Postado em 28 de Julho de 2016 às 16h23

Dia do Agricultor

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O Dia do Agricultor é celebrado em 28 de julho, data criada em razão de ter sido nesse dia, em 1960, a fundação do Ministério da Agricultura, no mandato de Juscelino Kubitschek. É importante não confundir essa data com o Dia do Agricultor Familiar, que é comemorado em 25 de julho.
O agricultor possui uma ampla relevância na economia brasileira e também para a população mundial, pois é a sua atividade que propicia a maior parte da produção de alimentos, sobretudo, aqueles que estão na mesa de todos os trabalhadores, tais como arroz e feijão. Por esse motivo, a homenagem aos agricultores, além de justa, é necessária, pois faz referência a um dos mais relevantes serviços prestados para a sociedade.

A seguir, selecionamos obras publicadas pela Argos Editora da Unochapecó que abordam a questão.

“Juventude rural, cultura e mudança social”, organização de Arlene Renk e Clovis Dorigon

As sociedades se constituem por e em estratificações. Uma delas é aquela nominada juventude, que se situa no interregno da infância e do período adulto, em que pesem os limites sempre arbitrários de cada sociedade a esse respeito. Ao contrário de outras estratificações, como a de classe, esta carrega um tempo de “maturação” antes de passar à etapa seguinte.
Esta coletânea reúne diferentes perspectivas de resultados de pesquisa a respeito de juventude rural. Embora os textos dialoguem entre si, para efeitos didáticos, estão dividimos em duas partes. Na primeira delas, centram-se os resultados de quatro pesquisas realizadas com jovens rurais no oeste catarinense. A parte seguinte conta com a contribuição de pesquisadores catarinenses e do Rio Grande do Sul.
Embora os casos discutidos nesta obra partam de pesquisas realizadas no Sul do Brasil, muito dos problemas e desafios aqui analisados são comuns a outras regiões brasileiras, podendo inspirar estudos e análises noutros contextos deste vasto e diverso país.

“Produtos coloniais: tradição e mudança”, organização de Clovis Dorigon, Arlene Renk, Milton Luiz Silvestro, Clécio Azevedo da Silva e Juliana Savio

Este livro resulta de uma pesquisa realizada no oeste catarinense, tendo por objetivo resgatar e sistematizar o conjunto de conhecimentos tradicionais na elaboração dos produtos coloniais, alimentos processados em pequenos estabelecimentos agrícolas familiares, de forma artesanal, com base em tradições de diferentes origens étnicas, tendo como matéria-prima preferencial produtos agrícolas vegetais e animais desses mesmos estabelecimentos. Compõem, portanto, parte importante do patrimônio cultural das populações rurais da região, diferenciados daqueles das grandes indústrias do complexo agroalimentar presente na mesma região.
Busca descrever e entender o contexto em que eles são produzidos, considerando que o processamento artesanal de alimentos é parte do modo de vida das populações rurais do oeste de Santa Catarina. Portanto, resultam dessa especificidade, são produzidos para o consumo de subsistência e também procurados por consumidores do meio urbano, fazendo parte de seu imaginário porque remetem à valorização do meio rural, às lembranças da infância e a um passado ainda recente, pois a maioria vivia no meio rural ou ainda tem fortes ligações com a colônia.

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