A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Em Mito e literatura, o leitor encontrará essencialmente cinco aulas de hermenêutica. Na verdade, são autênticas master classes, dedicadas a cinco obras da literatura latino-americana do século XX que seg
Ano da edição: 2019 Coordenadora: Márcia Moreno; Bolsista: Alini Lopes ISBN: 978-85-7897-311-7 Páginas: 135 A obra aborda as exposições que aconteceram na Galeria Agostinho Duarte. Fundada em 11 de maio de 2011, a Galeria de Artes Agostinho Duarte é um ambiente artístico-cultural e está vinculada ao curso de Artes Visuais da Universidade Comunitária da Região de Chapecó - Unochapecó. Localizada no Bloco C, tem a finalidade de promover manifestações artísticas e culturais e de proporcionar a difusão das Artes Visuais em Chapecó, assim contribuindo para o desenvolvimento da região.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Andréa de Almeida Leite Marocco, Claudio Alcides Jacoski, Fabiane Schonell Roman, Hilario Junior dos Santos e Luiz Henrique Maisonnett ISBN: 978-85-7897-382-7 Páginas: 223 Esta publicação é o resultado do que fazemos no dia-a-dia dos nossos cursos, com a implantação da ABEx, que emerge como um modelo inovador, que coloca o estudante no centro do processo de aprendizagem, estimulando-o a atuar ativamente na resolução de problemas reais, enfrentados por empresas, instituições públicas e organizações da sociedade civil. Essa abordagem permite não apenas um aprendizado mais significativo, mas também reforça o compromisso social da universidade ao gerar soluções concretas para desafios contemporâneos. O Prêmio ABEx reflete esse compromisso e celebra a produção acadêmica e científica gerada a partir da interação com o setor produtivo e organização social. As pesquisas e projetos apresentados neste volume demonstram a capacidade da universidade de se reinventar e de responder às demandas da sociedade com criatividade, competência e responsabilidade. Mais que isso, permitindo uma aprendizagem mais próxima da realidade.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Vanessa da Silva Corralo, Marlon Santa Maria Dias e Caroline Kirschner ISBN: 978-85-7897-391-9 Páginas: 121 Os textos abordam diferentes experiências que articulam pesquisa, ensino e extensão no contexto universitário. Para além da produção do conhecimento, os artigos são instigantes em apresentar práticas pedagógicas com potencial de replicação em outros cenários. Produções como essa são fundamentais para reforçar a importância da universidade e da ciência para o desenvolvimento social
Ano de edição: 2019 Organizadores: Ricardo Luiz de Bittencourt; Gislene Camargo ISBN: 978-85-7897-322-3 Páginas: 133 A Educação a Distância (EaD) é uma das alternativas encontradas pelo Estado brasileiro para expandir a matrícula na Educação Superior e atender a necessidade de formar professores em nível superior. As primeiras iniciativas de formação de professores em nível superior na modalidade a distância foram assumidas inicialmente pelas universidades públicas e, posteriormente, as universidades privadas perceberam uma lacuna de formação e entraram com toda força nesse “nicho de mercado”. Após quase duas décadas de implementação dessa política de formação de professores é preciso refletir sobre os efeitos dessa modalidade de ensino ainda em forte expansão no Brasil. Assim, a proposta deste livro é a de proporcionar aos leitores a reflexão sobre como esses professores recém-formados a distância estão chegando às escolas. Tomam-se como ponto de partida, para provocar as reflexões, as percepções dos gestores escolares.
Ano da edição: 2021 Organizadores: Daiane Eccel; Diogo Norberto Mesti; Rosana Moura ISBN: 978-65-88029-45-9 Páginas: 288 Onde deve estar a filosofia? A filosofia deve estar organizando, reunindo, pensando a educação e, mais precisamente, repensando a figura do aluno por uma perspectiva ampla, plural e dialógica. Com isso, é possível resgatar as condições mínimas do exercício da aprendizagem, do ensino, da educação e da formação, pois essas condições são dadas a partir do desejo e também do prazer em aprender que é por definição a característica mais marcante da própria faceta educativa da filosofia. Amar o saber, desejar aprender, ser aluno, tudo isso se confunde com o pensamento filosófico. Com isso, as reflexões de inúmeros filósofos da educação e amantes do saber aqui reunidas abrem uma trilha para a direção oposta à ignorância e à brutalidade e desenha a formação humana utilizando inúmeros outros recursos e resultados, repensando a autonomia, a decolonialidade, a técnica, a arte, a produção, a criação, a imaginação, as emoções, as crises, a natureza, a partir de pensadores antigos, modernos e contemporâneos que forjaram e moldam nossas tradições e origens.
Ano da edição: 2023 Organizadores: Cristiani Fontanela, Tuana Paula Lavall e Andréa de Almeida Leite Marocco. ISBN: 978-85-7897-344-5 Páginas: 226 It all started twenty-five years ago. When Fapesc emerged, the 2000s were nothing but an unclear future that inspired fear with all of the turn of the millennium symbology. The state’s technology ecosystem was still incipient, development notices for this purpose from specific agencies were non-existent, and innovation was a common word only in academic circles. It was a long, winding road to get to where we are now. We recovered every aspect regarding contributions that the ecosystem received from other departments, such as the Acafe System, Sebrae, the Certi Foundation, Facisc, Fiesc and business organizations. And how the ecosystem also went in the opposite direction, making a direct impact on the daily lives of universities, institutes and public agencies, as well as on the industry of Santa Catarina. This book also shows how the ecosystem made national and international connections, how we evolved with the passing years, and how this led to the Pact for Innovation, to Intellectual Property assets and to the consolidation of the state of Santa Catarina as a reference in STI.
Ano de edição: 2023 Organizadores: Márcia Luíza Pit Dal Magro, Carine Vendruscolo, Tania Maria Zancanaro Pieczkowski. ISBN: 978-85-7897-349-0 Páginas: 446. Este livro traz relatos de experiências e pesquisas de profissionais das políticas públicas de Saúde, Educação e Assistência Social referentes ao período da Pandemia de Covid-19. Este, durante o qual a vida mudou radicalmente, além dos milhões de mortes produziu muitas sequelas, visíveis e invisíveis, seja nos corpos de quem sobreviveu a doença, seja nas relações humanas, no aumento da violência ou do empobrecimento, por fim, no mal-estar de nosso tempo. Entendemos que o testemunho destes dias sombrios é necessário para que possamos elaborar as muitas dores, perdas, mas também reconhecer o empenho e dedicação de muitos para minimizar os impactos do que alguns autores tem chamado de catástrofe. Somente elaborando coletivamente os traumas vividos teremos a chance de que eles não retornem na cultura, em atos de violência, apatia, angústia e indiferença.
Ano da edição: 2022 Organizadores: Aline Mânica; Andréa de Almeida Leite Marocco; Vanessa da Silva Corralo ISBN: 978-65-88029-91-6 Páginas: 244 A obra é composta por trabalhos que obtiveram destaque na modalidade de comunicação oral, sendo contemplados com o Prêmio Produção Acadêmica e distribuídos entre os eixos temáticos de Pesquisa Ensino Médio, Pesquisa Graduação, Pesquisa Pós-Graduação, Ensino e Extensão. O tema “Educação, Protagonismo e Empoderamento” perfez momentos de amplos debates sob a condição humana e sobre a necessidade de superação dos desafios por meio do protagonismo.
De 01 a 08 de julho a Associação Brasileiras das Editoras Universitárias (ABEU) vai levar a experiência de uma feira literária para dentro da casa dos leitores. A 1ª Feira Virtual das Editoras Universitárias é mais uma iniciativa criada em apoio às suas associadas, realizada no âmbito da campanha O livro nos aproxima, e pensada para estimular a comercialização de livros em um momento em que o setor sente os impactos econômicos da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. O evento ocorrerá no site: www.feirabeu.com.brInspirada em alguns eventos do mercado livreiro realizados virtualmente neste mesmo cenário, como a Feira do Livro de Bogotá, a ABEU criou um site que irá atuar como vitrine digital para as editoras anunciarem as obras que estão comercializando. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra. Em outras palavras, o site da Feira funcionará como um hub para que o consumidor entre em contato com as obras oferecidas pelas associadas da ABEU. Para a ocasião da Feira, teremos livros com até 50% de desconto, além de e-books para compra e download gratuito.INCENTIVO À LEITURA – A Feira Virtual das Editoras Universitárias também tem um propósito engajador e de divulgação do livro acadêmico. Por isso, mesmo que aconteça em um espaço virtual, a ABEU realizará a cobertura da Feira em suas redes sociais. As editoras participantes vão mostrar, em vídeos nos stories do Instagram e Facebook, como estão atuando nos bastidores para enviar os livros pedidos pelos leitores, e autores também serão convidados a falar brevemente sobre seus títulos comercializados. O público leitor também será estimulado a divulgar as obras adquiridas usando as hashtags #ABEULeituras e #feiravirtualABEU.
Hans Vaihinger (1852-1933) concebeu o primeiro estudo sistemático da ficção na cultura alemã, a filosofia do como se. Junto com a antropologia literária de Wolfgang Iser, “A filosofia do como se” é a contribuição alemã mais importante à teoria da ficção do século XX e defende uma concepção ficcionalista de teoria: ficções não representam obstáculos no caminho da razão, mas, ao contrário, são artifícios produtivos sem os quais as ciências, sobretudo as chamadas “exatas”, não cumpririam boa parte de suas finalidades. Assim, a ficção ganha dignidade de outras operações mentais, como indução e dedução. Exegeta renomado da filosofia de Immanuel Kant, Vaihinger publicou seu livro em 1911. Jorge Luis Borges, Albert Einstein, Thomas Mann, Sigmund Freud, Alfred Adler e muitos outros eram leitores das obras de Vainhinger. Cem anos após a publicação na Alemanha, a tradução deste tratado é agora entre ao leitor brasileiro.Para adquirir acesse: http://goo.gl/TcM6vt
Gabriel Kreutz* A Biblioteca da Unochapecó é conhecida por possuir um dos maiores acervos do oeste catarinense, com mais de duzentos mil títulos. Porém, o abrigo de tanto conhecimento, em 49 anos da Instituição, ainda não possuía uma designação específica. Agora, como forma de homenagear uma das professoras mais queridas e célebres que já passaram pela Unochapecó, o espaço passará a se chamar Biblioteca Prof.ª Oneida Belusso. A cerimônia de nomeação e homenagem in memoriam será realizada na próxima terça-feira (06/08), às 16h, na Biblioteca.A proposta de nomear a Biblioteca foi sugerida pela gestão da Universidade, e aprovada pelo Conselho Universitário (Consun), que entendeu a importância de realizar tal homenagem para uma pessoa que teve toda sua vida dedicada ao ensino e formação de profissionais. “A professora Oneida foi, para todos que conviveram com ela, um exemplo de docente, de ser humano e de apaixonada pelas letras e livros”, conta o reitor da Unochapecó, professor Claudio Jacoski.Mais do que ter uma referência para identificar a Biblioteca, a ideia é que o exemplo da professora se perpetue entre todos e contribua no importante papel de ser um espaço de estudos e ampliação do conhecimento. “Creio que a unanimidade no Conselho Universitário e o brilho nos olhos dos conselheiros confirmaram o acerto na homenagem à querida professora Oneida, que prestamos com esta singela atitude. Estamos muito felizes por termos a oportunidade, de agora em diante, de nos referirmos à nossa Biblioteca com a denominação de Biblioteca Prof.ª Oneida Belusso”, conclui o reitor. Vida dedicada ao bem e aos livros Amante dos livros e da escrita, dotada de simpatia e generosidade, a professora Oneida Maria Ragnini Belusso atuou por 37 anos na Unochapecó. Ela ministrou aulas nos mais diversos cursos e também foi revisora de textos da Editora Argos.Possuía graduação em Licenciatura em Letras pela Universidade de Passo Fundo (1976); graduação em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Palmas (1979); especialização em Educação Popular e Compreensão da Realidade Social pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1991); especialização em Língua Portuguesa Redação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1982) e mestrado em Educação pelo Instituto Pedagógico Latinoamericano Y Caribeno (2000). * Jornalista do Núcleo de Produção de Conteúdo (NPC) – Unochapecó.
Esta semana separamos uma dica de leitura especial, com o objetivo de impulsionar algumas autoras que publicaram, pela Argos Editora da Unochapecó, obras com imensa importância para o conhecimento científico da região oeste de Santa Catarina.Precisamos lembrar e valorizar o trabalho de mulheres que constroem seus nomes no mercado literário, e cada dia mais se relacionam com o meio acadêmico e assumem um grande posicionamento no desenvolvimento científico.Essas mulheres são importantes exemplos, e podem ser a inspiração para muitas outras que pensam em se tornar grandes nomes no meio acadêmico. Arlene Renk: autora de livros como “Narrativas da Diferença”, “Sociodicéia às avessas”, “A luta da erva: um ofício ético da nação brasileira no oeste catarinense”, “Os Kaingang no Oeste Catarinense: tradição e atualidade”. Graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), cursou mestrado e doutorado em Antropologia Social no Museu Nacional/UFRJ. Está voltada à educação atuando no ensino superior e no mestrado de Ciências Ambientais da Unochapecó. Estuda questões de territorialidade, da mudança social em que passa o meio rural e dos danos ambientais. O leitmotiv de seus estudos tem sido os múltiplos olhares que constituem a região do oeste catarinense e a identidade performática assumida. Maria Bernardete Ramos Flores: entre diversos artigos e livros publicados, destaca-se a obra “Tecnologia e Estética do Racismo”. Professora titular aposentada do Departamento de História da UFSC. Pesquisadora do CNPq 1B. Graduada em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1973), mestre em História – UFSC (1979), doutora em História – PUC/SP (1991), com pós-doutorado na Universidade Nova de Lisboa/University of Maryland (1999-2000) e pós-doutorado – IDAES – Universidad de San Martín (2009-2010). Professora visitante na Universidade de Salamanca (2003). Ano Sabático na University of California – Campus Davis (1994). Prêmio Destaque de Pesquisa – Centro de Filosofia e Ciências Humanas (2010). Dedica-se à pesquisa de História e Arte, Modernidade e Estética, Teoria da Imagem e Teoria da História. Monica Hass: autora dos livros “O linchamento que muitos querem esquecer”, “Os partidos políticos e a elite chapecoense: um estudo de poder local (1945-1965)” e “Partidos, eleições e voto”. Graduada em Comunicação Social (Jornalismo), mestre e doutora em Sociologia Política pela UFSC. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus de Chapecó. É autora de artigos e livros sobre poder local, cultural política e democracia. Maria Beatriz de Medeiros: autora do livro “Aisthesis: estética, educação e comunidade”. Maria é graduada em Educação Artística na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestre em Estética – Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne), doutora em Arte e Ciências da Arte – Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne) e tem pós-doutorado em Filosofia no Collège International de Philosophie, Paris. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Visuais, atuando, principalmente, em arte contemporânea, arte e tecnologia, arte e performance, composição urbana. Hilda Beatriz Dmitruk: autora da obra “A história que fazemos”. Hilda é graduada em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Palmas (1991), graduada em Estudos Sociais pela Fundação de Ensino do Desenvolvimento do Oeste (1987) e mestre em Pós-Graduação Stricto Sensu pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1994). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Teoria Geral de Planejamento e Desenvolvimento Curricular, atuando principalmente nos seguintes temas: história, educação, ensino, educação patrimonial e história regional. Marli Canello Modesti: autora da obra “Mulheres aprisionadas: as drogas e as dores da privação da liberdade”. Graduada em Letras – Habilitação Português, Inglês e Literatura pela Fundação de Ensino Superior do Alto Uruguai (1979) e graduada em Direito pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1999). Especialização em Direito Civil e Processual Civil. Especialização em Direito Penal e Processual Penal. Mestre em Direito pela UFSC (2011). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público – Ciências Criminais. Maria Lucia de Barros Camargo: autora do livro “Atrás dos olhos pardos: uma leitura da poesia de Ana Cristina Cesar”. Professora titular de Teoria Literária da UFSC, fez seu doutorado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) na Universidade de São Paulo (1990), com uma tese sobre a poesia de Ana Cristina Cesar. Possui graduação em Pedagogia (1971) e em Letras (1974) pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Oswaldo Cruz (1974) e mestrado em Linguística pela UFSC (1982). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: periodismo cultural, revistas literárias, anos 70, crítica cultural e poesia contemporânea. Renilda Vicenzi: autora do livro “Mito e história na colonização do oeste catarinense”. Graduada em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Palmas, especialização em Desenvolvimento e Integração da América Latina – Unicentro, aperfeiçoamento em História pela UPF e em Arqueologia: Processos Interdisciplinares pela URI. Mestre em História pela Universidade de Passo Fundo. Doutora em História pela Unisinos. Professora Adjunta C da UFFS, campus de Chapecó. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, Império e Primeira República, atuando principalmente nos seguintes temas: relações de trabalho, escravidão e liberdade, migrações e colonização. Noeli Gemelli Reali: autora de “Cinema na Universidade: possibilidades, diálogos e diferenças”. Possui graduação em Pedagogia pela Fundação Universidade de Desenvolvimento do Oeste (1981), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996) e doutorado em Educação pela UFSC (2017). Atualmente é professor titular da UFFS. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículo, atuando principalmente nos seguintes temas: Currículo nas abordagens Pós-críticas, de modo especial, estudos de gênero, estudos culturais e Filosofias da Diferença. Maria Aparecida Lucca Caovilla: autora dos livros “Acesso à justiça e cidadania” e “Descolonizar o direito na América Latina: o modelo do pluralismo e a cultura do bem-viver”. Doutora em Direito (2015) na área de concentração Direito, Política e Sociedade e mestre em Direito (2000) pela UFSC. Docente do Curso de Graduação em Direito e do Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Direito da Unochapecó; Coordenadora do Grupo de Pesquisa Direitos Humanos e Cidadania; Integrante do Projeto de Extensão Comunitária Jurídica (PECJur); coordenadora de atividades acadêmicas do Doutorado Interinstitucional em Direito realizado na UFSC em convênio com a Unochapecó; membro da Rede Internacional para o Constitucionalismo Democrático Latino-Americano. Deise Arenhart: autora do livro “Infância, educação e MST: quando as crianças ocupam a cena”. Deise é professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde atua no curso de Pedagogia com disciplinas voltadas à Educação Infantil e em curso de especialização em Docência na Educação Infantil (especialização). Tem dirigido seus estudos para os seguintes temas: infância; culturas infantis; prática pedagógica na educação infantil; corpo e formação de professores; pesquisa com crianças. Solange Maria Alves: autora de “Freire e Vigotski: um diálogo entre a pedagogia freireana e a psicologia histórico-cultural”. Graduada em Pedagogia pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1991), especialização em Educação Especial pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1994) e mestrado em Educação pela Universidade Estadual do Centro Oeste (1998), com área de concentração em Metodologia de Ensino. Doutorado em Educação com área de concentração em psicologia e educação, pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Teorias da Instrução, atuando, principalmente, nos seguintes temas: aprendizagem, desenvolvimento humano e educação na concepção sócio-histórica, prática pedagógica, método dialético de construção do conhecimento e a organização escolar. Maria de Fátima Rodrigues Pereira: autora de “Formação de professores: debates e práticas necessários a uma educação emancipada”. Possui graduação em História pela Universidade de Coimbra (1976), mestrado em Metodologia de Educação pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (1999) e doutorado em Filosofia e História da Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Atualmente é professora adjunta do Programa de Mestrado e Doutorado em Educação, da Universidade Tuiuti do Paraná. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em História da Educação, Pesquisa Educacional, atuando, principalmente, nos seguintes temas: formação de professores, políticas educacionais, trabalho e educação. Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisa Trabalho, Educação e Políticas Educacionais. Rosa Salete Alba: autora de “Estudos de geografia agrária do Oeste catarinense”. Licenciada em Estudos Sociais pela Fundeste (1988), licenciada em Geografia pela Universidade de Passo Fundo (1990), pós-graduada (Lato Sensu) em História e Historiografia do Brasil República pela PUC (1994), pós-graduada (Lato Sensu) em Docência na Educação Superior pela Unochapecó (2008) e mestre em Geografia pela UFSC (1998). Desenvolve pesquisa na área de Geografia, com ênfase em Desenvolvimento Regional e Urbano, atuando, principalmente, nos seguintes temas: espaço urbano, espaço agrícola e urbano, ensino, agroindústria e cidade.
Para comemorar o Dia dos Namorados, a Argos, em parceria com a Farmácia Escola e com a Livraria Universitária, realiza uma promoção especial. Ao comprar os títulos da Argos na Livraria Universitária, você ganha um cupom* com 25% de desconto na linha de perfumaria na Farmácia Escola e concorre a um kit especial que será sorteado no dia 13 de junho, às 10h, na Livraria Universitária. A promoção acontece do dia 6 a 11 de junho. O cupom com desconto é válido até o dia 30 de junho. * Um cupom por compra. / Descontos nas colônias discriminadas na Farmácia Escola.
A Coleção, como diz no próprio nome, aborda grandes temas que estão presentes na sociedade, na vida empresarial e profissional, adentrando por assuntos discutidos acerca da filosofia, da arquitetura, da educação, da escrita e até da economia.Resultado de pesquisas acadêmicas, de caráter stricto e lato sensu, a maioria dos autores são professores universitários que viram, em suas teses de doutorado, dissertações de mestrado, monografias de pós-graduação, uma forma de organizar seus pensamentos e conhecimentos e transmiti-los na forma de livro. As obras são compostas tanto por textos de um único autor, quanto por diversos autores em forma de livro organizado.A linguagem usada nos livros recebe um cuidado especial, transformando o texto de caráter acadêmico em um texto de fácil compreensão para o público em geral. As traduções de livros também se enquadram na coleção, trazendo autores que possuem conhecimento nacional e internacional, essa junção entre as traduções de importantes autores e as pesquisas de caráter stricto sensu, resultam no fortalecimento da coleção, dando credibilidade tanto ao conteúdo, quanto aos autores das obras.
No dia 28 de março é comemorado o Dia do Diagramador, profissional responsável por organizar e ordenar os elementos gráficos em um material que vai ser impresso, por exemplo, uma página de um livro, ou que fique no suporte on-line. A data também celebra o Dia do Revisor, peça fundamental na elaboração de um livro ou de qualquer outra publicação que envolva construção textual.Pensando nos profissionais que desempenham o papel de revisor e de diagramador, olhamos ao nosso redor, pessoas que estão sempre conosco e merecem ser reconhecidas pelo trabalho que vêm fazendo na Argos Editora da Unochapecó, tanto na diagramação, quanto na revisão.Pedimos a eles que contassem um pouco sobre sua carreira, trajetória, desafios e experiências acerca da profissão: “Iniciei na Argos em 2009, durante o curso de Publicidade e Propaganda, desde então não consegui mais me separar dos livros e do grandioso e gratificante trabalho que é editorar uma obra. Assim que assumi o cargo de assistente editorial, que é dominado pelos homens no mercado de trabalho, senti um misto de medo e paixão pela área que é muito concorrida e pela responsabilidade de trabalhar com autores renomados e suas obras. O processo editorial é complexo, a criação do projeto gráfico e da capa precisa ser cuidadosa e ter uma ligação com a identidade da obra e do autor. Além disso, precisamos, diariamente, pesquisar e ler sobre as novidades do mercado editorial, métodos de impressão, acabamento, cor, fonte, dispositivo de leitura e demais novidades. O mercado é vivo e cresce a cada dia.” Caroline Kirschner, assistente editorial da Argos. “Trabalho com revisão de textos desde 2004 e na Argos desde 2010. O trabalho é desafiador, tendo em vista os problemas diários que temos de resolver. A função de revisor exige mais do que apenas ‘ler’ um texto, é preciso observar o estilo do autor para interferir o menos possível no material, ou seja, alterar apenas o necessário. Por esse motivo, a revisão de texto pode ser considerada como uma profissão invisível, já que o trabalho do revisor é refinar ou ajustar certos aspectos no texto sem transparecer essas interferências. Assim, há negociações com os autores para chegarmos a um consenso sobre padrões e alterações possíveis de serem feitos. Além disso, precisamos, diariamente, pesquisar gramáticas e dicionários em busca da solução de dúvidas gerais da Língua Portuguesa e de termos técnico-científicos nos textos. Porém, essa pesquisa nos agrega em aquisição do saber, tanto da própria língua, quanto das mais diversas áreas do conhecimento.”Carlos Pace Dori, editor de textos da Argos. “Iniciei como revisora de textos na Editora Argos há quase quatro anos. Com certo grau de insegurança, pois estava terminando minha graduação em Ciência da Computação. Porém, o gosto e o amor pela Língua Portuguesa fizeram com que eu me apaixonasse cada vez mais por essa área tão desafiadora e até então não conhecida por mim.O dia a dia de um revisor de textos é intenso: além de um amplo conhecimento acerca da Língua Portuguesa, o revisor precisa estar atento e ser curioso, porque no processo de revisão surgem muitas dúvidas que precisam ser sanadas. Deve-se pesquisar tudo!Nas palavras de Luís Fernando Veríssimo: ‘O revisor é a pessoa mais importante na vida de quem escreve. Ele tem o poder de vida ou de morte profissional sobre o autor.’Mas mesmo sendo uma área que necessita extrema responsabilidade e atenção, é encantadora: todos os dias aprende-se algo novo. E não há nada mais elegante que ler um texto bem escrito.”Emanuelle Pilger Mittmann, revisora de textos da Argos.
Em comemoração ao Dia Mundial do Desenhista, a Editora Argos oferece desconto de 40% nos livros relacionados à área. A promoção é válida na Loja Virtual <www.unochapeco.edu.br/argos> e na Livraria Universitária, até o dia 17 de abril de 2017 ou enquanto durarem os estoques. * Frete não incluso. Promoção não acumulativa.