Há uma gota de sangue em cada museu: a ótica museológica de Mário de Andrade
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O jovem Mário de Andrade, durante a Primeira Guerra Mundial, afirmava em seu primeiro livro: “Há uma gota de sangue em cada poema”. Parafraseando o poeta e com base em suas reflexões e práticas, o autor sustenta que há uma gota de sangue em cada museu, como arena, espaço de conflito, campo de tensão, de tradição e de contradição.
Ano da edição: 2015 Autor: Mario Chagas Edição: 2. ed. rev. e ampl. ISBN: 978-85-7897-147-2
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Na década de 1920, a literatura brasileira, radicalizando inquietações e tendências que se anunciavam desde a virada do século XIX para o XX, viu-se sacudida por uma onda de renovação ao me
Este volume, além da narrativa que lhe empresta o título, na qual o autor empreende uma reflexão sobre sua formação acadêmica e trajetória profissional, reúne ensaios diversos sobre