“Qual o melhor ângulo para se ler a literatura? E as outras artes? E o mundo?”. Com esses questionamentos, que têm povoado o campo dos saberes atuais, Evando Nascimento introduz os ensaios publicados neste livro, acrescentando: “a tarefa do pesquisador do futuro é possibilitar que nenhum objeto se esgote em si mesmo ou no ensaio interpretativo. E como não há garantia prévia de realizar o intento, pela falta da melhor, única e tranquilizadora perspectiva, falta em nada a lamentar, multipliquem-se os ângulos”.
Ano da edição: 2002 Autor: Evando Nascimento Co-edição: Editora UFJF ISBN: 85-85252-71-5 Páginas: 161
Esta publicação se coloca como uma antologia com autores que pretendem colaborar na intersecção da criatividade, artes e tecnologias digitais. Os artigos publicados manifestam diferentes interesses e abordagen
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
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Os artigos de Daniel Link funcionam como um conjunto coerente de intervenções em torno do que se poderia chamar “os limites da literatura”, nas quais o literário se confunde com outra coisa ou desaparece.
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Nas últimas décadas, Roger Chartier vem revolucionando o estudo da história do livro, da escrita e da leitura. Ao mesmo tempo, suas contribuições para as discussões metodológicas e te&oacu
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