Postado em 01 de Novembro de 2017 às 16h22

Argos lança “Gestão agroindustrial”

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Na economia dos últimos anos, observa-se uma série de mudanças, particularmente nas cadeias produtivas pertencentes ao sistema agroindustrial, que afetaram todos os lados, tanto da produção, quanto do consumo. A produção acabou se influenciando com o sistema organizacional usado por países desenvolvidos, trazendo à tona o reconhecimento de que as formas de organização têm impacto direto no ambiente competitivo e estratégico das organizações, sejam individuais, sejam em grupos.

Para sobreviver em um ambiente em que o desequilíbrio, causado por mudanças, permanece, é necessária certa capacidade de interagir de forma associativa com os participantes da cadeia produtiva, fazendo parcerias entre organizações, de diferentes tamanhos e formas, em que os arranjos interorganizacionais começaram a ser adotados pelos mais diversos mercados agroindustriais. Isso faz com que aconteça um processo mais sistemático de direcionamento do posicionamento de quem opera nesses ambientes.

Estudar um indivíduo e o contexto das suas idiossincrasias é uma tarefa desafiadora; estudar uma organização também não é algo trivial, então, o que dizer de se pretender estudar um encadeamento produtivo? O quão complexo pode ser este trabalho? Como fazer para estudar um conjunto de organizações que nem estão juntas formalmente, apenas existem no imaginário do pesquisador?

Este é o fio condutor que motivou a obra “Gestão agroindustrial: em busca de uma governança eficiente”. Desde o conceito seminal de agribusiness até o momento, muito foi feito, mas, seguramente, muito ainda deve ser construído. O alicerce e as vigas estão prontos, mas a alvenaria ainda não foi terminada e nos encontramos seguramente distante dos acabamentos. Esta obra pode ser considerada como um tijolo adicional no empreendimento da construção de uma metodologia que permita estudar e analisar os diversos encadeamentos de organizações que compõem os chamados agronegócios. A obra foi desenvolvida por Alessandro Porporatti Arbage, engenheiro agrônomo, professor e líder do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Economia Agroindustrial (Nepae).

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