Mobilidade e materialidade dos textos: traduzir nos séculos XVI e XVII
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Nas últimas décadas, Roger Chartier vem revolucionando o estudo da história do livro, da escrita e da leitura. Ao mesmo tempo, suas contribuições para as discussões metodológicas e teóricas sobre o conhecimento histórico tornaram-se incontornáveis para todas(os) aquelas(es) que se interessam pelos destinos de Clio e transformaram-no num dos mais importantes historiadores de nosso tempo. Nesse novo livro, o historiador francês dedica-se à história de um conjunto de textos que, por meio da tradução, ultrapassaram fronteiras e migraram para inúmeros lugares e para outros gêneros literários. É a cartografia dinâmica de surpreendentes movimentos e suas inesperadas trajetórias.
Ano da publicação: 2020 Autor: Roger Chartier Tradução: Marlon Samolom; Raquel Campos ISBN: 978-65-88029-09-1 Número de páginas: 209
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
O objetivo é partilhar pesquisas, experiências e reflexões sobre práticas e noções na área da segurança pública e debater sobre tecnologias e inovações sociais p
Reúnem-se neste volume ensaios representativos dos estudos especializados do autor desenvolvidos nos últimos 12 anos. Não obstante a multiplicidade dos tópicos tratados – desde uma escritora do sé
O trabalho de maior responsabilidade de Sylvia Molloy foi o de articular a literatura à ética, pelos elementos autorreflexivos que fazem a graça e a perdição do texto autobiográfico. Sua escrita
A obra de Hannah Arendt suscita reflexões, ações e posicionamentos morais sobre fenômenos humanos contemporâneos. Com essa perspectiva, estudiosos do pensamento arendtiano se congregam para refletir sobre
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Este livro resulta de um universo diversificado de parcerias, trabalhos, estudos e experimentos com o cinema. Resulta, também, do projeto Cinema na Universidade, realizado na Unochapecó de 1998 a 2003, como parte de um dos
Este volume, além da narrativa que lhe empresta o título, na qual o autor empreende uma reflexão sobre sua formação acadêmica e trajetória profissional, reúne ensaios diversos sobre
O filósofo italiano Mario Perniola discorre sobre o problema do tempo presente. Propõe-nos que o passado no presente vive, ou melhor, sobrevive fisicamente nesse turbilhão de imagens no qual nossa sociedade se c
É flagrante a profusão de signos distintivos e de apelos ao consumo de artigos agroalimentares diferenciados: orgânicos, agroecológicos, tradicionais, típicos, coloniais, indicações geogr&a
A obra é um produto midiático dos acadêmicos do curso de Jornalismo da Unochapecó; um cativante ensaio fotográfico, gerador de controvérsias e aguçador dos nossos sentidos. Ao visualizarmos
A exemplo do livro Variações sobre o mesmo tema (2015), figuram neste volume trabalhos representativos dos estudos especializados do autor. Homogêneos quanto à perspectiva conceitual adotada, os ensaios e