Disputas e ocupação do espaço no oeste Catarinense
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Esta obra, do professor Alceu Antonio Werlang, contribui para o entendimento do processo de colonização do oeste catarinense. A pesquisa mantém seu significado e importância e é disponibilizada aos profissionais da área e ao público em geral, posto que realizada há mais de uma década. O autor constrói um texto agradável e de fácil compreensão.
Ano da edição: 2006 Autor: Alceu Antonio Werlang ISBN: 85-98981-49-4 Páginas: 149
Discutindo aspectos importantes da situação econômica e social do estado de Santa Catarina no início do século XXI, o livro permite aos leitores uma visão atualizada sobre as principais tendê
Renilda Vicenzi explora e descreve as práticas sociais e produtivas das multidões de colonos-camponeses da região que repetiram, grosso modo, o destino de seus ancestrais. Em trabalho verdadeiramente etnográfi
Fazendo cidade é uma obra de análise crítica e reflexiva que nos permite viajar ao passado para ver o presente com outros olhos. Seu foco é o extremo oeste catarinense, principalmente a cidade de São Mi
Os textos que compõem esta obra enfocam temáticas voltadas, sobretudo, ao meio rural; porém, mostram também a relação estabelecida com a cidade. São fruto de circunstâncias diversas:
O processo de colonização da região oeste de Santa Catarina perpetrado a partir da década de 1920 foi marcado pela disputa quase sempre violenta, cujas maiores vítimas foram os moradores locais. Autos d
Um mês e grandes histórias. Entre os dias 17 de abril e 18 de maio de 1929, de automóvel, lancha, trem, e até mesmo sobre mulas, Adolfo Konder, então governador de Santa Catarina, percorre o oeste catari
Este livro, fruto de discussões oriundas do GT da ANPEPP “Tecnologias, subjetividades, políticas e escritas de pesquisa”, abrange diferentes possibilidades de pesquisa cujo fio condutor foi o PesquisarCOM c
Este livro procura contribuir com a reflexão acerca das relações sociais entre os caboclos e os colonos imigrantes no período da colonização do oeste catarinense, a partir da década de 192
Chartier surpreende afinidades e contradições entre ordens discursivas muito diferentes, como o universo do manuscrito, o mundo da cultura impressa e a contemporaneidade da era digital. Nesse caso, o historiador mostra-se c
Arlene Renk apresenta narrativas do diferente como parte constituinte do coletivo. Etnias e identidades se relacionam para formar o que chamamos de região. A partir de diversas narrativas, muitos questionamentos são suscita
Continuidades efêmeras foi escrito a partir da análise de duas revistas cariocas que circularam nas últimas décadas no Brasil: 34 Letras e José – Literatura, Crítica & Arte. Ambas t
Esta obra elabora um modelo analítico para melhor compreender os discursos autoritários associados a práticas governamentais nos campos das reformas institucionais e das políticas econômicas no Brasil. M