A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Em Mito e literatura, o leitor encontrará essencialmente cinco aulas de hermenêutica. Na verdade, são autênticas master classes, dedicadas a cinco obras da literatura latino-americana do século XX que seg
Ano de edição: 2025 Organizadores: Vanessa da Silva Corralo, Marlon Santa Maria Dias e Caroline Kirschner ISBN: 978-85-7897-391-9 Páginas: 121 Os textos abordam diferentes experiências que articulam pesquisa, ensino e extensão no contexto universitário. Para além da produção do conhecimento, os artigos são instigantes em apresentar práticas pedagógicas com potencial de replicação em outros cenários. Produções como essa são fundamentais para reforçar a importância da universidade e da ciência para o desenvolvimento social
Organizadoras: Michele Domingos Schneider, Almerinda Tereza Bianca Bez Batti Dias, Elisa Netto Zanette Cada vez mais frequentes no âmbito educacional, os debates e as reflexões têm enfatizado a necessidade de implementar formas de ensino diferenciadas, na busca de melhores estratégias que atendam a contextos sociais e profissionais emergentes. As metodologias ativas no ensino superior se caracterizam como estratégias que possibilitam o protagonismo dos estudantes na elaboração do conhecimento, do desenvolvimento de competências e na sua efetiva aprendizagem, com a mediação de docentes, que buscam inovas no processo de ensino. Na contemporaneidade, essas metodologias são potencializadas pelo uso de tecnologias digitais que ampliam as formas de comunicação, interação e socialização entre os envolvidos no processo educativo. Este livro apresenta uma coletânea de resultados de pesquisas empíricas e cientificas de autores, integrantes de grupos de pesquisa, envolvidos no estudo das possibilidades pedagógicas de uso de tecnologias digitais e metodologias ativas na educação. Inclui a investigação sobre as percepções da docências e experiências de ensino acerca da utilização de metodologias de aprendizagem ativas no ensino superior como alternativas para o processo de ensino e aprendizagem.
A ideia deste livro nasceu em um destes momentos de tecer a vida em que nos encontramos − as organizadoras − e, entre cafés e conversas, nos deparamos com um marco histórico significativo em nossas trajetórias pessoais e profissionais: o aniversário de 20 anos do Curso de Nutrição da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). O Curso em que, há mais ou menos tempo, cada uma de nós vem acrescentando um fio, um ponto, uma cor, modificando a trama e se modificando no movimento de tecê-la. Trata-se de um tecer a carreira, a docência, o humano, a vida mesma. Trecho retirado da apresentação da obra Organizadores: Carla Rosane Paz Arruda Teo, Fernanda Grison Confortin, Liziane Cassia Carlesso, Marina Pizzi, Nádia Kunkel Szinwelski, Roberta Lamonatto Taglietti, Viviane Lazari Simomura ISBN: 978-85-7897-381-0
Ano da edição: 2022 Organizadores: Cristiani Fontanela; Andréa de Almeida Leite Marocco; Letícia de Cesaro Gabriel; Rodrigo Barichello. ISBN: 978-85-7897-334-6 Páginas: 58 Esta Cartilha tem por objetivo disseminar a cultura da Propriedade Intelectual, respondendo as principais dúvidas da área. Trata-se de um dos objetivos do projeto para a Manutenção e Consolidação do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (NITT) da Unochapecó junto ao Centro de Inovação Chapecó e ao Pollen Parque Científico e Tecnológico, submetido à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC.
Ano da edição: 2018 Autores: Ricardo Rezer; Luci Teresinha Marchiori dos Santos Bernardi; Tania Mara Zancanaro Pieczkowski; Leonel Piovezana; Ireno Antônio Berticelli; Nadir Castilho Delizoicov; Odilon Luiz Poli; Edivaldo José Bortoleto; Ivo Dickmann; Bruna Larissa Cecco; Daniela Dal-Cin ISBN: 978-85-7897-299-8 Páginas: 182 O livro ora apresentado, fruto de uma pesquisa financiada com recursos da Fapesc e da Unochapecó, é resultado de vários anos de investigação de professor@s do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Unochapecó, que vêm se debruçando sobre questões da formação continuada, no caso em tela, de professor@s da educação básica. O objetivo principal foi identificar e compreender os desafios políticos e epistemológicos que emergem no processo de formação continuada de professor@s da educação básica, tomando como referência ações/propostas realizadas no município de Chapecó (oeste do estado de Santa Catarina) ao longo dos últimos vinte anos. Tal movimento nos permitiu conhecer melhor nosso próprio contexto, bem como reconhecer de maneira mais clara, ponderada e sistematizada a complexidade de desafios de ordem política e epistemológica da formação continuada; sem dúvidas, um elemento a ser potencializado de forma crítica e orgânica no cotidiano da atuação docente na educação básica.
Ano de edição: 2023 Organizadores: Márcia Luíza Pit Dal Magro, Carine Vendruscolo, Tania Maria Zancanaro Pieczkowski. ISBN: 978-85-7897-349-0 Páginas: 446. Este livro traz relatos de experiências e pesquisas de profissionais das políticas públicas de Saúde, Educação e Assistência Social referentes ao período da Pandemia de Covid-19. Este, durante o qual a vida mudou radicalmente, além dos milhões de mortes produziu muitas sequelas, visíveis e invisíveis, seja nos corpos de quem sobreviveu a doença, seja nas relações humanas, no aumento da violência ou do empobrecimento, por fim, no mal-estar de nosso tempo. Entendemos que o testemunho destes dias sombrios é necessário para que possamos elaborar as muitas dores, perdas, mas também reconhecer o empenho e dedicação de muitos para minimizar os impactos do que alguns autores tem chamado de catástrofe. Somente elaborando coletivamente os traumas vividos teremos a chance de que eles não retornem na cultura, em atos de violência, apatia, angústia e indiferença.
Ano da edição: 2021 Organizadores: Daiane Eccel; Diogo Norberto Mesti; Rosana Moura ISBN: 978-65-88029-45-9 Páginas: 288 Onde deve estar a filosofia? A filosofia deve estar organizando, reunindo, pensando a educação e, mais precisamente, repensando a figura do aluno por uma perspectiva ampla, plural e dialógica. Com isso, é possível resgatar as condições mínimas do exercício da aprendizagem, do ensino, da educação e da formação, pois essas condições são dadas a partir do desejo e também do prazer em aprender que é por definição a característica mais marcante da própria faceta educativa da filosofia. Amar o saber, desejar aprender, ser aluno, tudo isso se confunde com o pensamento filosófico. Com isso, as reflexões de inúmeros filósofos da educação e amantes do saber aqui reunidas abrem uma trilha para a direção oposta à ignorância e à brutalidade e desenha a formação humana utilizando inúmeros outros recursos e resultados, repensando a autonomia, a decolonialidade, a técnica, a arte, a produção, a criação, a imaginação, as emoções, as crises, a natureza, a partir de pensadores antigos, modernos e contemporâneos que forjaram e moldam nossas tradições e origens.
Alex Sander da Silva é editor, escritor e professor pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), possui experiência na área de Filosofia da Educação, com ênfase em Fundamentos da Educação, Filosofia da Educação e Teoria Crítica da Educação, Educação Étnico Racial, Formação Cultural, Ética e Estética na Educação.Sua obra, “Educação e experiência estética: desencantamento do conceito educativo”, foi publicada pela Argos em parceria com a Editora da Unesc. Neste livro o autor estimula o leitor a entender os elementos opostos nos processos culturais, sociais e educacionais, obtendo um pensamento filosófico, identificador e crítico. “O esforço de Alex é pensar a educação dentro de seu limite, sem por isso abandonar sua possibilidade”, afirma Nadja Hermann no prefácio da obra.A obra de Alex aborda a concepção de Theodor W. Adorno sobre o desencantar da educação, tornando-se tão fundamental para a reflexão educacional que a expressão foi tomada de empréstimo pelo autor para constituir o título do livro, evidenciando a tensão dialética no eixo da educação. Alex comenta que o desencantar a educação é possibilitar a superação da apática limitação do próprio conceito, derivado da diminuição da identidade cientificista e pragmatista.
Na próxima sexta-feira, dia 24, às 19h30, no Sesc-CPF (Centro de Pesquisa e Formação), na rua Dr. Plínio Barreto, n. 285, 4º andar, na Bela Vista, em São Paulo (SP), João Cezar de Castro Rocha vai fazer o lançamento de sua obra “Leituras desauratizadas: tempos precários, ensaios provisórios” e também realizará um debate com Carola Saavedra e Tiago Ferro sobre “leitura literatura hoje”. Além de “Leituras desauratizadas”, outras obras relacionadas ao curso, como “Culturas shakespearianas” e “Antropofagia hoje? Oswald de Andrade em cena”, estarão disponíveis no Sesc-CPF.Sobre a obra Segundo o autor, o livro reúne textos que publicou nos últimos quatro anos sobre as leituras do mundo contemporâneo, sempre procurando entender os processos produtivos da nossa sociedade. “Atualmente vivemos uma situação difícil, onde é preciso transformar a precariedade cultural em estímulo intelectual”, afirma. João Cezar expõe nesse livro uma visão diferente para como se lê, a exemplo de obras anteriores, como em “Uma esquizofrenia produtiva: da prática a teoria”, que traz o sentido de que a leitura depende do leitor e a relação que ele faz com textos para haver uma compreensão.Os textos partem do princípio de olhar os outros lendo, para mudarmos nossos hábitos, assim como abordam acerca da posição da leitura e dos gestos de todo leitor diante de um texto. Os textos são originalmente vindos do jornal Rascunho, no qual o autor escrevia, mantendo o hábito do jornalismo cultural, e o resultado disso é o livro que dá um bom vislumbre de si próprio, para repensar hábitos e compreender de melhor forma textos e entre outros escritos. O autor entende que, por ter escrito boa parte dos ensaios em série, manteve o diálogo com o leitor durante meses sobre o mesmo tema, em que se coloca em cena uma das suas principais contribuições para os estudos literários: pensar a crítica como leitura, e a partir dela aproximar-se da história e da teoria.João Cezar de Castro Rocha é considerado um dos pensadores mais ativos das discussões atuais. O escritor participa também frequentemente do debate público no Brasil e atua em pesquisas sólidas a respeito de autores como Machado de Assis, Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre e Oswald de Andrade.
A obra “Leituras do Presente: narrativas da comemoração do Mais! da Folha de São Paulo”, do professor Valdir Prigol, origina-se de uma pesquisa realizada junto ao Núcleo de Estudos Literários e Culturais (NELIC-UFSC), que ocorrem desde a metade da década de 1990. Professores, pós-graduandos e bolsistas de iniciação científica do NELIC têm construído arquivos e leituras das últimas décadas do Brasil a partir da análise de periódicos culturais, desenvolvendo uma acurada reflexão metodológica sobre o assunto.A obra faz uma reflexão sobre o jornalismo cultural, apresentando uma questão fundamental para entender as últimas décadas: a troca de um projeto de futuro para uma reiterada presença do passado no presente. A partir da queda do Muro de Berlim, especialmente, e com o anúncio do “fim da história” por Fukuyama, entramos em um período marcado pelo excesso de memória. Esse excesso, entendido como um dispositivo de captura de subjetividades, está presente em todos os campos discursivos, da política à literatura. Um lugar onde isso aparece com toda a força é no suplemento cultural Mais!, da Folha de São Paulo. E o excesso de memória aparece através de um mecanismo específico, a comemoração. Em 500 números, de 1992 a 2002, apareceram no Mais! em torno de 1.000 comemorações de morte e nascimento de escritores, cientistas, cineastas, artistas, intelectuais e de lançamentos de obras.
A obra traz as principais produções do núcleo Stricto Sensu do curso de Direito da Unochapecó, e abrange a teoria jurídica contemporânea. São 12 artigos científicos organizados pelos professores Giovanni Olsson, Marcelo Markus Teixeira, Regina Perreira e Silvana Winckler.O livro aborda diversos temas recorrentes na sociedade contemporânea, enfrentando questões polêmicas, discutindo e argumentando sobre o verdadeiro ensino e pesquisa jurídica, crises do Estado, incertezas sobre a modernidade e a pós-modernidade, dificuldades de aproximação entre o multilateralismo e o regionalismo, diferenças e resultados entre os mecanismos de solução de controvérsia e arbitragem, conceito e identidade dos parques, natureza genuína ou híbrida das sementes, profanação do sagrado no sentido de subtração a sua sacralização, noção de territorialização como espaço de dimensões humanas, cidadania subjugada ao mercado ou atributo de pertencimento, entre outros delineamentos.Este livro, sem dúvida, traduz o sentido de verdadeiro marco histórico – ontológico – à Instituição Comunitária de Chapecó, por abranger temas variados e ter produções científicas dos próprios professores da Unochapecó.
Neste mês de julho a Editora Argos preparou uma promoção especial. Os livros do autor Valdir Prigol estão com até 70% de desconto.Sobre as obras Por uma esquizofrenia produtiva (da prática à teoria)O conceito de “esquizofrenia produtiva” estrutura o livro, e as duas últimas seções oferecem uma possível demonstração através da análise de textos específicos. A ideia é exercitar o bilinguismo no mesmo idioma, isto é, pensar numa prática discursiva plural: na universidade, lançamos mão de uma malha conceitual inspirada em abordagens teóricas; já na imprensa cultural, a dicção necessariamente deve ser outra, de modo a alcançar um público não especialista, mas isso sem abdicar da complexidade e do rigor. Como encontrar-se e outras experiências através da leitura de textos literáriosA obra discute as contribuições que os textos literários oferecem para a formação do sujeito e a possibilidade de sermos outros além de nós mesmos por meio da experiência da leitura. Sem deixar de ser quem é, a partir de vidas inventadas, o leitor tem a condição de encontrar-se, pensar-se e tomar consciência da sua própria vida. Leituras do presenteA obra faz uma reflexão sobre o jornalismo cultural, apresentando uma questão fundamental para entender as últimas décadas: a troca de um projeto de futuro por uma reiterada presença do passado no presente. Segundo o autor, vive-se um período marcado pelo excesso de memória, excesso entendido como um dispositivo de captura de subjetividades e que está presente em todos os campos discursivos, da política à literatura.Leituras desauratizadas: tempos precários, ensaios provisóriosEste livro é composto de ensaios que olham para a leitura dando visibilidade para leitores lendo. Este gesto é decisivo porque olhando as práticas dos outros podemos pensar as nossas. A começar pela compreensão de leitura. Para o autor, leitura é relação e nela estão implicados leitor e texto dentro de certas condições. E é aí que a metáfora de leituras desauratizadas ganha potência, porque, além de falar de uma posição de leitura – que desliza nos ensaios para poéticas da emulação, culturas shakespearianas, leitura-colagem, reciclagem – em diálogo com os trabalhos de Machado de Assis, Oswald de Andrade, René Girard, Antonio Candido, também fala do gesto de todo leitor diante de um texto. É por isso que em todos os ensaios o autor inclui-se na leitura, fala de dentro da leitura. E inclusive do lugar de onde fala, o jornalismo cultural, lembrando que todos os ensaios aqui reunidos foram publicados no jornal Rascunho. Aqui é preciso ressaltar a compreensão que o autor tem de sua circunstância, ao construir boa parte dos ensaios em série, mantendo o diálogo com o leitor sobre um mesmo assunto por meses. Esse olhar para a leitura permite ao autor colocar em cena uma das suas principais contribuições para os estudos literários: pensar a crítica como leitura, e a partir dela aproximar-se da história e da teoria. Confira na Loja Virtual da Argos (http://www.unochapeco.edu.br/argos) ou na Livraria Universitária da Unochapecó. Boa leitura!
Chapecó, de 1917 até 1953, possuía uma extensão de mais de 14 mil quilômetros quadrados. O vasto território do município tinha início no rio Irani, ao sul fazia divisa com o Rio Grande do Sul, ao norte com o Paraná e a oeste com a província de Misiones, da República Argentina. A ocupação dessa região dentro dos moldes capitalistas de produção não comportava os povoadores indígenas e caboclos que aqui viviam, dentro de um sistema tradicional de subsistência. Conhecido como sertão catarinense – assim era descrita a área pelo governo e pelos colonizadores europeus e seus descendentes que migraram principalmente das colônias do Rio Grande do Sul para cá – abarcava diferentes representações, mas para além de um espaço desconhecido, desabitado, o oposto de civilização, é para onde se lançam os “aventureiros, os corajosos, os desbravadores”. A política de desbravar, povoar, colonizar, era corrente nas primeiras décadas do século XX, contrapondo-se, por vezes de forma violenta, aos modos de vida dos indígenas e caboclos que habitavam o sertão. Chapecó foi palco de muitas disputas políticas, inclusive, para decidir onde seria a sede da comarca do município, que foi alvo de divergência entre as localidades de Xanxerê e Passo Bormann. Por fim, nos idos da década de 1930, a sede é instalada num local central entre os dois, o povoado de Passo dos Índios. Também houve divergência quanto ao nome Chapecó, alguns defendiam o “X” e outros o “CH”, questão oficialmente definida na década de 1940. Década que também ficou marcada pela criação do território federal do Iguaçu, que perdurou por três anos (1943-1946). De quantos momentos é feita uma história? Por quantas perspectivas elas poderiam ser narradas? Chapecó vivencia a partir de 1950 grandes transformações em diferentes campos, na política, na economia, na cultura, na educação... o espaço urbano cresceu a ponto de se tornar um polo regional e continua crescendo em ritmo acelerado. Em 1920 contava com 11.315 habitantes, em 1950 eram 96.624, no entanto, com os desmembramentos ocorridos nesta década, há um decréscimo populacional para a década de 1960, quando somavam 52.089; em 1980, o crescimento foi retomado, chegando a 83.768 habitantes. Aos cem anos, o município está na casa dos duzentos mil habitantes distribuídos em 32 bairros e na área rural. O texto acima foi retirado da obra “Chapecó 100 anos: histórias plurais”, que narra a história a partir de inúmeras perspectivas, abordando diversos temas importantes para a reflexão acerca dos processos históricos vividos pela coletividade ao longo do tempo. Buscando nas histórias plurais que formam nesses anos de Chapecó aquilo que diferencia este município de tantos outros, remete considerar que a criação do município em 1917, em si, já é parte de um processo histórico amplo, envolvendo disputas territoriais em âmbito nacional e internacional. Esta obra não se trata apenas em homenagear o município em uma data especial, ela instiga outros debates e novas perspectivas de olhar para Chapecó. Para comemorar os 101 anos de evolução e expansão da capital do oeste, a Argos Editora da Unochapecó preparou uma promoção especial em todos os títulos da coleção Regionais válida para as compras realizadas na Loja Virtual. Aproveite. * Válido para compras na Loja Virtual da Argos.
O tão sonhado Jabuti, o prêmio de livros mais tradicional da história brasileira, foi conquistado pela Argos Editora em dezembro de 2015. O livro premiado, “Do mito das Musas à razão das Letras”, do autor Roberto Acízelo de Souza, foi o título destaque da Editora em 2015. Além do Jabuti, conquistou também os prêmios da Academia Brasileira de Letras e da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU). As homenagens são resultados da qualidade e confiabilidade do trabalho realizado durante toda a história da Editora Argos. São 23 anos de história, que começou a ser escrita em 1992. Inicialmente, a Argos chamava-se apenas Setor de Editoração. Em 1996 recebeu o nome de Editora Grifos. Mas em 2000 tornou-se Argos Editora, nome inspirado em uma história da mitologia grega, escolhido através de uma votação interna. O objetivo principal do surgimento da Editora foi divulgar as pesquisas históricas sobre a região, em parceria com o Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (Ceom). “Tínhamos um arsenal de conhecimentos, uma história sendo contada, mas não havia um espaço para difundir esse conhecimento. A Argos surge como uma forma de resolver essa questão”, afirma o coordenador da Editora, professor Dirceu Hermes. Assim surgiram as primeiras publicações: “Militantes e igreja: tensões e perspectivas”, de Ivo Pedro Oro (1992); “A Luta da Erva”, de Arlene Renk (1996); e também os “Cadernos do Ceom”, periódico que já está na 43° edição.Em 2000, iniciaram-se os esforços para que a Argos fosse vista fora da Unochapecó. No início, a participação da Editora em eventos de literatura era muito pequena. “Começamos com um espaço pequenininho. Na primeira Bienal do Livro que a Editora participou, em 1999, apenas três livros foram expostos”, afirma Neli Ferrari, assistente de vendas da Editora. A principal estratégia para favorecer a qualidade das obras foi a definição de uma linha editorial. Todas as publicações passam pelo Conselho Editorial, composto por um grupo de pesquisadores e professores de todas as áreas da universidade. Atualmente, o catálogo de publicações da Argos conta com mais de duzentos títulos, que contribuem não só com a história regional, mas também com as áreas de química, engenharia, literatura, educação, desenvolvimento, pesquisa, entre outras.Agora, a Argos é destaque em eventos e feiras literárias que participa, tanto nacional quanto internacionalmente. “Devido à qualidade das nossas obras, a Argos é esperada com expectativa nos eventos em que participa”, declara Dirceu. Somente nos últimos quatro anos, a Editora esteve presente em 11 eventos nacionais e quatro feiras internacionais, incluindo a Feira de Frankfurt, na Alemanha. Dirceu considera que reconhecimento e credibilidade no cenário foram as maiores conquistas da Editora no decorrer dos anos. “Quando eu assumi a Editora há quatro anos, eu sabia da seriedade e da importância da Editora, mas não tinha uma vivência. No primeiro evento que eu participei, fiquei encantado com a receptividade que a Editora possui”.Trabalho de formiguinha Neli faz parte da equipe da Argos Editora desde o início da trajetória. Ela relata que todas as conquistas foram o resultado de um trabalho que começou a ser desenvolvido em 2000. “É resultado de muitas mãos, que vêm construindo a Editora paulatinamente. Há 15 anos, começamos a fomentar parcerias com outras editoras, universidades e distribuidoras”, conta. O Prêmio Jabuti já era aclamado pela Argos há nove anos. “Todos os anos, analisamos as publicações lançadas e elencamos as que relacionam-se com as categorias do Jabuti, e realizamos a inscrição”, afirma Neli. Já a parceria com o autor de “Do Mito das Musas às Razões das Letras”, Roberto Acízelo de Souza, iniciou a partir de outra publicação dele, “Uma Ideia Moderna de Literatura” (2011). A parceria entre a Editora e o autor resultou em um trabalho de cinco anos. Dirceu afirma que a Editora, quando optou pelo lançamento do livro, tinha a noção da importância do conteúdo e do próprio autor. Entretanto, ninguém imaginava que a obra repercutiria tão positivamente. “Tínhamos muita confiança, mas não imaginávamos que o livro ia explodir”, afirma. “É um sonho realizado, que nós desejávamos muito. Agora, os olhares de editoras e escritores voltam-se para a Argos. É como o Oscar do livro no Brasil”, complementa Dirceu.Importância acadêmicaA Argos é um meio fundamental de divulgação de toda a produção de conteúdos relevantes, realizadas dentro da própria universidade e em instituições parceiras. Segundo Dirceu, a editora fortalece o conceito da Unochapecó, que prioriza a difusão de conhecimentos. “Este é o intuito de uma universidade, e nessa função, a Editora é uma grande aliada”, afirma Dirceu. Para o reitor da Unochapecó, professor Odilon Luiz Poli, a importância da Argos vai além da divulgação de pesquisas científicas, pois inclui também o resgate e a difusão do patrimônio cultural de nossa região. “Existe um resgate histórico e cultural da região que só tem condição de chegar ao público através de publicações da Editora”, informa Odilon. Segundo ele, a editora agrega valor à marca da Unochapecó, pois o respeito obtido pelas publicações é muito grande.Assim como Roberto Acízelo de Souza e muitos outros autores renomados, Odilon também fez parte da história das publicações da Editora. Em 2008, ele publicou o livro “Leituras em Movimentos Sociais”. Para ele, a experiência foi gratificante. “Publiquei um conteúdo que eu considerei relevante, que as pessoas desejavam conhecer, num espaço que é da região”, relata.
A Argos Editora da Unochapecó disponibilizou os Anais do II Congresso de Gestão e Controladoria da Unochapecó (COGECONT). A proposta do congresso era difundir os conhecimentos relacionados à Área de Ciência Sociais e Aplicadas e produção científica, qualificando profissionais para o exercício das práticas de gestão, com visão crítica, possibilitando a interação da prática educacional com a realidade das organizações, o que fomenta o desenvolvimento socioeconômico regional. Para baixar, entre na aba “A Argos” e depois em “Anais”, estes não são os primeiros Anais disponibilizados no nosso site (www.editoraargos.com.br). Acesse e confira.