, muitas das situadas nas regiões de abrangência de criação de gado e dos caminhos de tropas. Esse processo de controle da terra se intensificou após a independência quando se adotou no país o regime de posses. Por ele era considerado dono aquele que demonstrasse ter o controle, pela posse, de determinada área. Essa sistemática também gerou uma série de problemas, visto que muitos procuravam avançar seus domínios a novas regiões, e logo foi substituída pela propriedade privada, estabelecida pela conhecida Lei de Terras de 1850. Essa lei estabelecia que a definição da propriedade privada da terra ocorria pela aquisição e escrituração do terreno. Nessas diferentes formas de controle da terra, mas em especial a partir dessa última, os povos indígenas e caboclos tiveram grandes dificuldades de manter o controle das terras que historicamente utilizavam, por não possuírem a mentalidade da propriedade privada. Na disputa com os colonizadores ficaram em ampla desvantagem e, se não do ponto de vista legal, mas do ético, construiu-se uma grande injustiça histórica com esses povos. A justificação utilizada na época era de que eles seriam incapazes de dar conta do propósito defendido pela intelectualidade e pelas autoridades, de fazer avançar o progresso e a civilização no sertão.Em “Disputas e ocupação do espaço no oeste catarinense”, o leitor terá uma contextualização desse processo na região, especialmente na passagem do século XIX para o seguinte, período de disputas de divisas internacionais e interestaduais. Faz isso no intuito de evidenciar a grande corrida pela apropriação privada das terras consideradas devolutas. Nessa perspectiva, várias companhias colonizadoras, entre outros artifícios utilizados, fizeram uso da influência política de alguns de seus sócios, que, também beneficiários dessa apropriação, passaram a controlar grande parte das terras, por todo o oeste catarinense e, na sequência, procederam a sua venda.O avanço do processo de colonização gerou inúmeros problemas com as populações estabelecidas, indígenas e luso-brasileiras, marcando para sempre sua história, visto que elas foram excluídas do acesso a terra e, em geral, passaram a viver à margem da sociedade. Essa prática lembra, em sentido inverso, o caso analisado por Elias e Scotson (2000), que, ao estudar uma comunidade inglesa, em meados do século XX, mostraram como os estabelecidos de uma determinada aldeia se relacionavam com o grupo que nela havia chegado mais tarde, os outsiders ou os forasteiros. Por serem estranhos ao lugar, os estabelecidos entendiam que os de fora teriam menos direitos de cidadania na vida local. No jogo de poder cotidiano cada grupo se sentia julgado como diferente pelo outro. Na região estudada por Alceu Werlang, observa-se que esse jogo de poder teve na luta pela ocupação da terra o fio condutor. O fato de os indígenas e caboclos, em geral, possuírem o entendimento de que a terra tinha o valor de uso, e não comercial, favoreceu aos “forasteiros” se imporem aos estabelecidos. Com isso, os “estranhos” passaram a ser os que tradicionalmente habitavam as terras e os que vieram de fora se sentiam possuidores dos hábitos superiores da civilização e amparados pelas leis. Por isso, viam como legítima a ação de conquista da terra.O livro de Werlang coloca em evidência justamente o papel que as empresas colonizadoras desenvolveram nesse processo, em particular a Companhia Territorial Sul Brasil, mostrando que elas, ao se apropriarem das terras, redesenharam o espaço e interferiram profundamente na reocupação regional. As várias empresas que atuaram no antigo município de Chapecó, na primeira metade do século XX, mereceram atenção neste livro, mas pelo estudo específico da Sul Brasil se evidencia a forma de atuação dessas empresas. Os procedimentos adotados pela Sul Brasil, não apenas para consolidar o controle sobre a terra, mas principalmente para atrair os colonizadores, demonstram uma prática de dezenas de companhias colonizadoras que atuaram do vale do rio do Peixe até o extremo oeste catarinense.Nos capítulos de “Disputas e ocupação do espaço no oeste catarinense” o leitor encontrará uma fundamentação da trajetória histórica de definição de limites e da conquista privada da terra no oeste. O estudo feito a partir da análise da atuação de uma Companhia demonstra como pela influência e troca de favores políticos as empresas se apropriaram das terras e a partir disso promoveram a colonização. Fazer avançar a colonização era a forma para facilitar a comercialização das terras.O autor também evidenciou que, ao menos nas décadas iniciais desse processo, os colonizadores, principalmente teuto-russos e ítalo e teuto-brasileiros, em sua maioria procedente das antigas colônias do Rio Grande do Sul, enfrentaram diversas dificuldades, em especial relacionadas à falta de mercado para os produtos agrícolas.É preciso salientar também a utilização de fotografias que, além de enriquecer a análise desenvolvida, constituem-se em belas ilustrações do livro. De outra parte, também enriquece sobremaneira esta obra os diversos depoimentos orais de várias pessoas que protagonizaram o processo de colonização, pelos quais se evidenciam as tensões entre os diferentes grupos nele envolvidos.Esse estudo, mesmo se referindo à Companhia Territorial Sul Brasil, torna-se emblemático para entender a atuação das diversas companhias colonizadoras no Brasil meridional e, por conseguinte, da própria colonização.A sensibilidade do professor Alceu Werlang para tratar dessas questões confere ao livro um significado especial e permite um melhor entendimento da história do oeste, além de colocá-lo entre os pesquisadores dos temas afetos à região. Por isso, a sugestão da leitura de Disputas e ocupação do espaço no oeste catarinense.Prof. José Carlos RadinProfessor da Unoesc JoaçabaDoutor em História pela UFSC
A obra “Uma ideia moderna de literatura: textos seminais para os estudos literários” terá sua 2ª edição no ano de 2018, agora em dois volumes e com nova apresentação gráfica. Se, por um lado, contempla variedade de perspectivas, por outro, mantém unidade temática, ao ater-se a trabalhos seminais dedicados a discutir o conceito de literatura e sua relação com o problema do objeto, do método e dos procedimentos crítico-analíticos próprios aos estudos literários. Cabe destacar que diversos textos constantes da obra foram especialmente traduzidos para nela figurar, alguns dos quais inéditos em português até a publicação do livro. Em relação à 1ª edição, datada de 2011, a nova edição conta com projeto gráfico inteiramente reformulado e adaptado à coleção Grandes Temas. Os textos, por seu turno, como é de praxe nas revisões, passaram por pequenos ajustes, enquanto as apresentações dos autores tiveram seus conteúdos e dimensões padronizados. Por fim, o sistema de notas, um dos pontos altos da obra, ganhou em uniformidade e concisão, tornando-se assim mais funcional. Sobre o organizador Roberto Acízelo de Souza é professor titular de Literatura Brasileira na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, instituição onde obteve sua graduação, e foi professor de Teoria da Literatura na Universidade Federal Fluminense. Tem mestrado e doutorado em Teoria da Literatura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e fez estudos de pós-doutorado na Universidade de São Paulo.