O livro nasceu de uma inquietação dos autores, que são professores da disciplina de Metodologia da Pesquisa em diferentes programas de pós-graduação, quanto a racionalizar o processo de pesquisa,
A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Ano de edição: 2025 Organizadora: Carla Rosane Paz Arruda Teo ISBN: 978-85-7897-392-6 Páginas: 166 Este livro é, portanto, um dos produtos gerados no âmbito deste projeto, que se configura em um movimento de − antes de negar ou de aderir ingenuamente − resistir aos desafios contemporâneos apontados, que induzem e reforçam o individualismo, a competitividade, os desequilíbrios nas relações de poder e no reconhecimento do valor social das diferentes profissões, fragmentando o trabalho e fragilizando a atenção à saúde. Assim é que a obra está organizada na direção de abordar e responder aos princípios da educação interprofissional elencados (Barr; Low, 2012; Barr; Low, 2013; Barr et al., 2017), em uma tessitura que incorpora os demais elementos temáticos mencionados e que, aqui, nos interessam.
Ano da edição: 2022 Organizadores: Eduardo Sens dos Santos ISBN: 978-85-62615-16-0 Páginas: 961 Esta publicação tem múltiplos objetivos. É homenagem, uma homenagem sincera e calorosa a um dos grandes nomes do Ministério Público catarinense. É construção, à medida que edifica mais um andar na História do nosso Ministério Público. É orgulho, sim, transbordando do peito, orgulho ao exibir uma instituição bicentenária que desde sempre agiu em defesa da sociedade e da justiça, como provam os autos que o leitor agora tem em mãos. E é, por fim, valorosa contribuição à cultura, porque o acesso a registro de tamanha magnitude nas mãos de pesquisadores, cientistas sociais, historiadores permitirá novas e constantes releituras da nossa História. (Eduardo Sens dos Santos - Coordenador dos trabalhos)
Ano da edição: 2024 Organizadores: Martin Kuhn, Daniela Leal, Diego Orgel Dal Bosco Almeida ISBN: 978-658032957-1 Páginas: 391 O que pode, afinal, o conhecimento em Educação? Em um contexto marcado pelo excesso de discursos e por transformações nos planos cultural, econômico, político e tecnológico, refletir sobre como produzimos conhecimento torna-se uma tarefa importante. Das reflexões às ações, quais mundos existem e que outros mundos são possíveis? A partir de perspectivas dos diversos campos de estudos da Educação, o VIII Colóquio Integrado das Linhas de Pesquisa e o II Seminário Diálogos Internacionais de Educação, realizados de forma concomitante, buscam contribuir para reflexões sobre a produção de conhecimento na área de Educação em diferentes perspectivas: formação de professores, currículo, práticas pedagógicas, diversidade, interculturalidade e educação inclusiva.
Ano de edição: 2023 Organizadores: Maria Aparecida Lucca Caovilla (orgs) ISBN: 978-85-7897-355-1 Páginas: 40. A Rede de Observatórios Latino-Americanos para a Efetivação da Agenda 2030 –REDE OBSERVA AG2030 – nasce da união de pesquisadores e pesquisadoras de Universidades do Brasil e da Argentina, por meio do projeto denominado “Agenda 2030: Experiências da Colaboração Interinstitucional de Pesquisas e Observatórios para Subsidiar Políticas Públicas para o Desenvolvimento Sustentável”, que propõe a disseminação da Agenda 2030 e o estudo especializado em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para apoiar e subsidiar a (re)elaboração de políticas públicas e diretrizes para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental a partir de experiências interinstitucionais de pesquisas no âmbito de atuação da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Chapecó, Santa Catarina), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Ijuí, Rio Grande do Sul), Universidad Nacional de Misiones (Misiones/Argentina) e Universidad Gastón Dachary (Misiones/Argentina). A Agenda 2030 e os 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da ONU são oportunidades concretas de promover a transformação que a sociedade do século XXI requer para um novo marco civilizatório no Planeta, pressupondo a existência de uma responsabilidade coletiva e difusa diante das consequências atuais e futuras do desenvolvimento. As páginas seguintes foram elaboradas para oportunizar a interlocução entre as línguas espanhola e portuguesa e a troca de conhecimentos para construção de uma perspectiva de criação de novos hábitos e valores no âmbito da compreensão do próprio exercício da cidadania e da Agenda 2030 da ONU e os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Importante destacar que a presente obra foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Estado de Santa Catarina (FAPESC), no âmbito do Edital de Chamada Pública FAPESC No. 15/2021 - Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação de Apoio aos Grupos de Pesquisa da Associação Catarinense das Fundações Educacionais – Acafe - Termo de Outorga: No. 2021TR001154. A Rede de Observatórios para a Efetivação da Agenda 2030 – REDE OBSERVA AG2030, deseja que o conteúdo desta produção sirva de orientação para mudanças sociais por meio dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Vanessa da Silva Corralo, Marlon Santa Maria Dias e Caroline Kirschner ISBN: 978-85-7897-391-9 Páginas: 121 Os textos abordam diferentes experiências que articulam pesquisa, ensino e extensão no contexto universitário. Para além da produção do conhecimento, os artigos são instigantes em apresentar práticas pedagógicas com potencial de replicação em outros cenários. Produções como essa são fundamentais para reforçar a importância da universidade e da ciência para o desenvolvimento social
Ano da edição: 2023 Organizadora: Fátima Kremer Ferretti ISBN: 978-85-789-7369-8 Páginas: 130 Logo após a publicação das DCN, a Unochapecó institui a comissão para elaborar o Projeto Político Pedagógico do curso de graduação em Fisioterapia. Duas décadas se passaram desde então, e esses 20 anos de história serão apresentados no primeiro capítulo desta obra: - Fisioterapia: 20 anos em ação no oeste catarinense. Uma trajetória permeada pela dedicação, pelo aprendizado e evolução, pilar de uma formação de profissionais altamente capacitados e comprometidos com a saúde e bem-estar da comunidade. É com grande alegria e orgulho que celebramos esses 20 anos com a publicação dessa obra.
Ano da edição: 2021 Organizadores: Daiane Eccel; Diogo Norberto Mesti; Rosana Moura ISBN: 978-65-88029-45-9 Páginas: 288 Onde deve estar a filosofia? A filosofia deve estar organizando, reunindo, pensando a educação e, mais precisamente, repensando a figura do aluno por uma perspectiva ampla, plural e dialógica. Com isso, é possível resgatar as condições mínimas do exercício da aprendizagem, do ensino, da educação e da formação, pois essas condições são dadas a partir do desejo e também do prazer em aprender que é por definição a característica mais marcante da própria faceta educativa da filosofia. Amar o saber, desejar aprender, ser aluno, tudo isso se confunde com o pensamento filosófico. Com isso, as reflexões de inúmeros filósofos da educação e amantes do saber aqui reunidas abrem uma trilha para a direção oposta à ignorância e à brutalidade e desenha a formação humana utilizando inúmeros outros recursos e resultados, repensando a autonomia, a decolonialidade, a técnica, a arte, a produção, a criação, a imaginação, as emoções, as crises, a natureza, a partir de pensadores antigos, modernos e contemporâneos que forjaram e moldam nossas tradições e origens.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Antonio Rediver Guizzo, Carlos Henrique Lopes de Almeida, Dionisio Márquez Arreaza, Emerson Pereti e Gastón Cosentino ISBN: 978-85-7897-380-3 Páginas: 343 Entre as diversas histórias-mito dos povos maia-quichés há uma em especial chamada “Os olhos dos enterrados”. Miguel Ángel Asturias faz alusão a ela no último romance de sua conhecida “trilogia bananeira”1, publicada entre 1950 e 1960. Conta a lenda que os mortos, quando vítimas de uma morte iníqua, permanecem sob a terra com os olhos abertos, por anos, decênios, séculos, até que a injustiça de suas mortes seja enfim redimida. A expansão do ocidente cristão em sua reconfiguração capitalista tecnocrático-extrativista tem sido responsável pelo contínuo e sistemático extermínio de ambientes naturais, povos e culturas humanas por mais de quinhentos anos. Um modelo econômico-cultural que agora nos conduz para a sexta extinção em massa da história do planeta. Com os olhos abertos sob a terra, tantas vidas devastadas para a sustentação desse sistemapreservam-se, em constante estado de latência, esperando, também, por alguma justiça.
Esta semana separamos uma dica de leitura especial, com o objetivo de impulsionar algumas autoras que publicaram, pela Argos Editora da Unochapecó, obras com imensa importância para o conhecimento científico da região oeste de Santa Catarina.Precisamos lembrar e valorizar o trabalho de mulheres que constroem seus nomes no mercado literário, e cada dia mais se relacionam com o meio acadêmico e assumem um grande posicionamento no desenvolvimento científico.Essas mulheres são importantes exemplos, e podem ser a inspiração para muitas outras que pensam em se tornar grandes nomes no meio acadêmico. Arlene Renk: autora de livros como “Narrativas da Diferença”, “Sociodicéia às avessas”, “A luta da erva: um ofício ético da nação brasileira no oeste catarinense”, “Os Kaingang no Oeste Catarinense: tradição e atualidade”. Graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), cursou mestrado e doutorado em Antropologia Social no Museu Nacional/UFRJ. Está voltada à educação atuando no ensino superior e no mestrado de Ciências Ambientais da Unochapecó. Estuda questões de territorialidade, da mudança social em que passa o meio rural e dos danos ambientais. O leitmotiv de seus estudos tem sido os múltiplos olhares que constituem a região do oeste catarinense e a identidade performática assumida. Maria Bernardete Ramos Flores: entre diversos artigos e livros publicados, destaca-se a obra “Tecnologia e Estética do Racismo”. Professora titular aposentada do Departamento de História da UFSC. Pesquisadora do CNPq 1B. Graduada em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1973), mestre em História – UFSC (1979), doutora em História – PUC/SP (1991), com pós-doutorado na Universidade Nova de Lisboa/University of Maryland (1999-2000) e pós-doutorado – IDAES – Universidad de San Martín (2009-2010). Professora visitante na Universidade de Salamanca (2003). Ano Sabático na University of California – Campus Davis (1994). Prêmio Destaque de Pesquisa – Centro de Filosofia e Ciências Humanas (2010). Dedica-se à pesquisa de História e Arte, Modernidade e Estética, Teoria da Imagem e Teoria da História. Monica Hass: autora dos livros “O linchamento que muitos querem esquecer”, “Os partidos políticos e a elite chapecoense: um estudo de poder local (1945-1965)” e “Partidos, eleições e voto”. Graduada em Comunicação Social (Jornalismo), mestre e doutora em Sociologia Política pela UFSC. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus de Chapecó. É autora de artigos e livros sobre poder local, cultural política e democracia. Maria Beatriz de Medeiros: autora do livro “Aisthesis: estética, educação e comunidade”. Maria é graduada em Educação Artística na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestre em Estética – Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne), doutora em Arte e Ciências da Arte – Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne) e tem pós-doutorado em Filosofia no Collège International de Philosophie, Paris. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Visuais, atuando, principalmente, em arte contemporânea, arte e tecnologia, arte e performance, composição urbana. Hilda Beatriz Dmitruk: autora da obra “A história que fazemos”. Hilda é graduada em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Palmas (1991), graduada em Estudos Sociais pela Fundação de Ensino do Desenvolvimento do Oeste (1987) e mestre em Pós-Graduação Stricto Sensu pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1994). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Teoria Geral de Planejamento e Desenvolvimento Curricular, atuando principalmente nos seguintes temas: história, educação, ensino, educação patrimonial e história regional. Marli Canello Modesti: autora da obra “Mulheres aprisionadas: as drogas e as dores da privação da liberdade”. Graduada em Letras – Habilitação Português, Inglês e Literatura pela Fundação de Ensino Superior do Alto Uruguai (1979) e graduada em Direito pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1999). Especialização em Direito Civil e Processual Civil. Especialização em Direito Penal e Processual Penal. Mestre em Direito pela UFSC (2011). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público – Ciências Criminais. Maria Lucia de Barros Camargo: autora do livro “Atrás dos olhos pardos: uma leitura da poesia de Ana Cristina Cesar”. Professora titular de Teoria Literária da UFSC, fez seu doutorado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) na Universidade de São Paulo (1990), com uma tese sobre a poesia de Ana Cristina Cesar. Possui graduação em Pedagogia (1971) e em Letras (1974) pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Oswaldo Cruz (1974) e mestrado em Linguística pela UFSC (1982). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: periodismo cultural, revistas literárias, anos 70, crítica cultural e poesia contemporânea. Renilda Vicenzi: autora do livro “Mito e história na colonização do oeste catarinense”. Graduada em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Palmas, especialização em Desenvolvimento e Integração da América Latina – Unicentro, aperfeiçoamento em História pela UPF e em Arqueologia: Processos Interdisciplinares pela URI. Mestre em História pela Universidade de Passo Fundo. Doutora em História pela Unisinos. Professora Adjunta C da UFFS, campus de Chapecó. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, Império e Primeira República, atuando principalmente nos seguintes temas: relações de trabalho, escravidão e liberdade, migrações e colonização. Noeli Gemelli Reali: autora de “Cinema na Universidade: possibilidades, diálogos e diferenças”. Possui graduação em Pedagogia pela Fundação Universidade de Desenvolvimento do Oeste (1981), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996) e doutorado em Educação pela UFSC (2017). Atualmente é professor titular da UFFS. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículo, atuando principalmente nos seguintes temas: Currículo nas abordagens Pós-críticas, de modo especial, estudos de gênero, estudos culturais e Filosofias da Diferença. Maria Aparecida Lucca Caovilla: autora dos livros “Acesso à justiça e cidadania” e “Descolonizar o direito na América Latina: o modelo do pluralismo e a cultura do bem-viver”. Doutora em Direito (2015) na área de concentração Direito, Política e Sociedade e mestre em Direito (2000) pela UFSC. Docente do Curso de Graduação em Direito e do Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Direito da Unochapecó; Coordenadora do Grupo de Pesquisa Direitos Humanos e Cidadania; Integrante do Projeto de Extensão Comunitária Jurídica (PECJur); coordenadora de atividades acadêmicas do Doutorado Interinstitucional em Direito realizado na UFSC em convênio com a Unochapecó; membro da Rede Internacional para o Constitucionalismo Democrático Latino-Americano. Deise Arenhart: autora do livro “Infância, educação e MST: quando as crianças ocupam a cena”. Deise é professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde atua no curso de Pedagogia com disciplinas voltadas à Educação Infantil e em curso de especialização em Docência na Educação Infantil (especialização). Tem dirigido seus estudos para os seguintes temas: infância; culturas infantis; prática pedagógica na educação infantil; corpo e formação de professores; pesquisa com crianças. Solange Maria Alves: autora de “Freire e Vigotski: um diálogo entre a pedagogia freireana e a psicologia histórico-cultural”. Graduada em Pedagogia pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1991), especialização em Educação Especial pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1994) e mestrado em Educação pela Universidade Estadual do Centro Oeste (1998), com área de concentração em Metodologia de Ensino. Doutorado em Educação com área de concentração em psicologia e educação, pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Teorias da Instrução, atuando, principalmente, nos seguintes temas: aprendizagem, desenvolvimento humano e educação na concepção sócio-histórica, prática pedagógica, método dialético de construção do conhecimento e a organização escolar. Maria de Fátima Rodrigues Pereira: autora de “Formação de professores: debates e práticas necessários a uma educação emancipada”. Possui graduação em História pela Universidade de Coimbra (1976), mestrado em Metodologia de Educação pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (1999) e doutorado em Filosofia e História da Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Atualmente é professora adjunta do Programa de Mestrado e Doutorado em Educação, da Universidade Tuiuti do Paraná. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em História da Educação, Pesquisa Educacional, atuando, principalmente, nos seguintes temas: formação de professores, políticas educacionais, trabalho e educação. Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisa Trabalho, Educação e Políticas Educacionais. Rosa Salete Alba: autora de “Estudos de geografia agrária do Oeste catarinense”. Licenciada em Estudos Sociais pela Fundeste (1988), licenciada em Geografia pela Universidade de Passo Fundo (1990), pós-graduada (Lato Sensu) em História e Historiografia do Brasil República pela PUC (1994), pós-graduada (Lato Sensu) em Docência na Educação Superior pela Unochapecó (2008) e mestre em Geografia pela UFSC (1998). Desenvolve pesquisa na área de Geografia, com ênfase em Desenvolvimento Regional e Urbano, atuando, principalmente, nos seguintes temas: espaço urbano, espaço agrícola e urbano, ensino, agroindústria e cidade.
A Argos Editora da Unochapecó disponibilizou os Anais do IV Colóquio Integrado das Linhas de Pesquisa: Pós-Graduação em Educação, Produção Discente e Inserção Social. O evento em questão, que originou a publicação destes anais, vem se consolidando como espaço, tempo e lugar de socialização de pesquisas e produções discentes e docentes. Além de incentivar e enaltecer o debate sobre a construção e divulgação da pesquisa em educação, a quarta edição também abordou o tema da inserção social, já que as pesquisas necessitam de forma direta ou indiretamente responder e dialogar com as demandas advindas da comunidade escolar e acadêmica da região oeste de Santa Catarina.Para baixar, entre na aba “A Argos” e depois em “Anais”, além destes, você pode ver outros Anais disponibilizados no nosso site (www.editoraargos.com.br). Acesse e confira.
O I Coloquio Binacional de Filosofía y Educación “La idea de maestro en la tradución filosófico-educativa” acontece nos dias 19, 20 e 21 de setembro e nas últimas semanas conversamos com o professor Fausto dos Santos para conhecer um pouco mais sobre o evento e o que podemos esperar do colóquio, que propõe debater temas importantes para filosofia nacional e internacional.Fausto é autor de várias obras publicadas pela Argos (para verificar as obras, acesse nosso site http://www.editoraargos.com.br/) e durante o colóquio ele estará apresentando um de seus trabalhos, intitulado “O que será que ensinamos quando lecionamos Filosofia?”. Segundo Fausto, o trabalho fala “sobre as possibilidades de ensino da Filosofia, questionando, inclusive, se ela é de fato algo que possa ser ensinado para além do registro historiográfico. Pois, mesmo que aprendamos as diversas filosofias historicamente constituídas, isso não significa, garantindo, que, de fato, filosofamos.”1) Quais contribuições o colóquio pode trazer para o seu trabalho e as suas pesquisas?O I Coloquio Binacional de Filosofia y Educación é uma iniciativa da Rede SUR PAIDEIA de Investigação, criada este ano por um grupo de professores do Brasil – inclusive da UNOCHAPECÓ – e do Uruguay, que pretende expandir suas atividades para toda América Latina, buscando fomentar o intercâmbio entre pesquisadores da nossa região, tendo como campo de estudo a interface entre Filosofia e Educação. Assim, a grande contribuição que o Colóquio pode trazer para o meu trabalho e para a minha pesquisa é a possibilidade de fortalecer, consolidando, o nosso Grupo de Investigação. O que, certamente, ampliará os horizontes de interlocução entre os diversos participantes, trazendo a perspectiva de inserir o meu trabalho no rol mais amplo das pesquisas realizadas na América Latina.2) Quais são suas expectativas em relação ao evento (temas e presenças confirmadas)?Participando do evento espero compreender melhor quais são as grandes questões que animam os pesquisadores da América Latina a partir dos temas que serão debatidos em torno das diversas concepções filosóficas desenvolvidas ao longo da História sobre o ofício do professor. Eu, pessoalmente, me interesso, sobretudo, pelas questões epistemológicas e éticas que envolvem o ensino e a aprendizagem. Tendo isso em vista, estou curioso para ver as contribuições dos participantes do evento, dentre elas destaco a Conferência Inaugural “Metáforas do Ensinar”, que será proferida pela Dra. Nadja Hermann (UFRGS) e as falas das Professoras Dra. Andrea Diaz (UDELAR), Dra. Lucia Hardt (UFSC), Dra. Rosana Moura (UFSC), Dra. Neiva Oliveira (UFPel), bem como a participação do Professor Dr. Avelino Oliveira (UFPel).3) Como você acredita que o evento trará novas perspectivas para a educação tradicional filosófica?Quer para assumir a tradição, quer para negá-la, é preciso antes de qualquer coisa compreendê-la. Para nós, latino-americanos, é fundamental perceber o caráter reprodutor e exógeno a partir do qual pensamos a nós mesmos, inclusive, as questões relativas à Educação. É evidente que não podemos apagar a história, como quem deseja não levá-la em consideração, somos colonizados e não podemos denegar esse fato. Antes pelo contrário, é a partir dele que podemos desenvolver um pensamento apropriado à nossa situação. Pois, se a Educação conflui decisivamente para a constituição de um povo, devemos pensar como, levando em conta as nossas idiossincrasias, podemos nos inserir no contexto mundial visando a nossa autonomia. Portanto, é isso que espero do I Coloquio Binacional de Filosofia y Educación, que, a partir do nosso próprio estômago, possamos digerir a tradição.
O lançamento da Argos aborda o crescente fluxo migratório, que se tornou um problema de ordem mundial, motivado pelo aumento da pobreza, desigualdade socioeconômica, guerra e processos contemporâneos de colonialidade, também chamados de "neocolonial”. A obra “Migración, interculturalidad y educación: impactos y desafíos” é fruto da parceria da Editora Argos com a Editora da Universidade de Salamanca, e procura relatar a complexidade dos movimentos migratórios, a necessidade de reflexões e vontades políticas para realizar articulações internacionais que possibilitem as ações de reconhecimento de migrantes e refugiados. Como sabemos, a educação é um direito universal de todas as crianças e jovens, contribuindo para formação humana e cultural, diante disso, o livro afirma que a mesma precisa ganhar destaque. A obra reúne uma série de trabalhos, pesquisas, estudos e experiências. O material é uma contribuição para pesquisadores, educadores e outros interessados ??em entender a complexidade da migração, seus impactos e desafios à educação, a partir de leituras, pesquisas e reflexões de perspectivas interculturais.O livro está disponível no site da Argos em formato e-Book (PDF) para download gratuito! E, para baixar, é simples, entre no site da Argos (http://www.editoraargos.com.br/), clique na aba “e-Books”, depois na opção “Grátis” e realize o download. Nesta mesma página você tem outras opções de e-Books para download, aproveite e escolha o melhor para você!Sobre os colaboradores:Jose Maria Hernandez Díaz - Professor de História da Educação na Universidade de Salamanca. Diretor de História da Educação, Revista Interuniversidade e Sala de Aula. Revista Pedagoga da Universidade de Salamanca. Dirigiu muitos livros, projetos de pesquisa, teses de doutorado e conferências internacionais sobre história e política da educação, algumas relacionadas à educação na África e na América Latina. Entre seus trabalhos mais recentes estão: Imprensa Pedagógica, mulheres, crianças, setores populares e outros fins educacionais (2018), Imprensa Pedagógica de Professores (2018), Valores na Educação Africana, de ontem a hoje (2017),Universidade Paideia no Festival de Ciências (2016), Influências suíças na educação espanhola e ibero-americana (2016), Imprensa de escolares e estudantes: sua contribuição para o patrimônio educacional histórico (2015). Adecir Pozzer - Doutor em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com doutorado sanduíche (CAPES - código de financiamento 001) na Universidade de Salamanca, de agosto de 2018 a junho de 2019. Pesquisador dos Grupos Pesquisa em Ética, Alteridade e Desenvolvimento (GPEAD/FURB), Hermenêutica da Cultura, Mundo e Educação (PPGE/UFSC) e SUR Paideia (Universidade da República do Uruguai). Elcio Cecchetti - Doutor em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com um sanduíche na Universidade de Salamanca. Professor do Mestrado em Educação da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). Vice-coordenador do Grupo de Pesquisa Ethos, Alteridade e Desenvolvimento (GPEAD/FURB) do Grupo de Pesquisa em Desigualdades Sociais, Diversidades Socioculturais e Práticas Educacionais (Unochapecó).
A Guerra do Contestado é um grande marco na história catarinense e brasileira. É tema de muitos livros, teses, dissertações e artigos, além de músicas, poesias, peças de teatro, documentários e filmes. A guerra e seus personagens ainda são lembrados nos nomes de ruas, praças, edifícios, empresas, associações, museus, institutos e municípios.O livro é resultado de um projeto chamado “Contestado: desvendando os 100 anos da guerra”. Lançado em 2011, o projeto foi idealizado pelo deputado federal Pedro Uczai e realizado por instituições universitárias e culturais da região. Ao todo foram 12 subprojetos, de várias temáticas, uma delas a fotografia, que foi escolhida para revelar as memórias deste conflito.“Revelando o Contestado: as fotografias na história do centenário da guerra” é bilíngue e já está disponível em formato impresso e digital. As imagens contemporâneas foram produzidas por diferentes autores, participantes de um concurso realizado em 2014, com o objetivo de propiciar a participação da comunidade e promover a reflexão sobre a Guerra do Contestado e sua influência no presente. A maioria das imagens históricas foi produzida por Claro Gustavo Jansson, fotógrafo sueco que percorreu a região na primeira metade do século XX.O projeto contou com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e foi executada pela Fundação Universitária do Desenvolvimento do Oeste (Fundeste), através do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (Ceom/Unochapecó), em parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC-Chapecó). Contou também com o apoio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Universidade do Contestado (UNC), da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), do Deputado Federal Pedro Uczai e da Fundação Memória Viva do Contestado da Região do Irani.O livro tem distribuição gratuita para instituições de ensino e a versão digital será disponibilizada gratuitamente no site da Editora Argos.
De 01 a 08 de julho a Associação Brasileiras das Editoras Universitárias (ABEU) vai levar a experiência de uma feira literária para dentro da casa dos leitores. A 1ª Feira Virtual das Editoras Universitárias é mais uma iniciativa criada em apoio às suas associadas, realizada no âmbito da campanha O livro nos aproxima, e pensada para estimular a comercialização de livros em um momento em que o setor sente os impactos econômicos da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. O evento ocorrerá no site: www.feirabeu.com.brInspirada em alguns eventos do mercado livreiro realizados virtualmente neste mesmo cenário, como a Feira do Livro de Bogotá, a ABEU criou um site que irá atuar como vitrine digital para as editoras anunciarem as obras que estão comercializando. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra. Em outras palavras, o site da Feira funcionará como um hub para que o consumidor entre em contato com as obras oferecidas pelas associadas da ABEU. Para a ocasião da Feira, teremos livros com até 50% de desconto, além de e-books para compra e download gratuito.INCENTIVO À LEITURA – A Feira Virtual das Editoras Universitárias também tem um propósito engajador e de divulgação do livro acadêmico. Por isso, mesmo que aconteça em um espaço virtual, a ABEU realizará a cobertura da Feira em suas redes sociais. As editoras participantes vão mostrar, em vídeos nos stories do Instagram e Facebook, como estão atuando nos bastidores para enviar os livros pedidos pelos leitores, e autores também serão convidados a falar brevemente sobre seus títulos comercializados. O público leitor também será estimulado a divulgar as obras adquiridas usando as hashtags #ABEULeituras e #feiravirtualABEU.
As pesquisas presentes nesta obra foram desenvolvidas ao longo dos últimos oito anos na Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). A ideia dessas pesquisas surge com a instalação de um Núcleo de Extensão em Comunicação, cultura, educação e cidadania, desenvolvida na Unochapecó em 2010.As pesquisas do livro foram realizadas com o apoio de diversos professores e estudantes de comunicação, com o principal objetivo de contribuir no avanço dos estudos e reflexões acerca da comunicação e cidadania.Os artigos abordam as experiências da Mídia Cidadã, falando da relação da comunidade e o acesso à informação midiática. Os artigos foram desenvolvidos através do histórico regional de Chapecó (oeste catarinense) e as análises desses dados foram abordadas em muitos dos textos apresentados na obra. Todos os pesquisadores buscaram explorar o real conceito de Mídia Cidadã, trazendo a comunicação para um lado ainda mais social. Avaliando o comportamento de diferentes públicos, busca maior compreensão da relação entre criador e receptor, para tentar trazer uma mídia mais inclusiva e com maior aplicabilidade.“Mídia e cidadania: complexidade, impasses e desafios” está disponível gratuitamente no site da Argos. Confira em: http://http://www.editoraargos.com.br/Sobre as organizadoras Ilka Goldschmidt: graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (1991), com especialização em Metodologia do Ensino Superior em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) (1996) e mestrado em Comunicação Social também pela Unesp (1998). Atua como professora nos cursos de Jornalismo e Produção Audiovisual da Unochapecó, especialmente nas disciplinas de Telejornalismo I, II, III; Documentários; Trabalhos de Conclusão do Curso I e II; Produção Executiva: e Produção para a TV. De 2007 a 2013 coordenou o projeto de extensão “Documentário e Comunidade – uma História que vai virar filme”. De 2009 a 2015 coordenou o Núcleo de Iniciação Científica em Mídia Cidadã. Coordenou os cursos de Jornalismo e Produção Audiovisual. Possui experiência em pesquisa na área da comunicação, com ênfase em temas como televisão, telejornalismo, fluxo de informação, produção audiovisual, documentário, mídia cidadã e estudos de recepção. É documentarista. Mariângela Torrescasana: graduada em Letras – Faculdades Unidas de Bagé (1985) – e em Comunicação Social (Jornalismos) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) (1980). Possui mestrado interinstitucional em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) (1999). Tem experiência na área de Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: práticas jornalísticas – memória da mídia – meio ambiente e cidadania; mídia cidadã – rádio comunitária – movimento sociais – democratização da comunicação.
A reflexão sobre as políticas urbanas dos “globalizados” anos 1990 que a autora apresenta constitui-se uma importante referência sobre a produção e a gestão das grandes cidades.Curitiba e Barcelona, expressões emblemáticas das novas formatações urbanas do capitalismo contemporâneo, materializam os objetos que foram analisados nessa empreitada. São tratados, com rigor metodológico, aspectos bastante caros à pauta urbana atual, caracterizada pela aparente desregulamentação e pela consequente desmedida empresarial. Assim, a radicalização da cidade como mercadoria, o advento do city marketing e a emergência de um mercado mundial de cidades são enfocados como importantes indicadores de modelo a ser seguido para a promoção das aglomerações urbanas nas escalas local, regional e global.A autora Fernanda Sánchez revela a intensa consonância entre economia e produção social do espaço urbano que se consubstancia na “mútua dependência entre materialização e simbolização”, determinando as “possibilidades históricas de efetivação dos interesses globais e seus agentes na nova especialidade urbana” nesses tempos de expansão excludente. Complementando a leitura crítica das políticas internacionais de promoção e de difusão transescalar de modelo de cidades como conjunto estruturado e estruturante de representações que configuram uma cidade-tipo, o trabalho desveia alguns dos principais determinantes ideológicos e práticos dos novos projetos de renovação urbana nas diversas cidades do mundo contemporâneo. São revelados, por exemplo, os motivos pelos quais um número crescente de governos locais passa a incorporar nas suas pautas administrativas políticas de promoção de suas cidades no âmbito da escala e do mercado mundial.Para adquirir acesse: http://goo.gl/htUqNs