Cheiro como critério: em direção a uma política olfatória em curadoria, O
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O cheiro como critério: em direção a uma política olfatória em curadoria é um texto engajado em novas possibilidades de investigar a atividade de curadoria em seus aspectos inovadores. Entre eles a possibilidade de abandonar estrategicamente o que o autor chama de “regime do ocularcentrismo”, em que o olhar tornou-se o centro absoluto da construção das prerrogativas de formação canônica e, por consequência, regulador das abordagens interpretativas. Como alternativa, o autor propõe o olfato como uma via interpretativa a ser explorada, abrindo um campo de possibilidades para o engajamento de outros sentidos na realização de abordagens curatoriais para a produção artística.
Ano da edição: 2015 Autor: Gaudêncio Fidelis Capa: dura Edição: 1ª ed. Idioma: Português e Inglês ISBN: 978-85-7897-146-5 Número de páginas: 224 Revisão Técnica: Elisa Rosalen e Marcelo Andreani de Almeida Tradução: Vivian Bosch
O objetivo é partilhar pesquisas, experiências e reflexões sobre práticas e noções na área da segurança pública e debater sobre tecnologias e inovações sociais p
Um mês e grandes histórias. Entre os dias 17 de abril e 18 de maio de 1929, de automóvel, lancha, trem, e até mesmo sobre mulas, Adolfo Konder, então governador de Santa Catarina, percorre o oeste catari
Reúnem-se neste volume ensaios representativos dos estudos especializados do autor desenvolvidos nos últimos 12 anos. Não obstante a multiplicidade dos tópicos tratados – desde uma escritora do sé
O trabalho de maior responsabilidade de Sylvia Molloy foi o de articular a literatura à ética, pelos elementos autorreflexivos que fazem a graça e a perdição do texto autobiográfico. Sua escrita
A obra de Hannah Arendt suscita reflexões, ações e posicionamentos morais sobre fenômenos humanos contemporâneos. Com essa perspectiva, estudiosos do pensamento arendtiano se congregam para refletir sobre
Num período que se estende de fins do século XVII ao início do XX, as artes verbais passam por um processo de verdadeira reinvenção, configurando-se um trânsito que conduziria do velho conceito de
"As armas penadas" é um conto popular de sucesso. A história nasceu na voz do artesão João Tartaruga, em São Luís de Piratininga, no interior de São Paulo - e é daí
Em Exercícios críticos, há uma tentativa de aproximar a crítica, literária também, de outros espaços, para além da sala de aula das universidades. Diante deste desafio, o autor colo
A fotografia e os textos em português e vêneto (dialeto do Norte da Itália, presente na região oeste de Santa Catarina por causa da colonização) se unem para narrar e descrever o cotidiano da comun
Maria Lucia de Barros Camargo, doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP, analisa as poesias de Ana Cristina Cesar, uma das escritoras mais significativas no quadro da literatura brasileira contemporânea, c
A cultura escolar vem sendo abordada por muitos autores, que têm procurado definir, caracterizar e expressar essa perspectiva de entendimento relativa às questões do universo da escola e dos sujeitos que nela convivem
Esta obra propõe a leitura individual de todos os romances de Machado de Assis, além de apontar hipóteses para a leitura dos contos e das crônicas. Os textos reunidos apostam na necessidade de revigorar os estu